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Conheça aqui o Diodo Laser! #grupoweb

diodo laser, ou LD, é um componente eletrônico semicondutor, ele é formado por uma junção pn semelhante ao encontrado em um díodo de emissão de luz (LED).
O Diodo laser pode ser feito de diversas substancias como metais, gases e pedras preciosas, que geram luz quando excitadas por uma fonte de energia. O nome LASER vem do inglês, Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou seja, amplificação de luz pela emissão estimulada de radiação. Em linguagem simples podemos dizer que o diodo laser nada mais é que um amplificador de luz.
O primeiro diodo laser foi demonstrado em 1962 por dois grupos de norte-americanos liderados por Robert N.Hall da General Electric  e por Marshall Nathan no TJ Watson da IBM.
O diodo a laser tem uma vasta gama de utilizações que incluem a gravação e leitura de CD, DVD e Blu-ray, na comunicação de fibra óptica, sistema de iluminação especial, leitores de código de barras, caneta laser,  impressão a laser, scanners,  depilação, corte, perfuração, bisturi, etc.

O Diodos Laser



O diodo laser é eletricamente comparado a um diodo Pin, apesar da pesquisa com o diodo laser inicialmente foi realizado em diodos PN simples, todos os lasers modernos usam a  ” double-heterostructure “, onde as operadoras e os fótons estão confinados a fim de maximizar suas chances de recombinação e geração de luz.
Ao contrário de um diodo normal, a meta para um diodo laser é de recombinar todas as carriers da região I, e produzir luz. Assim, diodos laser são fabricados utilizando semicondutores de banda direta.

Como funciona o diodo laser

Os laseres são formados por uma zona ativa dentro da cavidade laser onde ocorre a emissão de luz estimulada. Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do diodo.


No caso dos diodos lasers para CD/DVD eles possuem 3 terminais, sendo:
1 – + diodo Laser (emissor do laser)
2 – – Comum GND
3 – + Fotodiodo (receptor do feixe de laser refletido do disco)

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Encapsulamentos de Circuitos Integrados

O que é um encapsulamento de circuitos integrados?

O encapsulamento de CIs é basicamente um invólucro de proteção que envolve o chip de silício de um circuito integrado. Sua principal função é proteger o chip contra umidade, corrosão e isolar os pinos. O encapsulamento pode ser feito de material metálico, cerâmico ou de poliméricos (plásticos).

Neste artigo iremos mostrar os principais encapsulamentos de circuitos integrados, são as versões DIP SIP e ZIP, com seus sub-encapsulamentos.

Tipos de Encapsulamentos de Circuito Integrado

Existem vários tipos de encapsulamentos de circuito integrado Through-hole package,  aqui estão só as versões básicas, pois existem centenas de tipos de encapsulamentos de circuito integrado, sem contar os obsoletos, híbridos e especiais de alguns fabricantes.

Encapsulamento DIP



DIP (Dual In-Line Package), traduzindo diretamente para o português, quer dizer pacote com duas fileiras de pinos nos lados cumpridos. O encapsulamento DIP é um dos mais populares para circuito integrado multiterminal.
Geralmente apos a sigla DIP existe um numero, ele corresponde ao numero de terminais ou pinos, acima na imagem um circuito integrado DIP18, se fosse um microcontrolador ATmega8 com 28 pinos o encapsulamento seria DIP28.
O encapsulamento DIP é plástico e serve para diversos tipos de circuitos, como CMOS, TLL, amplificadores operacionais,  microcontroladores, amplificadores de áudio de baixa potência, etc.


Dependendo do material, espaço de pinos ou função especial que o circuito integrado é construído ele recebe uma letra antes do DIP, PDIP para invólucro de plástico e CDIP para invólucro de cerâmica como no exemplo cima.
Acima um SDIP (Shopping) – um circuito integrado DIP, mas com uma menor distância entre os pinos e com os pinos mais finos. Ele é usado em microprocessadores, controladores e CPU de diversos aparelhos eletrônicos.


Existem algumas versões do encapsulamento DIP como o HDIP (Heat-dissipating), que são geralmente circuitos eletrônicos de média corrente e que tem que dissipar muito calor.  Por este motivo ele tem uma espécie de asa entre no lugar dos pinos centrais.
Este encapsulamento é usado em amplificadores de áudio de média potência, controle de pequenos motores, etc.

