30 profissões que vão surgir com a indústria 4.0





30 profissões que vão surgir com a indústria 4.0




O que muda com a internet das coisas, automação e novas tecnologias? Levantamento do Senai mostra as profissões que estarão em alta em oito setores da indústria brasileira nos próximos cinco anos.

 

Novas profissões como engenheiro de cibersegurança ou de fibras têxteismecânico de veículos híbridostécnico em impressão de alimentos e operador de máquina high speed estão entre as profissões que irão despontar no mercado nos próximos cinco anos.

Algumas delas podem demorar até 10 anos para se consolidar, mas a demanda já existe. A conclusão é de um levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).
O SENAI analisou de que forma as novas tecnologias — como realidade virtual, automação, internet das coisas e impressão 3D — estão influenciando a dinâmica de oito setores da indústria brasileira. São eles: automotivo, alimentos e bebidas, máquinas e ferramentas, tecnologia da informação e comunicação, construção civil, química e petroquímica, petróleo e gás e têxtil e vestuário.

A partir daí, mapeou as profissões (de nível médio e superior) que vão ganhar relevância nos próximos anos, bem como aquelas que serão criadas a partir do uso de novas tecnologias e novos equipamentos. Confira abaixo o que muda em cada setor:

Automotivo



O que já está mudando no setor: robotização de linhas de produção, comunicação de máquinas por meio da IoT, impressoras 3D e simuladores
Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor: 
– Eletromecânico de automóveis: realiza a manutenção e instalação de sistema multimídia e de conectividade; calibra sensores do sistema de segurança; calibra mecanismo de mudança e embreagem das transmissões automatizadas.
Salário médio: R$ 3.098,53
– Mecânico de automóveis leves: inspecionar e reparar veículos híbridos, elétricos e direção elétrica.
Salário médio: R$ 5.183,64
– Mecânico de manutenção automotiva: inspeciona e repara sistemas de reaproveitamento de energia por meio da frenagem. (Ex: ônibus coletivo hibrido); inspeciona e repara sistemas de telemetria aplicados à mobilidade automotiva; utiliza tecnologias da informação mais complexas nas atividades de diagnóstico e reparação de automóveis.
Salário médio: R$ 2.996,51
– Técnico em manutenção automotiva: programar centrais (chaves, alarme, multimídia de navegação, injeção eletrônica, via scanner e ou computador); leitura, interpretação e comunicação em linguagem internacional; realiza diagnósticos e análises de dados de testes para sistemas automotivos, subsistemas ou componentes.
Salário médio: R$ 5.049,21
Profissões que vão surgir no setor: 
– Mecânico de veículos híbridos: irá realizar diagnósticos de motores a combustão interna e/ou elétricos e todas as atividades de manutenções preditiva e preventiva de veículos híbridos. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos
 Mecânico especialista em telemetria: programará computadores e realizará diagnóstico e reparo em redes eletrônicas. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos
– Programador de unidades de controles eletrônicos: acessará e reprogramará unidades de controle eletrônico por meio de protocolos de comunicação via scanner ou interfaces;
diagnostica e analisa dados de testes para sistemas automotivos, subsistemas ou componentes. Segundo o estudo, de 31% a 50% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos
– Técnico em informática veicular: inspecionará ou testará partes para determinar a natureza ou a causa de defeitos ou avarias; instala equipamentos, tais como equipamentos para testes, motores ou acessório; customiza as funcionalidades do veículo; corrigirá, por acesso remoto ou presencial, problemas de sistemas veiculares. Segundo o estudo, de 31 a 50% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos.





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Entenda o que é IoT na indústria 4.0 e porque isso é uma aposta que vai revolucionar o mercado industrial.




Entenda o que é IoT na indústria 4.0 e porque isso é uma aposta que vai revolucionar o mercado industrial.

Veja também exemplos de como esse conceito já está atuando em alguns mercados.

Imagine conectar diversos dispositivos, através da internet, que podem trocar informações entre si? Essa é a ideia por trás da Internet das Coisas (IoT). Aplicado à indústria, a conexão entre esses diversos dispositivos é a IoT na indústria 4.0.

Indústria 4.0 é conhecida como a Quarta Revolução Industrial, caracterizada pela introdução da tecnologia da informação na indústria. Essa é a nova tendência que está sendo adotada pelas grandes corporações para sair na frente do seu mercado.

