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Função do inversor de frequência para bombas.




Função do inversor de frequência para bombas.

É um componente eletrônico que sua função numa motobomba é de controlar a velocidade de um motor de indução. No mercado ele é encontrado em diferentes formatos que vão desde bombas de água que já vem com o inversor de frequência de fábrica (placas internas que são instaladas nos equipamentos) até centrais de quadros de comando com visores e botões.

A utilização do inversor de frequência para bombas é mais comum em sistemas trifásicos. Mas, é possível adotar o dispositivo em redes monofásicas, neste caso será necessário considerar inversor com potência adequada para atender a rede.


Como funciona um inversor de frequência para bombas?

A principal função de um inversor numa bomba da água é variar a velocidade do motor, com a intenção de manter a vazão máxima sem gastar muita energia. Seu funcionamento é ilustrado no seguinte esquema:

A rede elétrica fornece uma frequência que determina simultaneamente a velocidade e o campo elétrico que o motor da bomba trabalhará;


O inversor ficará na entrada de energia do motor ou dentro da própria bomba
O trabalho do inversor para bombas será de aumentar a velocidade caso a frequência for mais alta, e reduzir a velocidade se a frequência for menor. Acelerando a rotação do motor gradativamente ao invés de acionar a bomba com a sua capacidade máxima de velocidade.
A motobomba não operará de forma desnecessária, e o seu motor não trabalhará fora das condições normais, descritas em seu manual. Mas, vale lembrar alguns detalhes que condicionam o funcionamento do inversor, entre eles estão:Desnível geométrico do terreno.


Altura estática
Tubulação
O projeto do sistema no qual a motobomba trabalhará precisa estar bem elaborado. Qualquer deformidade nesse aspecto, comprometerá não só o papel do inversor quanto o trabalho da bomba d’água.


As vantagens de um inversor de frequência

A redução do consumo energético é sem dúvida a principal vantagem desse tipo de equipamento. Porém, existem outros benefícios que orientam a instalação ou compra desse item, vejamos:

Programação de velocidade – é possível programar a velocidade do motor da bomba de acordo com o ritmo deseja. Isso é importante, pois se aproveita toda capacidade do torque do motor, e evita os freios mecânicos, o que compromete o tempo de vida útil do equipamento.

Praticidade de instalação – muitos quadros inversores de frequência disponíveis no mercado são montados de acordo com o projeto hidráulico do estabelecimento e só precisam ser ligados ao sistema que irá fazer parte. Claro que a instalação do equipamento deve ser feita por profissional qualificado.

Automatização – a maior parte dos modelos vendidos são automatizados. É só programar, que o inversor fará todo processo. O que reduz a intervenção humana, evitando a exposição a eletricidades e outros riscos, principalmente em áreas industriais.

Durabilidade das engrenagens – esse controle oferecido pelo inversor de frequência para bombas aumenta a durabilidade das engrenagens da máquina e do sistema.

Não haverá os choques mecânicos, que surgem na partida da bomba, por exemplo porque o inversos de frequência faz com que essa partida seja gradual, de acordo com a necessidade de pressão que o equipamento necessita, Ha uma diminuição nos gastos de válvulas, polias e outros componentes.

Aumento da vida útil da rede hidráulica: Com o inversor de frequência funcionando a rede hidráulica tem menos desgastes por conta da diminuição dos Golpes de Aríete conhecido como entrada de ar na rede que é causado pela variação de pressão e vazão de um equipamento sem o inversor.

Melhora na vazão – o sistema terá uma melhoria considerável na vazão de líquidos; se distribuirá de forma uniforme e precisa. Em sistema de abastecimento de água, se evita o desperdício.



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Somos especialistas em reparar Inversores de Frequência, Chaves de Partida, CLP e Servo-Conversores Multimarcas.


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Soft-Starter SSW07.




Soft-Starter SSW07.

Soft-Starter WEG são chaves de partida estática, destinadas à aceleração, desaceleração e proteção de motores de indução trifásicos. O controle da tensão aplicada ao motor, mediante o ajuste do ângulo de disparo dos tiristores, permite obter partidas e paradas suaves.

