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Conheça aqui os amplificadores operacionais e suas aplicações em projetos eletrônicos!

Um amplificador operacional ou amp op é um amplificador com ganho muito elevado. Tem dois terminais de entrada: um terminal designado por terminal inversor (-) e o outro identificado por terminal não inversor (+). A tensão de saída é a diferença entre as entradas + e -, multiplicado pelo ganho em malha aberta.
A saída do amplificador pode ser única ou diferencial, o que é menos comum. Os circuitos que utilizam amp ops frequentemente utilizam a realimentação negativa (negative feedback). Porque devido ao seu ganho elevado, o comportamento destes amplificadores é quase totalmente determinado pelos elementos de realimentação (feedback).


História
O amplificador operacional recebeu este nome porque foi projetado inicialmente para realizar operações matemáticas utilizando a tensão como uma analogia de outra quantidade. Esta é à base dos computadores analógicos onde os amp ops eram utilizados para realizar as operações matemáticas básicas (adiçãosubtraçãointegraçãodiferenciação, e outras). Neste sentido, um verdadeiro amplificador operacional é um elemento do circuito ideal. Os amplificadores reais utilizados, feitos de transístoresválvulas, ou outros componentes amplificadores, são aproximações deste modelo ideal.

Os amp ops foram desenvolvidos na era das válvulas termoiônicas, onde eles eram usados em computadores analógicos. Os amp op modernos são normalmente construídos em circuitos integrados, apesar de ocasionalmente serem feitos com transistores discretos, e geralmente possuem parâmetros uniformes com encapsulamentos e necessidades de alimentação padronizados, possuindo muitos usos na eletrônica.
A maioria dos amp ops simples duplos ou quádruplos disponíveis possuem uma pinagem padronizada que permite que um tipo seja substituído por outro sem mudanças na pinagem. Um amp op específico pode ser escolhido pelo seu ganho em malha aberta, largura de banda, nível de ruído, impedância de entrada, consumo da potência, ou uma combinação de alguns destes fatores. Historicamente, o primeiro amp op integrado a tornar-se largamente disponível foi o Fairchild UA-709, no final dos anos 60, porém isto foi rapidamente modificado pela performance superior do 741, que é mais fácil de utilizar, e provavelmente o mais conhecido da eletrônica - todos os principais fabricantes produzem uma versão deste chip clássico. O 741 possui transístores, e segundo os padrões modernos possui uma performance considerada média. Projetos melhorados baseados no transístor FETsurgiram no final dos anos 70, e as versões com MOSFET no início dos anos 80. Há ainda os chamados amp ops Bi-FET, que combinam transístores bipolares e MOSFETs, e que aproveitam as melhores características de ambos. Bi-FETs típicos são os CA3130 e CA3140 da RCA.
O uso em projetos eletrônicos
A possibilidade de usar os modelos em blocos dos amplificadores operacionais durante o projeto de circuitos faz com que circuitos complicados se tornem mais simples para se trabalhar e compreender, especialmente em esquemas muito grandes. Os amp ops podem ser usados como se tivessem propriedades idealizadas (ganho infinito, dissipação de calor perfeita, resposta de frequência estável, impedância de entrada infinita, impedância de saída nula, e outras respostas ideais).
Após o projeto inicial do circuito ter sido concluído (e muitas vezes modelado em computador), amp ops específicos são escolhidos de modo a ser o mais próximo possível dos critérios de projeto e de custo. Pode ocorrer que um amp op com todos os parâmetros desejados não possa ser encontrado e então procura-se o amplificador operacional que mais se aproxime da sua função pretendida no seu sub-circuito.
O circuito projetado provavelmente precisará de modificações para aceitar as qualidades dos amplificadores operacionais reais (performance menos-que-perfeita em muitas áreas). O mesmo é feito para praticamente todas as partes eletrônicas durante do desenvolvimento do projeto (onde estas também são utilizadas como perfeitas), isto deve ser feito de modo a fazer com que os componentes reais ajam os mais próximo possíveis dos ideais. Este processo de desenvolver os circuitos com partes ideais e então ajusta-las de acordo com suas versões reais é comumente verdadeiro em todos os componentes eletrônicos incluindo capacitoresindutoresresistênciastransistoresdiodos, etc.
Após as modificações necessárias, o resultado é um circuito final utilizando amp ops ideais. O objetivo do projeto é que qualquer erro ou discrepância restante seja insignificante na prática.

