Acionamento com Inversor de Frequência AFW11.




Acionamento com Inversor de Frequência AFW11.



É uma solução de acionamento para motores de indução trifásicos, montada em painel elétrico com inversor de frequência CFW11 incorporado.

Seu projeto, fabricação e montagem contam com a experiência da WEG, garantia de qualidade, segurança e excelente custo benefício.

AFW11 é montado em painel com tamanho padronizado, oferecendo praticidade e flexibilidade, podendo ser montados com os acessórios opcionais disponíveis, conforme a necessidade da aplicação.

Flexibilidade e versatilidade.

O projeto, fabricação e montagem do AFW11 contam com a experiência da WEG, garantindo qualidade, segurança e excelente custo benefício. Oferece ainda praticidade e flexibilidade, podendo ser montado com os acessórios opcionais disponíveis, conforme a necessidade da aplicação. Além disso, a utilização do CFW11 permite que os recursos, funções especiais, características de hardware e software do inversor também estejam disponíveis na solução do AFW11.

Principais características:

  • Montagem em painel com grau de proteção IP42
  • Tensão de alimentação: 380 a 480 V – 50/60 Hz
  • Corrente nominal de saída: 70,5 a 720 A
  • Máximo motor aplicável: 40 a 600 cv
  • Tensão de comando: 220 V – 50/60 Hz
  • Acessórios opcionais
  • Garantia de montagem
  • Facilidade de utilização

Aplicações:

Bombas, ventiladores, compressores, esteiras transportadoras, elevadores, usinas de açúcar e álcool, indústrias de papel e celulose, siderurgia, mineração, máquinas de processo.

Acionamento Básico

  • Indutor no link cc (incluso no CFW11);
  • Interface de operação (IHM) montada na porta do painel;
  • Botão de liga/desliga;
  • Sinaleiro ligado, defeito e painel energizado;
  • Módulo desumidificador e iluminação (220 V CA 50/60 Hz);
  • Filtro RFI (incluso no CFW11);
  • Seccionadora e fusíveis (38 a 1.141 A), disjuntor (3 a 31 A).

Opcionais

  • Módulos de rede DeviceNet ou Profibus-DP;
  • Cartão para Pt-100;
  • Cartão de expansões de entradas e saídas (I/Os);
  • Chave seletora;
  • Reatância de saída.







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Indústria 4.0: impactos na manutenção de ativos e nos resultados.




Indústria 4.0: impactos na manutenção de ativos e nos resultados.


Também conhecida como a 4ª Revolução Industrial, a Indústria 4.0 representa essencialmente um conjunto de mudanças singulares nos processos e na forma como serão fabricados os produtos que consumimos. Isso quer dizer que, neste novo contexto, a união entre o mundo virtual e físico – por meio da computação cognitiva deve chegar ainda mais rápido. O resultado disso?


A partir dos Sistemas Físico Cibernéticos (Cyber-physical System) e da Internet das Coisas (IoT), estima-se que, até 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos em todo o mundo conectados à internet.


Tudo que está presente em uma indústria e em seu modelo operacional pode ser conectado digitalmente. Quem conseguir tirar o melhor proveito deles estará um passo à frente no mercado e conseguirá entregar um serviço de maior valor aos seus clientes. Os colaboradores participam apenas realizando a supervisão do trabalho conduzido pelas máquinas, possibilitando uma cadeia de valor altamente integrada.





Como a Indústria 4.0 surgiu? O termo Indústria 4.0 surgiu a partir de um projeto de estratégias do Governo Alemão voltado à computação cognitiva. O termo foi usado pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011. Esse início envolveu universidades, empresas e o governo, visando modernizar e aperfeiçoar ainda mais as indústrias locais. A Alemanha já é conhecida como motor de desenvolvimento econômico pela valorização que presta à inovações como esta.
Indústria 4.0: os números que mostram os investimentos e os impactos nos negócios.

Segundo o site jornalístico Inova.jor, o ecossistema de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) deve movimentar mais de US$13 bilhões no Brasil até 2020. Ainda de acordo, a expectativa é que 43% dos dados de IoT sejam tratados na nuvem até 2019. Incrível, não é? Outra pesquisa mostra que, até 2020, 50 bilhões de coisas estarão conectadas pela internet. Essas “coisas” incluem máquinas, sistemas, objetos e pessoas.

Uma publicação da Revista Exame, reforça esses dados, apontando que, até 2020, a base de objetos conectados vai aumentar 285% e alcançar 38,5 bilhões. Esse cenário pode gerar um grande impacto na economia mundial.

Princípios que caracterizam a Indústria 4.0.
Operação em tempo real.

Você imagina conseguir acompanhar toda a operação da sua empresa em tempo real, permitindo a tomada de decisões? Isso será possível!
Virtualização.