Para entender essa ideia de IoT na indústria 4.0, vamos fazer uma analogia com o funcionamento cérebro humano. Em 1926, Nikola Tesla, inventor nos campos de engenharia mecânica e eletrotécnica, disse:

“Quando a tecnologia sem fio for perfeitamente aplicável, a Terra inteira será convertida em um imenso cérebro, o que de fato é, com todas as coisas sendo partículas de um todo real e rítmico”.

Essa analogia ao nosso cérebro permite compreender melhor a ideia de IoT como uma rede conectada. Essa rede por si só possui imensas quantidades de conexões entre as células, compondo a rede do nosso sistema nervoso.

Portanto, assim como células diferentes possuem finalidades diferentes, os produtos conectados possuem diferentes funções e aplicabilidades, porém estão unidos sob a mesma rede.

Essa conexão que a IoT na indústria 4.0 fornece, gera oportunidades inéditas, criando um grande círculo de valor agregado aos produtos e serviços que dela se utilizam. Entenda melhor como isso pode funcionar na prática, a partir da sequência de fatores a seguir.

- A chuva influencia a produção de matéria-prima
- O valor do produto final sofre alterações no mercado mundial
- A quantidade de produtos derivados estocados impacta a economia nacional

Ocorre uma repentina elevação da demanda, cujo fornecimento de insumos não consegue suprir.

Em vez da produção ser intensificada, será interrompida para uma parada programada de manutenção.

Imagine um monitoramento integrado de todos esses acontecimentos, gerando dados que se comunicam em tempo real por meio do que pode-se considerar uma grande base de dados unificada.

A partir desse banco de dados, seriam tomadas decisões automáticas através da comunicação online entre os dispositivos interconectados responsáveis por monitorar esses eventos.
Com base nas decisões tomadas por meio da visão global de todos esses fatores, o processo produtivo se torna mais eficiente, reduzindo os impactos negativos e maximizando a cadeia de valor de determinado setor industrial.

Essa integração não só interna como externa à indústria, é a base da IoT na indústria 4.0. A nível mundial, a Accenture realizou um estudo para ter uma projeção do impacto na economia com a internet industrial das coisas (IIoT) nos próximos anos.
As previsões mais otimistas apresentam que o valor gerado pelo investimento em IIoT chegará a US $ 15 trilhões do PIB global até 2030.




O surgimento da indústria 4.0 veio por meio dos alemães que queriam elevar sua competitividade com a manufatura asiática. Por isso, definiram uma estratégia de governo para aumentar a produtividade da indústria através da inovação.
Segundo a chanceler da alemanha, Angela Merkel:

“A indústria 4.0 é a transformação completa de toda a esfera da produção industrial através da fusão da tecnologia digital e da internet com a indústria convencional.”

Apesar da disseminação do conceito mundialmente, ele ainda não é uma realidade. Essa é a primeira vez que uma revolução industrial é anunciada antes de acontecer. Todos os acontecimentos estão sendo previstos como tendências.
A Quarta Revolução Industrial está sendo motivada por três grandes mudanças no mundo industrial produtivo, são elas:
Avanço exponencial da capacidade dos computadores;
Imensa quantidade de informação digitalizada;
Novas estratégias de inovação (pessoas, pesquisa e tecnologia).
Essas mudanças permitem que tudo dentro e ao redor de uma planta operacional (fornecedores, distribuidores, unidades fabris, e até o produto) sejam conectados digitalmente, proporcionando uma cadeia de valor altamente integrada.

Em meio a tudo isso, o que significa a Internet das Coisas (IoT)?
A IoT na indústria 4.0 é basicamente a responsável pela integração de todos os dispositivos dentro e externo à planta. A IoT é o conceito que representa a conexão.

“A Internet das Coisas é uma rede de objetos físicos, sistemas, plataformas e aplicativos com tecnologia embarcada para comunicar, sentir ou interagir com ambientes internos e externos.”  

Quando se diz que a internet está na indústria, no chão de fábrica, devemos relacionar isso a um ambiente onde todos os equipamentos e máquinas estão conectadas em redes e disponibilizando informações de forma única.
Especificamente quando falamos do universo da Internet das Coisas na indústria, podemos nos referir a Industrial Internet of Things (IIoT). 
Para deixar mais claro, vamos ressaltar a diferença entre IoT e IIoT. IoT é o conceito mais abrangente que surge como a ideia de conectar qualquer dispositivo que gere informações e possa se conectar a um serviço de cloud em qualquer segmento.