Comportamento em Corrente Contínua

O ganho em malha aberta é definido como a amplificação da entrada para a saída sem nenhuma realimentação (feedback) aplicada. Para a maioria dos cálculos práticos, o ganho em malha aberta é definido como infinito; na realidade, entretanto, ele é limitado pela quantidade de tensão aplicada à alimentação do amplificador operacional, (terminais Vs+ e Vs- no diagrama acima). Os dispositivos típicos possuem um ganho de malha aberta em Corrente Contínua entre 100,000 e 1 milhão. Isto permite que o ganho da aplicação seja ajustado utilizando a realimentação negativa. Os amp ops possuem limites de performance que o projetista deve manter em mente e muitas vezes trabalhar em torno disto.

Comportamento em Corrente Alternada

O ganho do amp op calculado em CC não se aplica a corrente alternada a frequências mais altas. Isto ocorre devido às limitações do componente, tais como sua largura de banda finita, e às características em CA do circuito ao qual é colocado. O problema mais bem conhecido no desenvolvimento de projetos com amp ops é a tendência de estes ressonarem a Altas frequências, em que mudanças na realimentação negativa mudam para realimentação positiva devido à mudança de fase.
Os amp ops típicos, de baixo custo possuem uma largura de banda de alguns MHz. Amp ops específicos e de alta velocidade podem atingir uma largura de banda de centenas de MHz. Para circuitos de frequência muito alta, um tipo completamente diferente de amp op, chamado amplificador operacional de realimentação de corrente é frequentemente usado.

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Fonte: Google

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Encapsulamentos de Circuitos Integrados

O que é um encapsulamento de circuitos integrados?

O encapsulamento de CIs é basicamente um invólucro de proteção que envolve o chip de silício de um circuito integrado. Sua principal função é proteger o chip contra umidade, corrosão e isolar os pinos. O encapsulamento pode ser feito de material metálico, cerâmico ou de poliméricos (plásticos).

Neste artigo iremos mostrar os principais encapsulamentos de circuitos integrados, são as versões DIP SIP e ZIP, com seus sub-encapsulamentos.

Tipos de Encapsulamentos de Circuito Integrado

Existem vários tipos de encapsulamentos de circuito integrado Through-hole package,  aqui estão só as versões básicas, pois existem centenas de tipos de encapsulamentos de circuito integrado, sem contar os obsoletos, híbridos e especiais de alguns fabricantes.

Encapsulamento DIP



DIP (Dual In-Line Package), traduzindo diretamente para o português, quer dizer pacote com duas fileiras de pinos nos lados cumpridos. O encapsulamento DIP é um dos mais populares para circuito integrado multiterminal.
Geralmente apos a sigla DIP existe um numero, ele corresponde ao numero de terminais ou pinos, acima na imagem um circuito integrado DIP18, se fosse um microcontrolador ATmega8 com 28 pinos o encapsulamento seria DIP28.
O encapsulamento DIP é plástico e serve para diversos tipos de circuitos, como CMOS, TLL, amplificadores operacionais,  microcontroladores, amplificadores de áudio de baixa potência, etc.


Dependendo do material, espaço de pinos ou função especial que o circuito integrado é construído ele recebe uma letra antes do DIP, PDIP para invólucro de plástico e CDIP para invólucro de cerâmica como no exemplo cima.
Acima um SDIP (Shopping) – um circuito integrado DIP, mas com uma menor distância entre os pinos e com os pinos mais finos. Ele é usado em microprocessadores, controladores e CPU de diversos aparelhos eletrônicos.


Existem algumas versões do encapsulamento DIP como o HDIP (Heat-dissipating), que são geralmente circuitos eletrônicos de média corrente e que tem que dissipar muito calor.  Por este motivo ele tem uma espécie de asa entre no lugar dos pinos centrais.
Este encapsulamento é usado em amplificadores de áudio de média potência, controle de pequenos motores, etc.

Encapsulamento SIP


SIP (Single In line Package) traduzindo diretamente para o português, quer dizer pacote com uma fileira de pinos. O encapsulamento SIP também é bem popular, ele tem a vantagem de ocupar menos espaço.