Com o ajuste adequado das variáveis, o torque produzido é ajustado à necessidade da carga, garantindo, desta forma, que a corrente solicitada seja a mínima necessária para a partida.

Proteção e Eficiência para a Sua Aplicação

A soft-starter SSW07 é uma chave de partida estática, projetada para a aceleração, desaceleração e proteção de motores elétricos de indução trifásicos, através do controle da tensão aplicada ao motor.

Compacta, ela contribui para a otimização de espaços em painéis elétricos e possui todas as proteções para o motor elétrico, adaptando-se às necessidades das aplicações através de acessórios opcionais, que podem ser facilmente instalados na soft-starter.

Aplicações
O controle da tensão em três fases na SSW07 permite que ela seja utilizada em aplicações consideradas pesadas, como bombas centrífugas, alternativas (saneamento, irrigação e petróleo), ventiladores, exaustores, sopradores, compressores de ar, refrigeração (parafuso e pistão), misturadores, aeradores, centrífugas, britadores, moedores, picadores de madeira, refinadores de papel, fornos rotativos, serras e plainas (madeira), moinhos (bolas e martelo) e transportadores de carga.

Principais Características

Correntes: 17 a 412 A
Tensão: 220 a 575 V
By-pass incorporado
Elevado regime de partidas
Controle total nas três fases
Proteção do motor e da chave incorporada
Função "Kick-Start" para partidas com elevado atrito estático
IHM local ou remota (opcional)
Entrada para PTC do motor (opcional)
Operação em ambientes de até 55 °C
Pesos e dimensões extremamente reduzidas
Comunicação Profibus DP, DeviceNet, RS232 e RS485 (opcional)


Benefícios

Eliminação de choques mecânicos
Proteção eletrônica integral do motor
Aumento da vida útil do motor e equipamentos
Limitação de quedas de tensão na partida
Bypass incorporado, proporcionando redução de tamanho e economia de energia
Redução acentuada dos esforços sobre os acoplamentos e dispositivos de transmissão (redutores, polias, engrenagens, correias, etc.) durante a partida
Operação em ambientes de até 55 °C (sem redução de corrente para todos os modelos)
Evita o Golpe de Ariete em bombas
Relé térmico eletrônico incorporado
Função Kick Start para partida de cargas com elevado atrito estático
Facilidade de operação, ajuste e manutenção
Monitoração da tensão da eletrônica, possibilitando fazer back-up dos valores de i x t (imagem térmica)
Instalação elétrica simples
Fonte de alimentação da eletrônica do tipo chaveada com filtro EMC (110 a 240 V CA)

Interface de operação (IHM)

Possui display LED de 7 segmentos, que permite uma ótima visualização dos parâmetros a distância. Também incorpora a função copy, a qual permite copiar a parametrização de uma SSW07 para outras, possibilitando rapidez, confiabilidade e repetibilidade de programação em aplicações de máquinas de fabricação seriada.

Comunicação em Rede
Destinadas principalmente a integrar grandes plantas de automação industrial, as redes de comunicação rápidas Fieldbus conferem vantagens na supervisão, monitoração, controle on-line e total sobre a SSW07, proporcionando elevada performance de atuação e grande flexibilidade operacional, características estas exigidas em aplicações de sistemas complexos e/ou integrados.



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O que é um dínamo e como funciona?

Recebe o nome de dínamo (da palavra grega dynamis, que significa força) um gerador de eletricidade, destinado a transformar energia mecânica em energia elétrica.
Este equipamento consiste basicamente de um ímã fixo em um eixo móvel, sendo que ao redor deste há uma bobina (um extenso fio enrolado em espiras e feito de material condutor elétrico, geralmente cobre), sem que haja contato físico entre a bobina e o ímã.



