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Servomotor SWA.




Servomotor SWA.

Força contra-eletromotriz senoidal, rotação suave e uniforme em todas as velocidades, baixo nível de ruído e vibração, ampla faixa de rotação com torque constante, baixa manutenção (servomotores sem escovas), elevada capacidade de sobrecarga, média inércia e resposta dinâmica rápida.

Principais características

Força contra-eletromotriz senoidal;
Rotação suave e uniforme em todas as velocidades;
Baixo nível de ruído e vibração;
Ampla faixa de rotação com torque constante;
Baixa manutenção (servomotores sem escovas);
Elevada capacidade de sobrecarga;
Média inércia;
Resposta dinâmica rápida.

Especificações técnicas

Grau de proteção IP65;
Isolamento classe F;
Realimentação por resolver;
Formas construtivas B5 (sem pés, fixado pela flange), V1 (sem pés, fixado pela flange para baixo) e V3 (sem pés, fixado pela flange para cima);
Protetor térmico (PTC) / 155º interno;
Ponta de eixo com chaveta NBR 6375;
Material eixo: AÇO SAE 1045;
Ímãs de terras raras (neodímio-ferro-boro);
Rolamento com lubrificação permanente;
Retentor para vedação do eixo;
Temperatura máxima de operação em regime permanente: ΔT = 100 °C.


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Somos especialistas em reparar Inversores de Frequência, Chaves de Partida, CLP e Servo-Conversores Multimarcas.


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Você sabe o que é e como funciona um motor de passo?

Um motor de passo é um tipo de motor elétrico usado quando algo tem que ser posicionado muito precisamente ou rotacionado em um ângulo exato. Neste tipo de motor a rotação do balancete é controlado por uma série de campos eletromagnéticos que são ativados e desativados eletronicamente.
Motores de passo não usam escovas ou comutadores e possuem um número fixo de pólos magnéticos que determinam o número de passos por revolução. Os motores de passo mais comuns possuem de 3 a 72 passos/revolução, significando que ele leva de 3 a 72 passos para completar uma volta. Controladores avançados de motores de passo podem utilizar modulação por largura de pulso para realizarem micropassos, obtendo uma maior resolução de posição e operação mais macia, em detrimento de outras características.


Os motores de passo são classificados pelo torque que produzem. Para atingir todo o seu torque, suas bobinas devem receber toda acorrente marcada durante cada passo. Os seus controladores devem possuir circuitos reguladores de corrente para poderem fazer isto. A marcação de tensão (se houver) é praticamente sem utilidade.
O controle computadorizado de motores de passo é uma das formas mais versáteis de sistemas de posicionamento, particularmente quando digitalmente controlado como parte de um servo sistema.
O motor de passo foi inventado em 1936 por Marius Lavet.
Tipos de Motores
Os motores de passo são classificados em relação ao seu tipo construtivo, e podem ser de três tipos: relutância variável, imã permanentes e híbridos com escovas redundantes.

Relutância Variável

É o tipo mais simples, o estator é formado, em geral, por quatro pólos usinados de forma que apresentem ranhuras, chamadas dentes devido ao seu aspecto. O rotor é também dentado, lembrando uma engrenagem, onde cada dente corresponde a um pólo saliente, assim, o número de dentes do rotor determina o número de passos do motor.
O controle deste tipo depende unicamente da ordem de energização das bobinas e dos detalhes mecanicos.

Ímã permanente

Similar ao motor de relutância variável, porém o rotor é construído com ímãs permanentes, o que determina uma característica importante deste tipo, que é a de manter a última posição mesmo quando não energizado. O torque (binário) proveniente dessa característica é conhecido torque de detenção.

Híbridos

Os motores de passo Hibridos sao de longe os mais utilizados na industria. Composto por um rotor, estator com enrolamento dos fios (bobinas) , rolamentos e carcaca. Sao geralmente de 2 fases, sabendo que existe tambem motores de passo de 3 fases e 5 fases (nao muito comum). A resolucao 'e de 1.8grau , e essa conseguida devido a geometria do rotor o qual 'e composto de 50 dentes que conjugado com o estator ( Bobinas A e B ) , ou seja A+,A-,B+,B- , obtem o resultado de 200 PPR (pulsos por uma revolucao).