Imagine conseguir o monitoramento remoto dos processos de produção, a fim de evitar eventuais falhas e tornar a rede de produção mais eficiente na sua empresa. A virtualização dos processos industriais permite a rápida tomada de decisão através de simulação computacional utilizando dados reais coletados em tempo real.
Descentralização
Pense na possibilidade de sistemas ciber-físicos que tomam decisões com base em análise de dados, sem depender de ação externa, tornando a tomada de decisão mais segura e certeira. A descentralização dos processos decisórios tem esse propósito melhorando a produção na indústria.

Orientação a serviços

Imagine ter modelos computorizados de computação cognitiva que permitam criar sistemas automatizados capazes de resolver problemas sem necessidade de assistência humana. A utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliados ao conceito de Internet of Services, um software analítico usado para extrair dados e fornecer informações sobre como os dispositivos estão funcionando.
Como a Indústria 4.0 impacta na manutenção de ativos?
A Indústria 4.0 está impactando a manutenção de ativos por meio de soluções que facilitem o gerenciamento nos sistemas de produção, em uma maior capacidade de operação e no planejamento. Outra característica da Indústria 4.0, na manutenção de ativos, é a possibilidade de antecipar a detecção de problemas.
É isso que a manutenção proativa busca, substituir a filosofia de cuidar das falhas – programadas ou não – para identificar as causas básicas dos erros e evitá-las. A principal ação da manutenção proativa é analisar os indicadores de desempenho e identificar as causas primordiais das falhas e degradação do equipamento removê-las antes de se iniciem. Para tal, técnicas de análise de risco são largamente utilizadas.
Vamos tomar como exemplo de manutenção proativa, um componente muito comum em qualquer indústria: um rolamento. Os manuais de um dos maiores fabricantes de rolamentos do mundo, a SKF, informam que a eliminação de todas as partículas com diâmetro maior ou igual à espessura do filme de óleo lubrificante, levaria os rolamentos a uma vida infinita.
Assim, a utilização de lubrificantes adequados, que reduzam ao máximo o atrito evitando a formação de partículas, aliado a um sistema de filtragem, eliminaria a necessidade de substituição do rolamento. Ou seja, este movimento permite, numa fase inicial, identificar anomalias nos processos de produção. Desta forma, as organizações conseguem agir a tempo evitando custos elevados com produtos deficientes.
A manutenção e a confiabilidade melhoram o desempenho de ativos com base na análise de modos de falha, detecção e sinais de desgaste e envelhecimento. A interoperabilidade, virtualização, capacidade em tempo real e computação cognitiva são fatores que definem a Indústria 4.0 na manutenção de ativos.
Fábricas inteligentes nas quais objetos, máquinas e pessoas se comunicam por IoT e sistemas físico cibernéticos capazes de criar e simular virtualmente uma cópia da realidade. Capacidade de coletar, armazenar e analisar dados para tomar decisões em tempo real e ainda criar sistemas automatizados capazes de resolver problemas sem a ajuda do homem.
Os benefícios da Indústria 4.0.

A indústria já está investindo em tecnologia, e a Internet das Coisas já é praticamente uma realidade, que está aos poucos aumentando a eficiência, atendendo melhor os clientes e reduzindo os custos. Desta forma, a indústria vai se fortalecer mais. A Indústria 4.0 promove uma combinação de tecnologias, que permite às empresas inovar nos processos produtivos a partir de plataformas integradas de manufatura avançada.
Tais estruturas serão sustentadas por tecnologias em nuvem (Cloud Computing) e as indústrias se beneficiarão de mais agilidade, flexibilidade, colaboração e modularidade dos processos de produção será possível, também, a construção de um grande banco de dados provenientes dos processos produtivos, bem como o tratamento dessas informações, essenciais para a tomada de decisões em tempo real.
As empresas irão dispor de uma cópia virtual das suas fábricas inteligentes, facilitando tarefas de rastreamento e monitoramento remoto. Sistemas ciber-físicos na tomada de decisões, baseadas em necessidades identificadas em tempo real nas linhas de manufatura.  Detecção de falhas nas máquinas irão acelerar o diagnóstico, reduzir o tempo de equipamento parado por defeito.
As atividades das máquinas poderão ser alteradas com facilidade, tornando os processos produtivos mais flexíveis e permitindo a estruturação de módulos para atender demandas específicas. Lançamento de novos produtos e alterações de fórmulas existentes serão mais configurados de forma mais rápida nos sistemas.