Dois tipos de dínamo são utilizados:
  • dínamo em corrente contínua, no qual seu conjunto fornece corrente contínua, ou seja, corrente que circula num só sentido apenas.
  • o alternador, ou dínamo de corrente alternada, fornecedor de corrente alternada, corrente que circula em um e outro sentido alternadamente. Há certa confusão entre estas denominações, e algumas fontes costumam-se referir a este conjunto especificamente como alternador, apenas. Assim, dínamo seria somente o gerador de corrente contínua.
O princípio de funcionamento de um dínamo está ligado ao fenômeno da indução eletromagnética num quadro plano que gira em campo magnético unifome. Tal fenômeno pode ser explicado pela Lei de Lenz, que estabelece que o sentido da corrente induzida é oposto da variação do campo magnético que a gera. Assim, a variação de um campo eletromagnético gera corrente elétrica. Tanto no dínamo de corrente alternada como no de corrente contínua o quadro é percorrido por corrente alternada. A diferença entre eles está na maneira de colher essa corrente para fora do quadro. Essa captação da corrente para fora do quadro é feita por um dispositivo chamado coletor.
O desenvolvimento do dínamo inicia-se com as pesquisas de Hans Orsted, que, ao observar que a agulha de uma bússola oscilava quando aproximada a um fio condutor percorrido por corrente elétrica. Posteriormente, Michel Faraday se interessou pelo fenômeno e após alguns experimentos, observou que quando um imã se move próximo de um circuito elétrico ativo, a corrente elétrica do circuito é alterada.
Os principais componentes de um dínamo são:
  • campo eletromagnético -  Eletroímã fixo constituído por uma barra de ferro e bobinas; quando exposta a uma corrente carregada eletricamente, cria-se um campo magnético.
  • comutador - Placas condutoras que são isoladas umas das outras e ligadas à bobina do campo, recebendo e retificando a corrente alternada induzida.
  • eixo - Parte cilíndrica que transmite um movimento de rotação a armadura do Dínamo.
  • quadro - Caixa metálica que abriga o campo magnético.
  • ventoinha - Dispositivo com pás que permite a circulação do ar de modo a resfriar o dínamo.
  • armadura - Parte móvel do dínamo que é constituída por uma bobina, que produz uma corrente eléctrica à medida que gira dentro do campo.
  • bobina - Fio condutor que é enrolado em torno do cilindro da armadura, que gira no campo magnético produzido pelo indutor para criar uma corrente eléctrica.
  • escova - Condutor que é friccionado contra as placas do comutador e transmite a corrente contínua produzida pelo dínamo a um circuito exterior.

Segue abaixo exemplo de dínamo:



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Fonte: Info Escola.

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O que é Transformador e quais os tipos existentes!

Transformadores são equipamentos utilizados na transformação de valores de tensão e corrente, além de serem usados na modificação de impedâncias em circuitos elétricos. O principio de funcionamento de um transformador é baseado nas leis de Faraday e Lenz, as leis do eletromagnetismo e da indução eletromagnética, respectivamente.


Estes equipamentos possuem mais de um enrolamento, sendo que estas partes são chamadas de primário e secundário em casos de transformadores com dois enrolamentos, e em transformadores que possuem três enrolamentos, além dos dois nomes já citados, o terceiro enrolamento é denominado terciário.

Existem diversos tipos de transformadores: os monofásicos, que operam no máximo em duas fases (127V -220V ); os trifásicos (ou de potência), que funcionam em três fases (220V-380V-440V) e são aplicados na transformação de tensão e corrente, em que eleva-se a tensão e diminui-se a corrente, assim diminuindo a perda por Efeito Joule (perdas por sobreaquecimento nos enrolamentos); os autotransformadores, que tem o seu enrolamento secundário ligado eletricamente ao enrolamento primário e os de baixa potência, que são utilizados unicamente para diminuir impedâncias de circuitos eletrônicos e para casar impedâncias, a utilização deste tipo de transformador se dá a partir da acoplagem deste à entrada do primário de outro transformador.

Além de serem classificados de acordo com o fim a ser usado, ainda existe a classificação de acordo com o núcleo. Os tipos de transformadores de acordo com o núcleo são: os de núcleo de ar, cujos enrolamentos ficam em contato com a própria atmosfera e os de núcleo ferromagnético, onde são usadas chapas de aço laminadas (no geral usam-se chapas de aço-silício, por diminuírem a perda por Correntes de Foucault ou correntes parasitas).

Alguns transformadores são sensíveis a acoplamento estático nos enrolamentos, por isso eles recebem uma proteção chamada de Blindagem Eletrostática.

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