Aplicações
Os motores de passo são usados em:
· Drives de disquete;
· Scanners planos;
· Impressoras;
· Injeção eletrônica nos automóveis e muitos outros dispositivos;
· Motores de automóveis;



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Fusíveis rápido, ultra-rápido e retardados!


Para o dimensionamento de um fusível, deve-se levar em conta principalmente as grandezas elétricas principais que são:


”corrente nominal corrente de curto circuito e tensão nominal.”


São aqueles dispositivos normalmente indicados para proteção do circuito elétrico e do equipamento em caso de curto circuito. Composto de fusível e base, sendo utilizado por indústrias e oficinas em que existam máquinas, motores ou fornos elétricos de grande e média potencia.
Ocasionalmente podem ser encontrados em imóveis ou prédios de condomínios caso tenham em uso, máquinas ou motores de grande capacidade, desde que exista um profissional eletricista contratado para efetuar a manutenção elétrica.

Tipos de fusíveis


Efeito Rápido- Usados em circuitos que não possuem considerável variação de corrente entre a ligação do circuito no equipamento e seu funcionamento normal, ou seja, quando acionamos o equipamento, ele não gera e o um pico de corrente alta, como por exemplo: Luminárias, Fornos, etc., etc.
Efeito Retardado- Utilizados em circuitos em que as correntes na partida alcance valores superiores a corrente normal de funcionamento, ou em circuitos que tenham sobrecarga por pequenos períodos como, por exemplo: Motores elétricos e cargas capacitivas em geral.
Efeito Ultra Rápido- apropriados para instalações industriais na proteção de semicondutores, tiristores, GTO’S e diodos (Equipamentos com circuitos eletrônicos) que precisam de corte rápido em caso de curto para não danificar esses circuitos eletrônicos.

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Fonte: Faz Fácil 

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Lançado o novo Inversor CFW300 WEG! Confira!


CFW300 WEG


É um acionamento de velocidade variável de alta performance para motores de indução trifásicos, ideal para aplicações em máquinas ou equipamentos que necessitam de controle preciso e facilidade de operação.

Possui tamanho compacto, instalação elétrica similar a contatores, controle vetorial WEG (VVW) ou escalar (V/F) selecionável, interface de operação (IHM) incorporada, SoftPLC, software de programação WPS gratuito e acessórios tipo plug-in que podem ser incorporados, agregando mais funcionalidades, proporcionando uma solução flexível com excelente custo benefício.




Principais Recursos

· Controle V/F, V/F quadrático ou vetorial VVW selecionáveis
· Senha para a proteção da programação
· Unidades especiais de engenharia (V, A, Hz, rpm, s, °C, %)
· Backup de todos os parâmetros (via software WPS, cartão de memória ou memória interna do CFW300)
· Ajuste da frequência de chaveamento conforme a necessidade da aplicação
· Referência de velocidade via potenciômetro eletrônico (EP)
· Multispeed com até 8 velocidades programáveis
· Compensação de escorregamento
· Boost de torque manual ou automático (modo escalar V/F) ou autoajuste (modo vetorial VVW)
· 2 rampas de aceleração/desaceleração e rampa de  desaceleração de emergência
· Rampa tipo “S”
· Frenagem CC
· Frenagem reostática (tamanho B)
· Entrada em frequência
· Controle infravermelho (via acessório CFW300-IOADR)
· Regulador PID para controle de processos em malha fechada (via WPS)
· Flying start / ride through
· Frequências ou faixas de frequências evitadas
· Proteção de sobrecarga e sobretemperatura no motor e nos IGBTs
· Proteção de sobrecorrente
· Supervisão da tensão do link CC
· Alarme de autodiagnose
· Histórico de falhas
· Programação da SoftPLC via software gratuito WPS
· Controle do ventilado


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 Fonte: WEG SA.

