Qual Diferença entre Transformadores a Seco e a Óleo.




Qual Diferença entre Transformadores a Seco e a Óleo.




Transformador é um assunto muito sério, um assunto que envolve muito dinheiro tanto na compra quanto na sua manutenção, porém dependendo do porte de uma indústria é de extrema importância que tenha seus transformadores, mas e ai você sabe algumas diferenças entre os trafo a seco com trafo óleo?


Bom, nesse artigo vamos abordar esse tema intrigante sobre transformadores, vamos fazer uma breve analise sobre os benefícios de cada modelo, o porquê existe cada um e qual o motivo do uso de óleo ou ar em transformador.

Por que se usa óleo ou ar (seco) nos transformadores

Todo transformador possui um aquecimento muito alto, esse aquecimento é gerado pelo efeito joule e também pelas correntes parasitas, dessa forma para realizar o resfriamento é desenvolvido geradores a óleo e a seco.


Esse resfriamento ocorre com a troca de calor entre o óleo e ambiente e no outro modelo com a troca de ar. Alguns transformadores para geração e transmissão de energia utilizam bombas para poder recircular esses materiais.


Em outro momento esses dois materiais funcionam como isolantes das bobinas, com isso o óleo possui uma maior eficiência nesse modo, pois se compararmos a rigidez dielétrica entre o ar e o óleo de cara vemos que um transformador a seco será muito maior do que um a óleo se compararmos mesmas potencia e capacidades.





Qual modelo de Trafo é melhor?

Estamos falando de um produto com alto valor agregado, então se você está realizando um projeto para alguma empresa ou então é o comprador de alguma empresa e está pesquisando sobre o assunto a primeira dica é, normatização.


Consulte a NBR 14039 antes de iniciar seu projeto, nela podemos notar que existe um fator quase que decisivo para a compra ou instalação de um trafo, pois essa norma relata fortemente que se o transformador for parte integrante da instalação da empresa ele não pode ser a óleo, isso se deve ao grau de risco muito mais elevado, dessa forma um transformador a óleo só pode ser instalado em Subestações externas, mas vamos entender melhor as comparações.


Entre esses dois modelos de trafo a seco ou a óleo existem quatro pontos chave para que se determine qual a empresa estará adquirindo.


O primeiro ponto que se deve pensar é a segurança do transformador. Nesse aspecto o transformador a óleo tem uma grande desvantagem referente ao a seco, pois o óleo utilizado é altamente inflamável e sua pintura é feita com base epóxi, sendo assim dependendo de onde será instalado pode ser um fator decisivo para sua empresa, o que não será caso a mesma já possua uma subestação externa preparada para esse equipamento.


O segundo ponto que deve ser analisado é onde o transformador será instalado e a onde estão as máquinas que faram uso desse equipamento, isso deve ser muito bem observado pois o cabeamento de alta tensão com elevados grau de proteção custam caro. 


Com isso um transformador a seco sai na frente, pois pode ser instalado dentro da empresa próximo as máquinas.


Ainda no gancho de instalação o terceiro ponto a ser observado é o custo de manutenção, e quando falamos nisso não pense somente nas peças de reposição mas pense quanto tempo cada tipo leva para que a manutenção seja completa.


E o quarto ponto é a questão ambiental, um ponto tão importante quanto a segurança, pois por mais que a empresa tenha uma subestação externa um vazamento de óleo pode dar uma enorme dor de cabeça para empresa. Sendo assim vamos então resumir os prós e contra desses transformadores para que vocês analisem de acordo com a situação que estão passando, veja:

Abaixo um breve resumo entre trafo a óleo e a seco.



  • Restrições ecológicas:
    • Seco: Isento;
    • Óleo: Contaminação por óleo isolante;

  • Segurança:
    • Seco: Propriedades auto extinguível e sem propagação de chamas;
    • Óleo: Utilização de material inflável e risco de explosão;


  • Custo de instalação:
    • Seco: Menor;
    • Óleo: Maior;


  • Instalação:
    • Seco: Habilitado para instalação interna, não necessita porta/parede corta fogo, necessita somente de um gabinete de proteção;
    • Óleo: Interna ou externa é necessário a construção de uma sala especial;

  • Manutenção:
    • Seco: Isento de substituições;
    • Óleo: Necessário substitui óleo isolante e guarnições periodicamente conforme cada fabricante.

Enfim, façam suas analises, levem em consideração todos os pontos que foram levantados sobre transformadores a óleo e a seco antes de decidir qual será mais adequado, não leve em consideração como ponto decisivo somente a questão do preço lembre-se que se trata de um projeto de longo prazo.



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O que é Dimmer Touch Screen .






O que é Dimmer Touch Screen .




Não é de hoje que existe a necessidade e vontade de se controlar luminosidades ou velocidades de ventiladores. 

Esse pedido para os eletricistas são os mais comuns e sempre a opção mais assertiva é o uso do dimmer e sempre quando falamos de dimmer vem em nossa mente aquele interruptor com um botão giratório encontrado em grande escala nos ventiladores de teto.