Encapsulamento SIP


SIP (Single In line Package) traduzindo diretamente para o português, quer dizer pacote com uma fileira de pinos. O encapsulamento SIP também é bem popular, ele tem a vantagem de ocupar menos espaço.


Acima uma versões do encapsulamento SIP com dissipador de calor, invólucro HDIP (Heat-dissipating), que são geralmente circuitos eletrônicos de média corrente e que tem que dissipar muito calor.
Encapsulamento ZIP
O encapsulamento ZIP (Zigzag In line Package) é igual ao SIP só que os pinos estão dispostos em zigzag (imagem acima) , este encapsulamento também existe a versão HZIP (Heat-dissipating) com dissipador.


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Contatores Eletromagnéticos

Contator é um dispositivo eletromecânico que permite, a partir de um circuito de comando, efetuar o controle de cargas num circuito de potência. Essas cargas podem ser de qualquer tipo, desde tensões diferentes do circuito de comando, até conter múltiplas fases.




1 - Câmara de extinção de arco.
2 - Base
3 - Bobina
4 - Suporte do contato móvel
5 - Guia eletromagnética móvel
5 - Guia eletromagnética fixa
6 - Anel
7 - Contato fixo
8 - Contato móvel
9 - Parafuso do terminal
10 - Bobina
11 - Mola de retorno
12 - Capa protetora



Vantagem do emprego de Contatores:

- Comando à distância
- Elevado número de manobras
- Grande vida útil mecânica
- Pequeno espaço para montagem
- Garantia de contato imediato
- Tensão de operação de 85 a 110% da tensão nominal prevista para contator
- Maior numero de contatos

Tipos de Contatores:

Os contatores podem ser do tipo principais, que geralmente possuem três contatos NA (normalmente abertos) de potência, dois NAs auxiliares, ou seja, de comando, e mais dois NFs (normalmente fechados) auxiliares, também para o comando.
Também podem ser do tipo auxiliar, que possuem contatos apenas de comando, ou seja, seus contatos suportam uma menor corrente do que os principais. Vale lembrar que os contatores em geral possuem os chamados blocos adicionais (ou aditivos), que são vendidos separadamente e possuem a função de proporcionar contatos adicionais ao contator (alguns modelos são de acoplamento frontal e outros de acoplamento lateral).

Principais fabricantes:

- WEG (marca brasileira tradicional em motores e comandos elétricos)
- Metalões (outra marca brasileira tradicional em acionamentos eletromecânicos)
- Schnneider-Electric (marca francesa que detém a tradicional linha Telemecanique)
- Siemens (marca alemã tradicional em comandos elétricos, eletrônica, etc.)
- Moeller Eletric (marca alemã adquirida em 2008 pela Eaton)
- Steck (desde 1975 no mercado com versões normais e mini para encaixe em trilhos DIN 35mm)
- ABB (marca suíça tradicional em alta, média e baixa tensão)

Outras marcas:
JNG (Joining), BHS, Chint, Steck, Westinghouse, GE, Allen-Bradley, Omron, LG (LS), entre muitas outras.

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Tipos de capacitores


Como vimos na matéria anterior (Veja aqui comofuncionam os capacitores) podemos definir de como componentes que armazenam cargas elétricas num campo elétrico, eles servem para estabilizar e reduzir o ripple (uma perda, leva de queda de tensão). 


1- Capacitor Eletrolítico:


Diferencia-se dos demais por ter o material dielétrico de espessura extremamente pequena com relação aos outros. Internamente é composto por duas folhas de alumínio, separadas por uma camada de óxido de alumínio, enroladas e embebidas em um eletrólito líquido. Este capacitor possui polaridade, ou seja, um jeito correto de coloca-lo em qualquer circuito (terminal maior o positivo), caso ele seja polarizado da maneira incorreta, o capacitor entra em processo de curto circuito. Neste capacitor é muito perigoso polariza-lo incorretamente, pois ele pode explodir liberando gases. Os mais modernos não explodem nestes casos, apenas incham. Geralmente este capacitor vem com marcação de qual terminal é positivo e qual é negativo. Esse tipo de capacitor é encontrado em fontes de tensão, onde além de tornar a fonte mais estável é capaz de filtrar possíveis ruídos que possam vir da rede elétrica.


2- Capacitor de Poliéster:

Formado por várias camadas de poliéster e alumínio, o que o torna bastante compacto. Este capacitor tem uma capacidade de autorregeneração, no caso de dano entre as camadas (por pulsos de tensão acima do especificado, por exemplo), o material metálico que está sobre a folha de poliéster evapora, por ser muito fino, evitando um curto circuito. A quantidade de folhas e a espessura das mesmas determinam a capacitância deste capacitor.