Acima uma versões do encapsulamento SIP com dissipador de calor, invólucro HDIP (Heat-dissipating), que são geralmente circuitos eletrônicos de média corrente e que tem que dissipar muito calor.
Encapsulamento ZIP
O encapsulamento ZIP (Zigzag In line Package) é igual ao SIP só que os pinos estão dispostos em zigzag (imagem acima) , este encapsulamento também existe a versão HZIP (Heat-dissipating) com dissipador.


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A importância dos Semicondutores!

Muito utilizado em equipamentos eletrônicos, os semicondutores são sólidos capazes de mudar sua condição de isolante para condutores com grande facilidade. Isso se deve ao fato de que os semicondutores possuem uma banda proibida intermediária.
 A banda proibida é a região localizada entre as bandas de valência, ou camada de valência do átomo, e a banda de condução (região onde, sob ação de um campo elétrico, se forma a corrente elétrica).


Quando os elétrons recebem certa quantidade de energia, eles se tornam livres e saem da camada de valência para a camada de condução. A condutividade dos semicondutores pode ser alterada variando-se a temperatura, o que faz com que atinjam uma condutividade semelhante a dos metais. Os semicondutores podem ser de silício ou germânio, utilizado para a fabricação de componentes eletrônicos, como, por exemplo, os transistores.


Bandas de Valência, banda proibida e banda de condução de: Isolantes, condutores e semicondutores.

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Confira aqui a função e evolução dos Transístor! #grupoweb

O transístor é um componente eletrônico que começou a popularizar-se na década de 1950, tendo sido o principal responsável pela revolução da eletrônica na década de 1960. São utilizados principalmente como amplificadores e interruptores de sinais elétricos, além de retificadores elétricos em um circuito, podendo ter variadas funções. O termo provém do inglês transfer resistor (resistor/resistência de transferência), como era conhecido pelos seus inventores.

 O processo de transferência de resistência, no caso de um circuito analógico, significa que a impedância característica do componente varia para cima ou para baixo da polarização pré-estabelecida. Graças a esta função, a corrente elétrica que passa entre coletor e emissor do transistor varia dentro de determinados parâmetros pré-estabelecidos pelo projetista do circuito eletrônico. Esta variação é feita através da variação de corrente num dos terminais chamados base, o que, consequentemente, ocasiona o processo de amplificação de sinal.
Entende-se por “amplificar” o procedimento de tornar um sinal elétrico mais forte. Um sinal elétrico de baixa intensidade, como os sinais gerados por um microfone, é injetado num circuito eletrônico (transistorizado, por exemplo), cuja função principal é transformar este sinal fraco gerado pelo microfone em sinais elétricos com as mesmas características, mas com potência suficiente para excitar os alto-falantes. A este processo todo se dá o nome de ganho de sinal.
É conveniente salientar que é praticamente impossível serem encontrados circuitos integrados que não possuam, internamente, centenas, milhares ou mesmo milhões de transistores, juntamente com outros componentes como resistores e condensadores. Por exemplo, o microprocessador Cell do console Playstation 3 tem aproximadamente 234 milhões de transistores, usando uma arquitetura de fabricação de 45 nanômetros, ou seja, a porta de controle de cada transistor tem apenas 45 milionésimos de um milímetro.

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Você sabe o que é um Varistor? Confira aqui!

Varistor é um componente eletrônico cuja função é de proteção contra altas tensões em circuitos. À medida que a diferença de potência sobre o varistor aumenta, sua resistência diminui. Também conhecidos como VDR do inglês Voltage Dependent Resistor.
Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos, tal como em filtros de linha. Montados em paralelo com o circuito que se deseja proteger, impedem que surtos de pequena duração os atinjam, por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". No caso de picos de tensão de maior duração, a alta corrente que circula pelo componente faz com que o dispositivo de proteção, disjuntor ou fusível, desarme, desconectando o circuito da fonte de alimentação. O VDR protege o equipamento a jusante desviando a sobretensão, ou sobrecorrente, para o terra, pois comporta-se como um curto-circuito submetido a altas tensões.
Imagem da aplicação dos Varistores em um Inversor CFW09 380V/86A, equipamento em manutenção no laboratório Web. Utilização dos Varistores entre as fases de entrada do equipamento (R, S e T).



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