Vaga de Emprego Para Técnico em Eletrônica Pleno.


Vaga de Emprego:

Vaga Para:Técnico em Eletrônica Pleno

Benefícios: Tíquete-refeição, Vale-transporte

Regime de contratação: CLT (Efetivo)

Veja mais informações na página oficial da Web Automação Industrial no linkedin acesse o link: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6344949113389355009



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O que é um Painel Elétrico?




O que é um Painel Elétrico?


O Painel Elétrico é compartimento usado para proteger e alocar componentes elétricos. Pode ser metálico ou plástico, mas deve trazer resistência e aumentar a vida útil dos componentes elétricos localizados em seu interior. No início, ainda foi importante para concentrar a automação em um único local, o que pareceu interessante no início… 


Na indústria, precisamos priorizar equipamentos IP67, robustos e resinados, mas nem sempre foi assim. Aliás, ainda hoje muita gente usa equipamentos IP20 ou sensíveis a vibração e estes equipamentos devem ser colocados dentro do Painel Elétrico para sobreviverem em uma fábrica. 
Também pode ser chamado de Quadro Elétrico, Cabine, Armário, Coluna, etc.

Tipos de Painéis Elétricos

Podemos classificar os Painéis Elétricos quanto a material, tamanho, proteção contra líquidos e sólidos, proteção contra explosão.
Quanto ao tamanho, normalmente os Painéis são especificados em milímetros. Uma caixa 300x200x120, possui 300 mm de altura, 200 mm de largura e 120 mm de profundidade. Os maiores painéis não ultrapassam muito 1800 mm de altura, 2200 mm de largura e 1200 mm de prufundidade. E os menores 60 mm de alura, 60 mm de largura e 30 mm de profundidade. 

Também existem os painéis customizados que acredito devam ser evitados porque, como qualquer coisa padronizada, armários padronizados economizam em projetos e montagem e já foram amplamente testados e aplicados.
Os Painéis mais usados são de Chapa de Aço e Policarbonato, mas também podem ser de Alumínio, Aço Inoxidável e Plástico. Caixas de Policarbonato são menores, (no máximo 300x300x100) e caixas maiores são normalmente em Chapas de Aço (no mínimo 150x150x80). Os Armários de Aço Inoxidável são particularmente usados em aplicações na indústria alimentícia por questões de higiene ou próximo ao mar para evitar oxidação.

Proteções

Proteção contra líquidos e Sólidos ou grau de proteção é outro importante parâmetro de classificação do painel elétrico. Alguns painéis são IP20, IP65/66, mas a maior parte dos Painéis Elétricos é IP54 ou IP55.

Mas basicamente se você precisa proteger contra respingos de líquidos e precisa evitar o acúmulo de poeira no seu painel, você deve especificar um painel IP54.

Outra importante característica do Painel é sua proteção contra explosão. Basicamente as áreas com risco de explosão são divididas em 3. a Zona 0, onde existe o perigo de uma explosão a todo momento porque existe um material que explode, pro exemplo em um carro, dentro do tanque de combustível seria Zona 0. A Zona 1, onde acidentalmente ou de vez em quando pode haver risco de explosão. Por exemplo lugares que a mangueira de combustível passa no carro podem acidentalmente ter risco de explosão. E Zona 2, que são áreas próximas as áreas mais perigosas, mas que oferecem menor risco. 

Aplicações de um Painel Elétrico

A maioria das vezes o Painel Elétrico é usado apenas para alocar os componentes mesmo. Mas ele algumas vezes é usado para aumentar o índice de proteção dos equipamentos. Então se você possuir equipamentos IP20 e precisa colocar em uma fábrica que possui respingos de água, pode colocar o equipamento em um Painel IP54 que vai resolver seu problema.
Também existem as aplicações para aumentar a proteção contra explosão do equipamento. Se seu equipamento pode ser usado em Zona 2 e você precisa colocar em uma área Zona 1, você pode colocar o equipamento em um Painel Elétrico Zona 1 que atende sua aplicação.
Também já vimos clientes colocarem os equipamentos no painel para fazer uma padronização mínima e centralização mínima. Em Plantas Enormes de Processo como Mineradoras ou Refinarias, quando você possui 5000 módulos em áreas a perder de vista é interessante você a cada 100 metros colocar um painel com módulos (IP67, porque apesar de estarem dentro de painéis estão no campo sujeitos a diversas intempéries) coletando os sinais daquela área.