Esse equipamento evoluiu como tudo evolui e hoje já existe no mercado dimmers por contato, isso mesmo basicamente um Dimmer Touch Screen. Vamos então nesse artigo falar um pouco mais sobre dimmer, aprofundar o assunto nesse novo modelo do equipamento e apresentar aqui os diagramas de ligação.


O que é um dimmer e seu princípio técnico?


Os dimmers funcionam com o princípio dos semicondutores da família dos tiristores, sendo assim possuem a enorme capacidade de controlar potencias elevadas, dessa forma em escala residencial executam o controle de intensidade do brilho de lâmpadas, controlar a velocidade dos motores de ventiladores e também a potência térmica.


Dimmer ou controladores de potência, nada mais são do que circuitos que ao serem aplicados com cargas nas redes elétricas possibilitam ao usuário ter controle da potência entregue nos equipamentos. Enfim, a base de funcionamento, ou melhor, dizendo a grosso modo, o dimmer executa um trabalho da lei de Ohm na rede, limitando a passagem de corrente para o equipamento a ser controlado.


Aplicações do Dimmer e instruções de ligação.



O uso do dimmer se dá em série com o equipamento a ser controlado, dessa forma desenhamos a seguinte linha de raciocínio para sua instalação e aplicação.


Dimmers ligados em serie com lâmpadas incandescentes permitem o controle da intensidade de brilho da mesma, já se ligados em serie com motores universais, tais como os de ventiladores, vão permitir o controle da velocidade a ser desempenhada pelo equipamento e por fim, ligando um dimmer em série com equipamentos de aquecimento, por exemplo uma torneira elétrica ou chuveiro, vai permitir ao usuário o controle da temperatura da agua.


Temos que saber também na hora de projetar onde estaremos instalando o dimmer onde de fato eles podem e não podem ser instalados. Infelizmente, esses tipos de controladores só podem ser utilizados em cargas resistivas ou então cargas que são formadas por um único rolamento indutivo como é o caso dos motores universais e transformadores.
Sendo assim, nunca instale um dimmer para controlar luminosidade de lâmpadas eletrônicas, fluorescentes ou qualquer que seja o equipamento eletrônico, isso poderá danificar o equipamento, sendo assim teremos utilizar outros artifícios como a domótica para controlar tais equipamentos.


Confira então na imagem abaixo como executar as ligações.



Como escolher um dimmer

Antes de instalar um dimmer o eletricista deve estar muito atento as especificações técnicas do dimmer para com o equipamento a ser controlado, pois caso a corrente que o equipamento necessita para o funcionamento for superior a corrente de controle do dimmer, certamente haverá ali uma queima.


No mercado é possível encontrar dimmer em casas especializadas que vão de 8 até 32 amperes, com isso você pode selecionar aquele que melhor atende sua aplicação, esses modelos que encontramos nas lojas de elétrica são compostos e projetados com triacs, ou seja, podem suportar uma potência de até 800w em uma rede de 110v ou então o dobro caso utilizado na rede de 22v.


Existem ainda os controladores de temperatura para chuveiros e torneiras elétricas, esses dimmers são especiais e podem suportar até 6000w, tudo vai depender do triac que foi utilizado no projeto do dispositivo.


Por isso que você eletricista ao instalar um dimmer deve além de se preocupar com a rede de trabalho, preocupar-se com a corrente que a carga a ser comandada irá demandar.
Vamos pensar num exemplo, imagine uma torneira elétrica de 4400w em uma rede de 220v, esse equipamento irá demandar uma corrente de 20 amperes, pois:




Dimmer touch screen

Esse modelo de dimmer vem cada dia mais ganhando as residências daqueles que amam ter a tecnologia em sua volta, esse modelo de dimmer não possui o botão giratório, mas podem variar de chapas metálicas ou vidro.


Cada modelo chapa ou vidro possuem um diagrama interno especifico, sendo o por chapa feito com triac e CI e os de vidro com microprocessadores.


Seu funcionamento é relativamente simples, a chapinha ou vidro devem ser tocadas com os dedos, e de acordo com o tempo de permanência dos dedos na tela a luminosidade da lâmpada, por exemplo, irá se alterar. 


A instalação não se altera somente sua lógica interna.


Enfim, use o dimmer para controle das cargas corretas, lembrando-se da negação para eletrônicos, caso na sua instalação o dimmer não funcionar basta inverter os fios de ligação, caso ocorra interferências em outros equipamentos utilize filtros.




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Como Funciona uma Máquina de Solda Elétrica.




Como Funciona uma Máquina de Solda Elétrica.


Em alguns trabalhos há a necessidade de se fazer alguns trabalhos mais mecânicos do que elétricos, isso para garantir instalação de equipamentos, processos, enfim qualquer que seja o trabalho. Sendo assim em muitos casos podemos utilizar uma máquina de solda elétrica, ou então alguém nos entrega-las para manutenção.