A IIoT é a conexão de diferentes dispositivos relacionados à cadeia produtiva, conectando essas informações via cloud. Por exemplo, permitindo o processo produtivo conectar-se diretamente a um fornecedor de produto em tempo real na linha de produção.

Como a IoT na indústria 4.0 está revolucionando a indústria?
Agora que já entendemos os conceitos, vamos apresentar exemplos do que já está sendo feito atualmente. A IoT na indústria 4.0 já está presente em diferentes segmentos e atuando de diferentes maneiras.

1) Otimizando a manutenção na energia eólica




Schaeffler e a IBM vão utilizar turbinas eólicas para explorar como Machine Learning pode revelar insights valiosos sobre a performance de equipamentos em diferentes condições de operação.
Sensores nos equipamentos informam as condições dos componentes da turbina em tempo real.

Dessa forma, através da previsão do vento pela IBM, os operadores de turbina estão aptos para planejar com antecedência e repor peças durante períodos menos ventosos.

2) Aumentando a eficiência operacional de plantas industriais com gerenciamento de alarmes e eventos.





É muito comum indústrias possuírem milhares de eventos disparados pelo sistema de automação da planta. Sejam informações de alarmes, intervenções, mudança de estados, tudo fica registrado como eventos.

A quantidade é tão grande que se torna impossível realizar a análise desses dados sem ser por softwares especializados

Visando amenizar esse problema, existe a prática de gerenciamento de alarmes e eventos. Um software de gerenciamento conecta-se ao sistema de controle e consegue extrair todas as informações dos milhares de dados gerados diariamente.

Essa grande quantidade de dados brutos são minerados e transformados em insights valiosos sobre as condições da planta industrial. Esse processo é denominado business intelligence.
Ainda assim, existe uma lacuna muito grande de sistemas que de fato conseguem minerar esses dados em tempo real gerando informações relevantes que facilitem o processo de tomada de decisão seja de maneira manual ou automática.

A maioria das indústrias sequer realiza a análise desses dados de maneira proativa, servindo apenas para registros para caso de necessidade de avaliação como, em análise de incidentes.
Por fim, o gerenciamento de alarmes e eventos facilita o trabalho do operador que consegue controlar a planta com maior precisão, aumentando a produtividade e diminuindo as perdas.

3) Veículos Conectados





A IoT na indústria 4.0 também permite que a Schaeffler amplie a funcionalidade e a vida útil de componentes da indústria automotiva. Eles conseguiram encontrar um modelo de negócio híbrido a partir desta ideia.

Análises e sistemas sensoriais em tempo real podem transformar dados brutos em insights valiosos que podem ser utilizados pelos fabricantes para aumentar a confiabilidade dos carros e oferecer um novo serviço de valor agregado aos clientes.

Dessa forma, eles conseguem ampliar a qualidade para além da porta da fábrica. Pois, fornece em tempo real aos clientes as condições dos seus respectivos carros.

Quais os benefícios da IoT na indústria 4.0?
Compreendo como funciona na prática, quais os benefícios que tudo isso oferece? A utilização de IoT e IIoT, trazem benefícios para as plantas industriais nos seguintes aspectos:

1- Eficiência operacional e maximização dos lucros
A eficiência operacional é o mais falado atualmente, e os primeiros adeptos estão focados nesses benefícios.
Ao introduzir automação, conectividade e técnicas de produção mais flexíveis, por exemplo, os fabricantes podem aumentar sua produtividade em até 30%. Esse dado também foi disponibilizado pelo estudo realizado pela Accenture.
Além disso, a escalabilidade, economia de tempo e de custos, auxilia na maximização dos lucros de organizações industriais.
Os aspectos que aumentam a eficiência operacional da planta são:
Redução de paradas na produção;
Melhoria do uso do ativo;
Redução no custo do ciclo do ativo;
Melhoria da produção;

2- Novos serviços e modelos de negócios
A IoT na indústria 4.0 permite que sejam criados novas fontes de receitas pela criação de novos serviços conectados. Os modelos de negócio híbridos, permitem que sejam aproveitados tantos os produtos quanto serviços digitais.
O modelo de negócio híbrido são negócios que oferecem tanto produtos quanto um serviço relacionado à esse produto.
No exemplo anterior dos veículos conectados, a Schaeffler aproveitou os dados brutos obtidos para fornecer o serviço de condição dos carros em tempo real como fonte para manutenções preventivas.
A utilização de serviços digitais ainda melhora o relacionamento com o cliente. Pois, a entrega do produto possibilita diferentes pontos de contatos que geram informações valiosas para o cliente. É criada uma relação de confiança e lealdade.