Então quando a manutenção se aproxima sabe onde os módulos estão a distância. Nestas aplicações, antigamente o cliente lançava cabos de quilômetros entre o sensor e o painel e agora lança cabos de dezenas de metros… Apesar de estar um pouco centralizado, o cliente já deu enormes passos em direção a descentralização.

Como especificar o seu Painel

Primeiramente tenha em mente por que você está usando o Painel. É para aumentar a proteção? É simplesmente para centralizar um pouco a aplicação?
Para você especificar o seu painel elétrico você deve fazer um layout do que vai dentro dele e procurar um tamanho padronizado, você deve deixar alguma sobra para eventuais melhorias e para evitar refrigeração forçada

Com o tamanho mais ou menos decidido, você deve especificar o material. Se for área higiênica ou próximo ao mar, dê preferência por Inox, se for uma caixa pequena dê preferência por plástica.


Também deve ser observado a proteção adequada para o ambiente em que você está instalando e por fim, veja as normas que você precisa atender e demais dados do fabricante para evitar surpresas na instalação.

Principais Fabricantes de Painel Elétrico

Existem muitos fabricantes de painéis no Brasil, mas também existem muitos dobradores de chapa… Portanto é um pouco difícil escolher só baseado em preço. Procure um fabricante com uma boa qualidade de estrutura (e não só da chapa), estética e de pintura (quando se faz necessário). Dificilmente a estrutura do painel de um fabricante duvidoso será boa.

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Comandos Elétricos De Extrema Importância nas Indústrias.



Comandos Elétricos De Extrema Importância nas Indústrias.


Uma das aplicações mais importantes da elétrica de potência é o acionamento de motores e equipamentos de médio e grande porte. Para tal, utilizam-se os conceitos de comandos elétricos que garantem uma lógica de acionamento que permite ao maquinário trabalhar de maneira segura e de acordo com o planejado no projeto.

Como funcionam os comandos elétricos?




Os comandos elétricos são de extrema importância na indústria para o controle e acionamento de maquinário industrial.
Os comandos elétricos se subdividem no módulo de força, onde as cargas (motores, máquinas e aparelhos) se encontram, e o módulo de controle, onde reside a lógica por trás o acionamento da carga. Com comandos elétricos é possível executar uma série de procedimentos (manobras) para controlar o acionamento das diversas máquinas de uma indústria.

Equipamento utilizado na construção de um comando elétrico

·         Botoeiras

Elas nada mais são que as chaves capazes de ligar e desligar o circuito por meio de pulsos. Podem assumir várias configurações. As mais comuns são as botoeiras do tipo NA (contato normalmente aberto) e do tipo NF (contato normalmente fechado). Isso significa que enquanto não é acionada, a botoeira funciona como um circuito aberto ou um circuito fechado, respectivamente, mudando seu estado enquanto o quando o botão é pressionado.
Além disso, há também as botoeiras vem equipadas com retorno por mola, ou seja, depois que são pressionadas e soltas voltam à posição inicial pela ação da mola.