3- Capacitor Cerâmico:

Um dos modelos mais conhecidos e usados. Consiste em um disco de cerâmica (material dielétrico), com duas fitas metálicas em cada uma das suas faces. Este capacitor geralmente causa certa confusão nos valores descritos sobre sua superfície (como valor de capacitância, por exemplo). São usados para circuitos de alta frequência e corrente contínua, e armazenam pequenas quantidades de cargas elétricas. São encontrados em televisões, rádios, flash de câmeras, roteadores etc.

 4- Capacitor de Tântalo:

São usados para substituir os capacitores de eletrolítico, quando se quer minimizar o circuito. Seu material dielétrico é o Óxido de Tântalo, tem baixa corrente de fuga, e uma vida útil geralmente maior do que de outros eletrolíticos. Estes também merecem cuidado na hora da polarização, pois se polariza-lo de maneira incorreta certamente ocasionará em uma explosão imediata. Para prevenir isto, como de costume, os fabricantes tomam o cuidado de deixar o terminal positivo maior que o terminal negativo.

5- Capacitor de Mica:



O material dielétrico deste capacitor, obviamente, é a mica. As placas são de prata, e estas envolvem a folha de mica. Altamente estável quanto à temperatura e possui baixa perda de carga. Muito usado sem circuitos osciladores e circuitos ressonantes. Estes capacitores podem ou não possuir terminais, como os já citados possuem. Alguns modelos são soldados diretamente na placa a qual será montado o circuito, isso ocasiona uma boa dissipação do calor quando se está trabalhando com potências elevadas.

6- Capacitor SMD: 

São usados em todo tipo de equipamentos eletrônicos. O material dielétrico destes capacitores pode ser de cerâmica, tântalo, entre outros. Por serem muito pequenos, geralmente são montados nos circuitos por robôs. Ele não possui terminais, este componente é de montagem em superfície.

7- Capacitor variável:


São usados em circuitos sintonizados, como a sintonia de um rádio. O material dielétrico geralmente é o ar, e as placas são de alumínio ou latão. Não são indicados para trabalhar em altas potencias e tensões elevadas.
8- Capacitor a Óleo e Papel:

Não são mais fabricados, e por isso são verdadeiras raridades. Eles eram usados em equipamentos valvulados, onde requer alta isolação. Sua composição era de fitas de alumínio enroladas em um papel embebido por óleo. Da mesma forma, os capacitores de papel já não são mais fabricados, eles eram usados nos primórdios da eletrônica. Eram constituídos por folhas metálicas e um tubo enrolado de papel. Estes materiais eram embebidos de cera de abelha.
Basicamente, os capacitores tem a mesma função: armazenar energia. O que os diferencia geralmente são a aplicação e o material dielétrico, como foi possível ser observado na lista anterior. Capacitores são usados há muito tempo, e por isso existem tantas variações, para se adequarem as necessidades que foram surgindo ao decorrer da evolução da eletrônica.
Crédito da matéria: Mundo da elétrica.

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Como funcionam os Disjuntores?

Conhecidos também como “Chaves” para ligar ou desligar o padrão de energia, ou até mesmo as chaves de segurança dentro dos painéis e quadros de distribuição de eletricidade.  Sua principal função é a proteção, mas devido sua composição física (mecânica) proporciona o seccionamento de circuitos, sendo utilizado também como elemento para ligar e desligar circuitos e cargas.



Agregando as duas funções acima citadas, os disjuntores são substitutos naturais para os fusíveis que tem função parecida de proteção dos circuitos, mas nem sempre proporcionam o seccionamento de carga. Outra grande diferença entre os dois é que os fusíveis podem queimar e devem ser descartados e substituídos, já os disjuntores só precisam ser rearmados e reutilizados muitas e muitas vezes até que apresentem algum tipo de problema.
Os disjuntores funcionam como um interruptor de desarme automático quando estiver sobrecarregado ou em curto circuito. Projetado para suportar uma determinada corrente elétrica, caso ocorra um pico de corrente ou mesmo um curto circuito que eleve consideravelmente a corrente acima dos limites suportados, o mesmo interrompe o circuito, protendo toda instalação elétrica.