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Encapsulamentos de Circuitos Integrados

O que é um encapsulamento de circuitos integrados?

O encapsulamento de CIs é basicamente um invólucro de proteção que envolve o chip de silício de um circuito integrado. Sua principal função é proteger o chip contra umidade, corrosão e isolar os pinos. O encapsulamento pode ser feito de material metálico, cerâmico ou de poliméricos (plásticos).

Neste artigo iremos mostrar os principais encapsulamentos de circuitos integrados, são as versões DIP SIP e ZIP, com seus sub-encapsulamentos.

Tipos de Encapsulamentos de Circuito Integrado

Existem vários tipos de encapsulamentos de circuito integrado Through-hole package,  aqui estão só as versões básicas, pois existem centenas de tipos de encapsulamentos de circuito integrado, sem contar os obsoletos, híbridos e especiais de alguns fabricantes.

Encapsulamento DIP



DIP (Dual In-Line Package), traduzindo diretamente para o português, quer dizer pacote com duas fileiras de pinos nos lados cumpridos. O encapsulamento DIP é um dos mais populares para circuito integrado multiterminal.
Geralmente apos a sigla DIP existe um numero, ele corresponde ao numero de terminais ou pinos, acima na imagem um circuito integrado DIP18, se fosse um microcontrolador ATmega8 com 28 pinos o encapsulamento seria DIP28.
O encapsulamento DIP é plástico e serve para diversos tipos de circuitos, como CMOS, TLL, amplificadores operacionais,  microcontroladores, amplificadores de áudio de baixa potência, etc.


Dependendo do material, espaço de pinos ou função especial que o circuito integrado é construído ele recebe uma letra antes do DIP, PDIP para invólucro de plástico e CDIP para invólucro de cerâmica como no exemplo cima.
Acima um SDIP (Shopping) – um circuito integrado DIP, mas com uma menor distância entre os pinos e com os pinos mais finos. Ele é usado em microprocessadores, controladores e CPU de diversos aparelhos eletrônicos.


Existem algumas versões do encapsulamento DIP como o HDIP (Heat-dissipating), que são geralmente circuitos eletrônicos de média corrente e que tem que dissipar muito calor.  Por este motivo ele tem uma espécie de asa entre no lugar dos pinos centrais.
Este encapsulamento é usado em amplificadores de áudio de média potência, controle de pequenos motores, etc.

Encapsulamento SIP


SIP (Single In line Package) traduzindo diretamente para o português, quer dizer pacote com uma fileira de pinos. O encapsulamento SIP também é bem popular, ele tem a vantagem de ocupar menos espaço.


Acima uma versões do encapsulamento SIP com dissipador de calor, invólucro HDIP (Heat-dissipating), que são geralmente circuitos eletrônicos de média corrente e que tem que dissipar muito calor.
Encapsulamento ZIP
O encapsulamento ZIP (Zigzag In line Package) é igual ao SIP só que os pinos estão dispostos em zigzag (imagem acima) , este encapsulamento também existe a versão HZIP (Heat-dissipating) com dissipador.


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O que é um dínamo e como funciona?

Recebe o nome de dínamo (da palavra grega dynamis, que significa força) um gerador de eletricidade, destinado a transformar energia mecânica em energia elétrica.
Este equipamento consiste basicamente de um ímã fixo em um eixo móvel, sendo que ao redor deste há uma bobina (um extenso fio enrolado em espiras e feito de material condutor elétrico, geralmente cobre), sem que haja contato físico entre a bobina e o ímã.