Simbologia e imagem das botoeiras mais comuns

·         Contatores

São dispositivos eletromecânicos capazes de fechar ou abrir um circuito quando uma determinada corrente mínima passa pela bobina associada ao contato elétrico. Também possuem as configurações NA e NF, sendo que quando a corrente passa pela bobina de um contator NF, por ação eletromagnética, seu contato se abre, enquanto que se essa corrente passa no contator NF, o contato se fecha.
Um dos motivos da utilização dos contatores para elétrica de potência é o fato da bobina ser eletricamente isolada dos contatos, sua influência se dá pelo eletromagnetismo.
Desse modo, com uma corrente da ordem de poucos miliampères é possível manobrar cargas que consomem dezenas de amperes, garantindo segurança ao operador que se mantém isolado das grandes cargas.






Simbologia e imagem de um contator de potência

·         Sinalizadores

Podendo ser do tipo luminoso ou sonoro, os sinalizadores servem para chamar a atenção do operador para um evento previsto pelo arranjo do comando elétrico. Pode ser uma falha no motor, o acionamento de uma máquina específica, ou qualquer outra circunstância que seja prevista pelo projetista.






Simbologia e imagem dos sinalizadores sonoros e luminosos mais comuns

Diagramas de Comandos Elétricos

Tratando-se de um circuito que expressa uma lógica, torna-se imprescindível a padronização dos projetos que envolvem comandos elétricos. Podemos observar dois tipos de diagramas, o diagrama multifilar e o diagrama unifilar.






Observa-se que o diagrama multifilar é mais detalhado, mostrando todos os condutores que compõem o circuito, o que pode deixar o diagrama muito carregado de informação caso o projeto seja complexo.
O diagrama unifilar, apesar de ocultar os detalhes, simplifica a representação, já que num único fio é possível a identificar todos os condutores envolvidos em determinada ligação.
Há também uma convenção para nomear cada componente do diagrama. Confira na tabela abaixo a padronização de letras para cada elemento do circuito segundo a NBR 5280.






A numeração dos contatos também segue uma convenção.
  • Denotam-se com 1, 3 e 5 a entrada do circuito (linha).
  • Denota-se por 2, 4 e 6 para o circuito de saída (terminal).
  • Nos contatos auxiliares, temos 1 e 2 = entrada e saída do contato normalmente fechado (NF) e 3 e 4 = entrada e saída do contato normalmente aberto (NA).
  • Nos relés e contatores tem-se A1 e A2 para os terminais da bobina.
  • Os contatos auxiliares de um contator seguem um tipo especial de numeração, onde o número é composto por dois dígitos.
    • Primeiro dígito: indica o número do contato
    • Segundo dígito: indica se o contato é do tipo NF (1 e 2) ou NA (3 e 4)





Associação de contatores

Para justificar o uso de comandos elétricos deve-se associar contatores para garantir uma lógica de ativação da carga desejada. Confira abaixo as estratégias básicas de acionamento.

·         Contato de Selo

Consiste em colocar a botoeira NA em paralelo com um dos contatos da bobina que ela ativará. Desse modo, uma vez ativada a bobina, mesmo que se solte o botão, a ligação ficará garantida pelo contato em paralelo (selo) que se fechará. Para quebrar essa ligação, é comum usar outra botoeira NF em série com a associação anterior. Assim, ao ser pressionado, o botão desliga a bobina ao quebrar a ligação em paralelo (quebra-selo).









 Diagrama multifilar de uma manobra com contato de selo

·         Intertravamento

Quando queremos evitar que dois contatores trabalhem juntos, é comum usar a técnica do Intertravamento, que consiste em colocar cada contator NF em série com a bobina do outro contator. Desse modo, assim que uma bobina é acionada, ela abre o circuito da outra bobina, desativando-a.






Exemplo de intertravamento
  •  Aplicação dos Comandos Elétricos

Conclusões

Vimos alguns dos conceitos básicos do projeto de um comando elétrico, sua simbologia e as normas para a criação do diagrama, com enfoque no módulo de controle.

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Automação não é Mecanização - AUTOMAÇÃO e MECANIZAÇÃO.



Automação não é Mecanização.