Você sabe como ela funciona e quais as diferenças entre máquina de solda transformadora e máquina de solda inversora?


Vamos então nesse artigo esclarecer um pouco mais sobre essa dúvida e ainda disponibilizar uma reflexão e tabela sobre como regular a corrente elétrica de uma máquina de solda.

Princípios de funcionamento da máquina de solda elétrica




Maquinas de solda elétrica trabalham sob alimentação de alguma fonte de energia elétrica, seja ela corrente continua ou alternada, dentro dessas maquinas existem dois sistemas de processamento da energia, sendo ela transformadora ou inversora, porém como resultado de saída da máquina de solda elétrica ambas irão gerar um arco elétrico.


Esse arco elétrico gerado quando a ponta do eletrodo entra em contato com a parte metálica a ser emendada fornece um calor necessário para fundir o material da haste do eletrodo com o metal do objeto a ser soldado, isso tudo decorrente do valor de corrente aplicado na máquina de solda, ou seja, quanto maior a corrente maior será essa temperatura.



Nem sempre um alto valor de corrente resultara numa soldagem mais fácil ou mais eficiente, assim como um valor muito baixo também pode não ser benéfico. Sendo assim, deve-se regular o valor de corrente a ser utilizado conforme cada aplicação que será executada, evitando assim que o trabalho seja mal feito.



De um modo geral, as maquinas de solda além de funcionarem a base de energia elétrica, podem também ser a gás. Não sendo como regra mas apenas para ter noção de rede de distribuição, segurança na instalação elétrica, proteção, cabeamento, etc, as maquinas elétricas funcionam numa média de 80 A na saída efetiva para trabalho nas altas correntes, ainda existem processo por pontos, utilizado muito nas linhas de produção automotivas, essas chegam a 1200 A.



As fontes de alimentação de uma maquinam de solda podem ser tanto a rede de distribuição, baterias automotivas, ou ainda geradores mecânicos internos do equipamento. Nas industrias as maquinas de solda automatizadas utilizam em grande parte o sistema inversor de altas frequências, girando em torno de 10 khz para mais, e todo processo controlado por meio de softwares.


Diferença entre máquinas de solda transformadora e máquina de solda inversora


Se pegarmos para analisar iremos encontrar no mundo profissional que o uso de máquina de solda por processo transformador tem sido o mais utilizado nos últimos anos, porém como tudo evolui, no mundo das soldas a questão não foi diferente, as máquinas evoluíram suas tecnologias, dessa forma na hora de comprar por exemplo uma máquina de solda você vai se deparar com a tecnologia transformador e inversor, mas e ai quais as suas diferenças? 


Vamos aqui então falar dentro de cada aspecto qual modelo se sai melhor e as diferenças, confira:
  • Aspecto tecnológico: As maquinas por processo de transformador são formadas por núcleo revestido de bobinas de fios de cobre esmaltado, possuem seu trabalho em corrente alternada e de acordo com o posicionamento do núcleo os valores de corrente e tensão são alterados e devido a estrutura do equipamento podem possuir dificuldades com alguns tipos de eletrodos. Por outro lado os inversores possuem sua composição por circuitos eletrônicos, a alteração de valores de corrente e tensão são bem mais simples e fáceis de executar, são mais potentes e possuem uma gama muito superior de compatibilidade de eletrodos;

  • Aspecto consumo energético: Por simples analogia podemos perceber que as maquinas inversoras de solda são as que aproveitam melhor a energia, sendo assim são mais econômicas do que as transformadoras;



  • Aspecto de trabalho: Nesse ponto analisamos o período em que as maquinas permanecem em trabalho, seja ponteamento ou soldagem, o que isso significa, medimos o quanto o equipamento consegue permanecer soldando sem perder valores de corrente por exemplo, e nesse quesito novamente as inversoras possuem melhor desempenho;

  • Aspecto estrutural: Ao analisar as maquinas de cara notamos que as inversoras são mais compactas e leves, possibilitando seu transporte nos setores mais confinados. Já as transformadoras por possuir núcleos de transformadores são mais pesadas e largas;

  • Aspecto usabilidade: As maquinas inversoras possuem seleção de corrente e tensão através de botões potenciômetros em sua grande maioria, algumas ainda possuem telas eletrônicas para seleção, já as transformadoras o processo se dá por manivela, isso pode ser desgastante e às vezes impreciso.

Ajuste de corrente elétrica das máquinas de solda



O ajuste da corrente ideal para o trabalho se dá para garantir que a solda ou ponteamento seja bem executado, sendo assim, existem duas maneiras, uma mais complexa onde deve-se conhecer bem os códigos dos eletrodos e suas reações nas mais diversas aplicações.


Já uma outra mais simples consiste em calcular a corrente elétrica de uso em função do diâmetro do eletrodo a ser aplicado, basicamente pela norma AWS pede-se para calcular 30 A de corrente para cada milímetro do diâmetro, porém nessa tabela podemos ter uma relação simples e rápida das correntes em função dos eletrodos.



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