3- Maior conhecimento para tomadas de decisões
A análise dos dados industriais permite que os executivos tenham maior quantidade de informação. Isso facilita para tomarem melhores decisões em virtude de ter uma visão mais precisa do desempenho da indústria.
Para completar, a rede da IIoT de dispositivos inteligentes permite que as organizações industriais conectem todas as suas pessoas, dados e processos do chão de fábrica até os executivos. Auxiliando ainda mais na produtividade dos líderes e nas tomadas de decisão.
É importante ressaltar que mais do que facilitar as tomadas de decisão, a indústria 4.0 quer ir além. Ela visa promover que boa parte dessas decisões sejam tomadas de maneira automática por técnicas inteligentes.

Conclusão.
A melhor maneira de inovar em um setor industrial é quando você consegue identificar uma tendência de comportamento e se antecipa para aplicar uma nova ideia na sua indústria.
O mercado já está nos mostrando que o mundo caminha para a Quarta Revolução Industrial. Isso representa a introdução da tecnologia da informação nas indústrias.
Portanto, para as empresas que buscam sair na frente dentro do seu mercado e inovar, apostar na internet das coisas e IoT na indústria 4.0 pode ser um ótimo caminho.
Existe ainda um potencial escondido para um alto crescimento das indústrias, esse potencial é a utilização dos dados. Um bom uso desses dados permite aumentar a eficiência operacional, tomar melhores decisões e até criar novos modelos de negócio.




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O que é RFID




O que é RFID



Tecnologia rfid:


Neste artigo, veremos o que é rfid. Adicionalmente, serão apresentados os equipamentos necessários para aplicar um sistema de identificação por radiofrequência, para que seja possível compreender como esta tecnologia tem adicionado qualidade aos processos industriais.




Os sistemas rfid (Radio-Frequency Identification) são uma revolução no campo de identificação. Ao contrário dos códigos de barra e faixas magnéticas, que são dispositivos de leitura apenas, os portadores de dados (tags) possuem memória própria e podem interagir com o dispositivo leitor, enviando informações para identificar e documentar ativos.



Além disso, a detecção das etiquetas ocorre a partir de ondas eletromagnéticas de radiofrequência.


Portanto, é possível realizar a leitura das informações em grandes distâncias, e até mesmo nos casos em que a tag não esteja visível ao leitor.



Os primeiros dispositivos de identificação por radio frequência surgiram na década de 70, no entanto seu custo era elevado para a utilização em grandes quantidades.


Com a evolução da tecnologia e redução do custo das etiquetas portadoras de dados, os sistemas rfid tornaram-se acessíveis. E devido às vantagens que o rastreamento da produção oferece, espera-se que essa tecnologia esteja cada vez mais presente na indústria. 



rastreabilidade industrial consiste na documentação e identificação dos produtos manufaturados. Utilizando dispositivos de escrita e leitura, como tags eleitores rfid, é possível monitorar de forma automática o progresso dos componentes fabricados em uma linha de produção de forma eficiente.


Com maior controle e a possibilidade de rastrear os produtos, as flutuações na qualidade dos processos de fabricação são evitadas e a necessidade de retrabalho é reduzida.



1 – Componentes de um sistema RFID industrial:
Para entendermos o que é rfid, é preciso saber que um sistema de identificação por radiofrequência é composto por um conjunto de dispositivos. Serão apresentados a seguir os principais componentes desta tecnologia:



·         Portadores de dados:



Devem ser anexados ao material a ser identificado. São encontradas em formatos, tamanhos e distâncias de leitura diferentes. São compostas por um circuito integrado, para armazenamento e modulação/demodulação, e uma antena para a transmissão e recepção dos sinais.


As tags podem ser passivas, ativas ou passivas com auxílio de bateria. As tags passivas possuem o menor custo e pequenas dimensões, por não utilizarem bateria. A alimentação deste tipo de tag se dá diretamente pela energia emitida pelo sinal eletromagnético dos transceptores.



Logo, neste caso, a energia da onda precisa ser muito maior do que a energia que seria necessária para apenas realizar escrita/leitura. Tags passivas auxiliadas por bateria e ativas possuem alimentação própria. No entanto, as etiquetas ativas possuem a função de transmitir um sinal de identificação periodicamente, mesmo sem a requisição dos transceptores.




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