Tipo de Disjuntores




- Disjuntores Térmicos
Funcionam através da deformação de uma lâmina bimetálica, quando ocorre uma sobre carga e a corrente elétrica neste disjuntor é maior que a aceitável, a lâmina se aquece por efeito joule e começa a se deformar, abrindo o contato seccionado protegendo o circuito.

- Disjuntores Magnéticos
O disjuntor Magnético segue praticamente a lei do Eletromagnetismo, onde uma corrente elétrica percorre um condutor, gera um campo magnético que nos permite dimensionar uma bobina que quando atingida por uma forte corrente elétrica desloca um contato seccionando assim um circuito. A vantagem do Disjuntor Magnético é a velocidade e precisão da interrupção, protegendo contra curtos circuitos. O seu valor do disjuntor no mercado é mais elevado e em caso de desarme pode-se fazer necessário à substituição do fusível.


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Interface de Operação (IHM)



O que é IHM?

IHM significa “Interface ou Interação Homem-máquina”. Interface com display LCD (STN/TFT), touch-screen ou teclado mecânico, podendo ser monocromáticas ou coloridas, prontas para atender as mais diversas aplicações. Para compreender do que se trata essa interação, é só imaginar como você se comunica com seu computador, celular, caixas eletrônicos e etc.
O IHM Weg, pode se comunicar com os seguintes drives: CFW11, CFW09, CFW08, CFW700, SCA05, SCA06, SSW03, SSW04, SSW06 e SSW07.

Linha MT6000

 Parte da nova geração de IHMs gráficas coloridas touchscreen, a linha MT6000 é formada por modelos desenvolvidos e produzidos sob os mais rígidos critérios de qualidade. Com a preocupação de manter um visual moderno, aliado à softwares de programação flexíveis e versáteis, esta linha possui modelos de 4,3 ou 7 polegadas, de baixa a média resolução, portas seriais RS232/RS485 de comunicação, simulador do software aplicativo no computador e software de desenvolvimento gratuito.

Linha MT8000

A linha MT8000 é mais um lançamento da nova geração de IHMs gráficas coloridas touchscreen. Com modelos de 7, 10 e 15 polegadas, de média a alta resolução, esta linha destaca-se pela sua robustez, flexibilidade e design arrojado. Sua concepção permite a comunicação com uma vasta variedade de equipamentos, pois possui portas seriais RS232/RS485 e ethernet de comunicação, além de simulador do software aplicativo no computador e software de desenvolvimento gratuito.



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A importância do Aterramento Elétrico

Nas instalações elétricas de modo em geral, estamos frequentemente preocupados em garantir a segurança na utilização dos nossos equipamentos. Componentes de circuitos como relés, fusíveis ou disjuntores exercem a função de prevenir a degradação de nossos bens. O sistema mais eficaz na proteção contra correntes de fuga é o aterramento.



O que é aterramento?

Definimos aterramento como um sistema utilizado para evitar desequilíbrios na tensão elétrica de uma instalação qualquer, eliminar fugas de energia desbalanceadas as fases na rede externa (fornecimento) e prevenir contra choque elétrico através do contato humano com a carcaça (parte metálica) de equipamentos com falha no isolamento. O condutor de proteção é identificado pelas cores verde e amarela ou simplesmente verde, segundo padrão especificado na NBR 5410 (norma técnica da ABNT).
Atualmente as tomadas de força, que são aquelas nas quais podemos plugar nossos eletrodomésticos, possuem uma terceira entrada que corresponde ao condutor de proteção cujo potencial é zero absoluto (0 Volts). É importante não confundir o terra (PE) com o neutro (N), sendo dois conceitos essencialmente distintos.
Terra – Uma espécie de condutor baseado em haste metálica pelo qual não circula corrente em condições normais de funcionamento da instalação.
Neutro – Fornecido pela concessionária junto com o condutor fase serve como retorno para a corrente que percorre a instalação, aonde nem sempre o potencial verificado equivale à zero (a menos que ocorra equilíbrio entre as fases da rede elétrica).
Existem basicamente 3 tipos de sistemas de aterramento previstos pela norma técnica NBR 5410 da ABNT (que trata de instalações elétricas em baixa tensão) em suas subseções 6.3.3.1.1, 6.3.3.1.2 e 6.3.3.1.3. 

Matérias necessários:
- Haste de aterramento;
- Malha de aterramento;
- Estrutura metálica;

Todas as informações contidas nesse post são apenas informativas, consulte sempre a norma técnica ABNT NBR 5410 para garantir que o serviço praticado cumpra as normas e especificações de segurança apropriada.


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