Automatizar um sistema não é mecanizar, isto mesmo, existe uma diferença muito grande entre automatizar e mecanizar um sistema ou processo produtivo, com certeza você deve estar se perguntando sobre o que é mecanizar um processo, eu também tive esta dúvida e descobri que muitas vezes que conversava com um profissional da área e/ou especialista, na verdade, não falávamos de automação e sim mecanização.

AUTOMAÇÃO vs MECANIZAÇÃO


Sabemos que quando assunto é reduzir tempo na produção e otimizar processos que antes era realizados manualmente o primeiro pensamento que vem a nossa mente é: “Temos que colocar uma máquina para fazer isto” correto? Bom, entenda que o simples fato de substituir o trabalho manual ou mão de obra por máquinas não é automatizar. Devemos tomar muito cuidado quando nos referimos ao conceito de automação e não é por menos, muita gente ainda pensa que automação é reduzir empregos e não é nada disso.
Um exemplo
É simples criar uma esteira que transporte uma peça de um local para o outro e assim eu possa ganhar em tempo e eficiência no que diz o simples transporte desta peça, o difícil mesmo é conseguir fazer com que esta esteira seja capaz de ser sensível a esta peça, ou seja, possa detectá-la no momento em que esta sendo colocada sobre ela, que possa destinar através de seu peso qual o trajeto e/ou velocidade deverá assumir ao transportá-la e também em que momento a esteira deve parar ou diminuir sua velocidade para acompanhar a produção desta peça.
Entenda que a mecanização é simplesmente trocar a ação do homem por máquina e automação é criar um sistema inteligente onde máquinas e homens possam trabalhar em conjunto visando um melhor desempenho garantindo melhor qualidade ao processoao trabalhador e também e não menos importante o cliente final.

Automação

A automação depende de um sistema flexível e onde quanto mais flexível teremos maior interação da automação tornando-a mais inteligente e eficiente, depende também de dispositivos elétricos, eletrônicos, mecânicos. pneumáticos, etc., que se responsabilizaram pelo desempenho do processo identificando peças, garantido continuidade do processo, realizando acionamentos e interagindo com softwares. Bom, eu poderiamos ficar mencionando diversos exemplos aqui, mas nosso intuito não é esse.
Logo, se tivermos um sistema mecanizado e atribuirmos a este sistemas de controle e inteligência teremos a automação.


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Como Funciona a Linguagem LADDER.






Como Funciona a Linguagem LADDER.

Neste artigo vou explicar como funciona a linguagem Ladder, lhe apresentando um exemplo prático primeiramente. Ao final, você vai entender através de um exemplo prático como funciona a linguagem Ladder e como ela se adapta aos grandes fabricantes de CLPs. Então vamos ao nosso primeiro exemplo:
Um frigorífico de abate de aves tinha um problema intermitente no final da linha de embalagem. As embalagens de miúdos (asa, coxa, pés) passava pelo detector de metais antes de serem encaixotadas. Caso o detector verificasse presença de algum metal na embalagem, ele enviava um sinal que  acionava uma solenóide que por sua vez ativava um pistão pneumático a fim de expulsar a embalagem da linha para o devido tratamento. Veja este exemplo na figura abaixo:



No entanto, ocorreu um problema onde mesmo que algumas embalagens acusassem metal ao passar pelo detector, elas passavam normalmente pela esteira sem haver a expulsão. Após algumas investigações foi detectado que a duração do pulso que detectava o metal era de ¾ de segundos. O CLP, que faz o reconhecimento deste sinal, controla várias estações e possui um programa muito extenso. E vasculhando o status do CLP, foi possível identificar que o tempo de varredura do CLP está ligeiramente inferior a 1 segundo. Então seria muito provável que o pulso enviado pelo detector não estava sendo detectado pelo CLP. O pulso do detector poderia ser anulado no inicio do tempo de varredura do CLP, fazendo com que a lógica não reconhecesse o mesmo e para ele tudo estava normal.
A solução: O técnico examinou o programa em linguagem Ladder e verificou que a entrada onde chegava o pulso do detector era atualizada a cada 1/2 segundo. Caso a entrada do detector estivesse atuada, uma bobina interna ficava ligada por pelo menos 1,5 segundos. O programa foi então revisado de forma a aumentar o tempo de pulso do detector e armazenar o sinal na memoria de forma a acionar a solenoide e consequentemente acionar o cilindro para expulsar a embalagem com metal.
O problema relatado acima é típico de um técnico que trabalha com automação industrial. Para que você seja capaz de resolver o mesmo, você deverá compreender a linguagem Ladder, que é a linguagem de programação mais utilizada nos CLPs de mercado e que se baseia em diagramas de circuitos eletromecânicos combinados em um esquema de comando. Vou explicar para você como isso funciona com exemplos a seguir detalhando contatos, bobinas e blocos lógicos.
A linguagem Ladder foi a primeira linguagem de programação desenvolvida para os CLPs e, como a criação destes foi uma necessidade de substituição do controle de sistemas com reles lógicos, nada mais natural que a linguagem Ladder fosse similar aos diagramas utilizados para documentar a lógica por relês. Utilizando esta abordagem, os engenheiros e técnicos responsáveis pela programação dos CLPs não precisariam de treinamentos extensos para entender ou desenvolver um programa. Desta forma, a linguagem Ladder se baseia em interruptores simples que se conectam em linhas com bobinas de maneira a compor circuitos lógicos. Assim, cada interruptor (entrada) recebe uma identificação (tag) assim como as bobinas (saídas). Também é possível utilizar memórias internas, temporizadores, comparadores e blocos lógicos. Veremos todos estes elementos a seguir.
Exemplo 1: Circuito OR (OU). Duas chaves identificadas como A e B são conectadas em paralelo de forma a controlar uma lâmpada conforme Figura 2.  Devemos implementar esta função em linguagem Ladder no CLP onde as 2 chaves deverão ser entradas individuais.



Figura 2 – Circuito com chaveamento paralelo (a) e tabela verdade (b)
Solução: A ação do circuito proposto pode ser descrita como: “A lâmpada acende quando a chave A está acionada (fechada) ou a chave B está acionada (fechada). Todas as possíveis combinações das duas chaves e o acionamento da lâmpada pode ser visualizado na tabela da Figura 2(b). Abaixo podemos ver como seria este circuito e sua representação lógica:




Figura 3 – Representação do circuito com reles (a), diagrama com reles em logica Ladder (b) elinguagem Ladder implementada em CLP (c) para a lógica OU
Na Figura 3 (a), você pode verificar que os os reles AR, BR e LR possuem contatos normalmente abertos. As chaves A e B são as entradas do circuito e quando A ou B estão fechadas, a bobina do rele correspondente AR ou BR é energizada, fechando o contato e fornecendo energia para a bobina do rele LR que quando energizado fecha contato fornecendo energia para a lâmpada. Veja que tanto A quanto B, quando fechadas, energizam a lâmpada mostrando de fato a lógica OU. A lâmpada por sua vez é acionada pela bobina do rele LR dando a característica de isolação entre as saídas e entradas, permitindo assim que as entradas A ou B possam ser utilizadas várias vezes na lógica.

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IHM - Aplicação Com CLP em Projetos de Automação.




IHM  - Aplicação Com CLP em Projetos de Automação.

Você sabe muito bem que não existe outra maneira de falarmos de automação se não citarmos dois componentes e três letras cada: IHM e CLP. Pois bem, nesse artigo vamos unir esses dois famosos componentes em uma única matéria e dessa forma assim como nos projetos de automação colocar os dois para trabalhar e interagir juntos.

O que é IHM?

Vamos começar pela  IHM ou melhor,  Interface  Homem  Máquina, pois bem, esse componente utilizado em larga nas indústrias e pouco a pouco nas automações industriais nada mais é do que uma tela que pode ser  touch  ou não mais que vai possibilitar qualquer ser humano interagir com as funções e tarefas das máquinas.