A computação cognitiva estará cada vez mais voltada para serviços. Assistência remota, manutenções mais assertivas e acompanhamento de produção serão possíveis graças a uma plataforma única de comunicação. Com a adoção de sistemas ciber-físicos, as fábricas contarão com infraestrutura inteligente capaz de estabelecer contato com a cadeia de fornecedores e clientes, ponta a ponta. As demandas serão melhores sincronizadas.
Como se preparar para os impactos da Indústria 4.0?
Apenas quando as empresas começarem a instalar máquinas e equipamentos com interfaces homem-máquina, a Indústria 4.0 estará no seu caminho. Essa tecnologia remove os custos de manutenção desnecessários e ajuda a melhorar o tempo de atividade e disponibilidade dos ativos. Um dos maiores impactos causados pela Indústria 4.0 será na criação de novos modelos de negócios, os quais afetarão o mercado como um todo.

Outro ponto que será abalado pela Quarta Revolução Industrial será a pesquisa e desenvolvimento nos campos de segurança em T.I, confiabilidade da produção e interação máquina-máquina. A tecnologia deverá se desenvolver continuamente para tornar viável a adaptação de empresas a este novo padrão de indústria que está surgindo.


Os profissionais também precisarão se adaptar, pois com fábricas ainda mais automatizadas novas demandas surgirão enquanto algumas deixarão de existir. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologias que compõem uma fábrica inteligente.





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30 profissões que vão surgir com a indústria 4.0





30 profissões que vão surgir com a indústria 4.0




O que muda com a internet das coisas, automação e novas tecnologias? Levantamento do Senai mostra as profissões que estarão em alta em oito setores da indústria brasileira nos próximos cinco anos.

 

Novas profissões como engenheiro de cibersegurança ou de fibras têxteismecânico de veículos híbridostécnico em impressão de alimentos e operador de máquina high speed estão entre as profissões que irão despontar no mercado nos próximos cinco anos.

Algumas delas podem demorar até 10 anos para se consolidar, mas a demanda já existe. A conclusão é de um levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).
O SENAI analisou de que forma as novas tecnologias — como realidade virtual, automação, internet das coisas e impressão 3D — estão influenciando a dinâmica de oito setores da indústria brasileira. São eles: automotivo, alimentos e bebidas, máquinas e ferramentas, tecnologia da informação e comunicação, construção civil, química e petroquímica, petróleo e gás e têxtil e vestuário.

A partir daí, mapeou as profissões (de nível médio e superior) que vão ganhar relevância nos próximos anos, bem como aquelas que serão criadas a partir do uso de novas tecnologias e novos equipamentos. Confira abaixo o que muda em cada setor:

Automotivo



O que já está mudando no setor: robotização de linhas de produção, comunicação de máquinas por meio da IoT, impressoras 3D e simuladores
Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor: 
– Eletromecânico de automóveis: realiza a manutenção e instalação de sistema multimídia e de conectividade; calibra sensores do sistema de segurança; calibra mecanismo de mudança e embreagem das transmissões automatizadas.
Salário médio: R$ 3.098,53
– Mecânico de automóveis leves: inspecionar e reparar veículos híbridos, elétricos e direção elétrica.
Salário médio: R$ 5.183,64
– Mecânico de manutenção automotiva: inspeciona e repara sistemas de reaproveitamento de energia por meio da frenagem. (Ex: ônibus coletivo hibrido); inspeciona e repara sistemas de telemetria aplicados à mobilidade automotiva; utiliza tecnologias da informação mais complexas nas atividades de diagnóstico e reparação de automóveis.
Salário médio: R$ 2.996,51
– Técnico em manutenção automotiva: programar centrais (chaves, alarme, multimídia de navegação, injeção eletrônica, via scanner e ou computador); leitura, interpretação e comunicação em linguagem internacional; realiza diagnósticos e análises de dados de testes para sistemas automotivos, subsistemas ou componentes.
Salário médio: R$ 5.049,21
Profissões que vão surgir no setor: 
– Mecânico de veículos híbridos: irá realizar diagnósticos de motores a combustão interna e/ou elétricos e todas as atividades de manutenções preditiva e preventiva de veículos híbridos. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos
 Mecânico especialista em telemetria: programará computadores e realizará diagnóstico e reparo em redes eletrônicas. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos
– Programador de unidades de controles eletrônicos: acessará e reprogramará unidades de controle eletrônico por meio de protocolos de comunicação via scanner ou interfaces;
diagnostica e analisa dados de testes para sistemas automotivos, subsistemas ou componentes. Segundo o estudo, de 31% a 50% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos
– Técnico em informática veicular: inspecionará ou testará partes para determinar a natureza ou a causa de defeitos ou avarias; instala equipamentos, tais como equipamentos para testes, motores ou acessório; customiza as funcionalidades do veículo; corrigirá, por acesso remoto ou presencial, problemas de sistemas veiculares. Segundo o estudo, de 31 a 50% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos.





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