Dois tipos de dínamo são utilizados:
  • dínamo em corrente contínua, no qual seu conjunto fornece corrente contínua, ou seja, corrente que circula num só sentido apenas.
  • o alternador, ou dínamo de corrente alternada, fornecedor de corrente alternada, corrente que circula em um e outro sentido alternadamente. Há certa confusão entre estas denominações, e algumas fontes costumam-se referir a este conjunto especificamente como alternador, apenas. Assim, dínamo seria somente o gerador de corrente contínua.
O princípio de funcionamento de um dínamo está ligado ao fenômeno da indução eletromagnética num quadro plano que gira em campo magnético unifome. Tal fenômeno pode ser explicado pela Lei de Lenz, que estabelece que o sentido da corrente induzida é oposto da variação do campo magnético que a gera. Assim, a variação de um campo eletromagnético gera corrente elétrica. Tanto no dínamo de corrente alternada como no de corrente contínua o quadro é percorrido por corrente alternada. A diferença entre eles está na maneira de colher essa corrente para fora do quadro. Essa captação da corrente para fora do quadro é feita por um dispositivo chamado coletor.
O desenvolvimento do dínamo inicia-se com as pesquisas de Hans Orsted, que, ao observar que a agulha de uma bússola oscilava quando aproximada a um fio condutor percorrido por corrente elétrica. Posteriormente, Michel Faraday se interessou pelo fenômeno e após alguns experimentos, observou que quando um imã se move próximo de um circuito elétrico ativo, a corrente elétrica do circuito é alterada.
Os principais componentes de um dínamo são:
  • campo eletromagnético -  Eletroímã fixo constituído por uma barra de ferro e bobinas; quando exposta a uma corrente carregada eletricamente, cria-se um campo magnético.
  • comutador - Placas condutoras que são isoladas umas das outras e ligadas à bobina do campo, recebendo e retificando a corrente alternada induzida.
  • eixo - Parte cilíndrica que transmite um movimento de rotação a armadura do Dínamo.
  • quadro - Caixa metálica que abriga o campo magnético.
  • ventoinha - Dispositivo com pás que permite a circulação do ar de modo a resfriar o dínamo.
  • armadura - Parte móvel do dínamo que é constituída por uma bobina, que produz uma corrente eléctrica à medida que gira dentro do campo.
  • bobina - Fio condutor que é enrolado em torno do cilindro da armadura, que gira no campo magnético produzido pelo indutor para criar uma corrente eléctrica.
  • escova - Condutor que é friccionado contra as placas do comutador e transmite a corrente contínua produzida pelo dínamo a um circuito exterior.

Segue abaixo exemplo de dínamo:



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Fonte: Info Escola.

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Confira aqui a função e evolução dos Transístor! #grupoweb

O transístor é um componente eletrônico que começou a popularizar-se na década de 1950, tendo sido o principal responsável pela revolução da eletrônica na década de 1960. São utilizados principalmente como amplificadores e interruptores de sinais elétricos, além de retificadores elétricos em um circuito, podendo ter variadas funções. O termo provém do inglês transfer resistor (resistor/resistência de transferência), como era conhecido pelos seus inventores.

 O processo de transferência de resistência, no caso de um circuito analógico, significa que a impedância característica do componente varia para cima ou para baixo da polarização pré-estabelecida. Graças a esta função, a corrente elétrica que passa entre coletor e emissor do transistor varia dentro de determinados parâmetros pré-estabelecidos pelo projetista do circuito eletrônico. Esta variação é feita através da variação de corrente num dos terminais chamados base, o que, consequentemente, ocasiona o processo de amplificação de sinal.
Entende-se por “amplificar” o procedimento de tornar um sinal elétrico mais forte. Um sinal elétrico de baixa intensidade, como os sinais gerados por um microfone, é injetado num circuito eletrônico (transistorizado, por exemplo), cuja função principal é transformar este sinal fraco gerado pelo microfone em sinais elétricos com as mesmas características, mas com potência suficiente para excitar os alto-falantes. A este processo todo se dá o nome de ganho de sinal.
É conveniente salientar que é praticamente impossível serem encontrados circuitos integrados que não possuam, internamente, centenas, milhares ou mesmo milhões de transistores, juntamente com outros componentes como resistores e condensadores. Por exemplo, o microprocessador Cell do console Playstation 3 tem aproximadamente 234 milhões de transistores, usando uma arquitetura de fabricação de 45 nanômetros, ou seja, a porta de controle de cada transistor tem apenas 45 milionésimos de um milímetro.

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