Entendendo o conceito do que é uma IHM e pararmos para analisar, esse aparelho está presente em nossa vida em muitos momentos e nem nos damos conta, quer ver só.

Você está na frente do seu computador terminando aquele relatório, ou mesmo lendo esse artigo e deseja imprimi-lo, você certamente entrará na função imprimir e terá ali um botão imprimir e com um passe de mágica o documento será liberado pela sua impressora.

Pois bem, sua tela do computador nada mais é do que uma IHM, pois nela é apresentado ícones com ações e que sem eles você teria que fazer uma impressão por meio de programação diretamente no seu sistema operacional.

Portanto uma IHM está presente em muitos momentos e ações da sua vida sem ser nas máquinas e linhas de automação da empresa onde trabalha. No seu dia a dia vai encontrar uma IHM nos caixas eletrônicos, no seu celular, no microondas, na TV. Resumindo essa tecnologia, toda e qualquer tela que te mostre janelas, ícones, informações fáceis de ser compreendidas e executas, essas telas são as nossas IHM.

Mas o que é e Para que Serve  um CLP?

Controlador  Lógico  Programável,  CLP, é basicamente um computador que executa funções previamente programadas e salvas em sua memória, porém esse computador possui funções diferentes dos utilizados comumente para acessar internet, imprimir documentos e etc.

O serviço do CLP no mundo da automação consiste basicamente em dar um cérebro para um corpo mecânico e dali então dar vida para aquela máquina, dessa forma através da programação criada por um profissional da área o sistema irá executar todas as tarefas projetadas e inseridas na sua programação, fazendo assim com que o CLP tenha diversas aplicações porém sempre com o mesmo objetivo Comunicação Entre a IHM e CLP Pois bem, como já sabemos o que cada um dos equipamentos tem como funcionalidade podemos então entender como o CLP e a IHM podem trabalhar em conjunto. Sabendo que o CLP será o responsável por transmitir as informações até o local a ser comandado, ou seja, para melhor ilustrar, vamos lembrar da automação residencial, vamos fazer uma programação para controle de abertura da cortina da sala de estar, dessa forma uma programação especifica para essa tarefa e processo será projetada e inserida na memória do CLP e toda vez que você apertar determinado botão o CLP irá “rodar” a programação especifica para aquela ação.

Dessa forma, para que as atividades sejam  mais dinâmicas e a interação mais abrangente, você pode instalar uma  IHM junto com seu  CLP , então ao invés de ir até certo ponto e dar o comando da cortina que nesse caso terá diversas opções de abertura, você simplesmente de um único ponto poderá dar o comando com a intensidade de abertura da cortina e também é possível  graficamente visualizar todos pontos de comandados da sua casa e qual status de cada um, visualizar as imagens das câmeras de segurança e outras funções que forem atribuídas para cada ocasião.


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O QUE É O CLP?




O QUE É O CLP?

Você já sabe que não existe possibilidade de falar de automação se não iniciarmos a conversa com três letras, são elas: CLP, neste artigo iremos tratar da ferramenta mais utilizada no processo de Automação Industrial e que vem ganhando força também na Automação residencial, o chamado CLP. O Controlador Lógico Programável é sem dúvidas a inteligência no processo de automatização de máquinas e/ou ambientes, isto mesmo, o responsável pela inteligência. Assim, para iniciar, vamos entender em linhas gerais o que ele é e para o que ele serve.

O QUE É ?

O Controlador Lógico Programável ou CLP é um computador que executa funções específicas através de um programa criado por um ser humano. Podemos dizer que é um computador com competências diferentes daquelas de um computador comum que utilizamos no dia a dia, o qual serve para acessar a internet, fazer impressões, gravar vídeos etc.

PARA QUE SERVE?
Ao gerenciar processos de forma automatizada, precisamos de um equipamento para controlar o nosso sistema mecânico. Em outras palavras, para que o sistema mecânico fique inteligente, precisamos de um “cérebro”, o qual conterá as informações necessárias para que o sistema “saiba” o que está fazendo.

Mas como assim?
Bem, podemos citar como exemplo uma mesa elevatória de uma linha de produção de uma montadora, que tem por função elevar os carros de um andar ao outro da fábrica. Seu sistema mecânico consistirá basicamente nos movimentos necessários para subir e descer. Mas como a mesa vai “saber” quando há um carro em cima dela? Como ela irá saber qual a hora de parar de subir? E se der a louca nela e ela continuar se elevando até estourar seus cabos?




Pois é… Para que isso não aconteça, precisamos de equipamentos de programação que contenham as informações corretas sobre a posição em que a mesa deve estar, se é hora de subir, se é hora de descer, se o carro já está em cima dela, se o carro já foi transferido para a próxima etapa etc. Portanto, de modo geral, o CLP é um desses equipamentos que são utilizados para armazenar essas informações, fazendo o papel de “cérebro” do sistema.
Como foi dito, o CLP não é o único equipamento utilizado para esse fim, mas sendo um dos mais conhecidos e utilizados, decidimos começar por ele. Aos poucos iremos incluir artigos sobre outros equipamentos de automação.

CLP X PLC

 

É possível que você se depare por aí com essas duas siglas e, assim como muitas pessoas, pode acabar pensando que CLP e PLC se tratam de dois equipamentos diferentes.

Para evitar confusões, basta saber que não. Ambos se tratam do mesmo equipamento, sendo a primeira sigla correspondente ao nome do equipamento em português e a segunda em inglês, conforme segue:

·         CLP      = Controlador Lógico Programável

·         PLC      = Programmable Logic Controller

 

HISTÓRIA DO CLP

Agora que você já sabe qual a função do CLP, iremos entender de onde ele veio. O Controlador Lógico Programável foi primeiramente utilizado na empresa General Motors na década de 60, devido à sua necessidade de alterar processos de forma rápida e com menor custo.

O que isso significa?

Processos dentro de uma indústria são as etapas pelas quais os produtos passam. Devido à constante necessidade de maior eficiência, produtividade e competitividade, torna-se necessário fazer alterações nesses processos de modo a modernizá-los e isso pode envolver reestruturas com relação a equipamentos, reprogramação de informações etc.
Anteriormente os processos eram controlados por comandos elétricos, os quais ocupavam um grande espaço físico. Caso houvesse a necessidade de realizar alguma alteração objetivando melhorias, ou mesmo a necessidade de reparos, seria necessário desmontar muitos painéis de comandos elétricos, fator que envolveria um grande número de pessoas, além de uma considerável perda de tempo. E, como sabemos, tempo é dinheiro, certo?
Com isso, em 1968, a Divisão Hydramatic da GM determinou os critérios para o projeto do CLP e o primeiro dispositivo criado para atender a essas especificações foi desenvolvido pela Gould Modicom, em 1969.
Assim, com a utilização do CLP, basta um computador e uma pessoa para manipular o programa de forma simples, o que tornou possível simplificar a alteração dos processos, reduzindo tempo, mão-de-obra e obtendo, consequentemente, lucros significativos.
Obviamente, com a evolução da tecnologia, houve grandes avanços e constantes aperfeiçoamentos das funções do CLP desde sua criação ao que ele é nos dias de hoje.
Seu uso também vem se expandindo. Apesar de ser dedicado normalmente às indústrias, o CLP vem também ganhando espaço na utilização em residências. Essa abordagem é chamada especificamente de Automação Residencial, mas isso já é assunto para outro post.
Agora que você já tem uma visão geral sobre o que é, para o que serve e de onde surgiu o CLP, fique no aguardo dos próximos artigos, nos quais iremos tratar mais especificamente sobre suas funções.


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