Montar um painel elétrico não é uma tarefa difícil, nem de longe seria impossível, mas é uma tarefa que exige atenção do eletricista nos mínimos detalhes. Isso ocorre pois um painel de comando elétrico irá realizar operações automáticas ou manuais de forma continua e por isso deve-se prestar atenção não somente na funcionalidade do que foi programado, mas também no design e segurança.
Dessa forma nesse post você vai conhecer alguns detalhes que fazem toda diferença na hora de montar seu painel elétrico de comando e se dar muito bem nas instalações que o fizer. Aqui veremos dicas sobre padrões, melhores práticas e claro alguns conselhos que podem ou não ser adotados por cada um de vocês eletricistas do Saber Elétrica.


Composição dos painéis de comando.


De um modo geral, painéis de comando elétrico possuem alguns componentes que estarão presentes em todos painéis e alguns componentes mais especifico. De um modo geral um painel elétrico de comando vai conter:

  • Contatores;
  • Relés;
  • Bornes;
  • Sinaleiros;
  • Chave comutadora;
  • Alarme;
  • Soft Starter;
  • Etc



Analisando friamente as montagens de painéis de comando elétrico teremos uma divisão entre painéis de comando de alta potência e painéis de controle eletrônico, cada um deve seguir uma linha de raciocínio e de projeto específico, veja bem.
Se analisarmos um painel de comando para uma bomba ou motor de potência superior a 7hp, teremos que elaborar um painel com soft starter ou então no sistema estrela triangulo, realizando a logica por contatores e relés. 


As mais utilizadas na maior parte das aplicações são a chave soft starter, pois possibilitam um aumento gradual da velocidade do motor, além de oferecer mais dados e proteção ao motor por não ter golpes bruscos.

Existe ainda para essa situação a opção do uso de CLP, essa aplicação de componente num painel de comando requer bastante atenção, pois por mais que um CLP possa funcionar em condições severas ele deve ter um mínimo de atenção nas condições de instalação, como por exemplo a instalação na posição vertical para a maioria dos CLP’s, alguns permitem outras posições para isso consulte o manual do fabricante.


Outro ponto sobre CLP é a questão da sua fixação, essa deve-se ser executada com parafusos ou em calha DIN de perfil simétrico, para as calhas existe a necessidade de batentes que executam o travamento do aparelho no painel. 








Ponto que deve ser levado em consideração é o design do quadro que vai ao painel elétrico, seja esse painel de comando, proteção ou potência.


O primeiro ponto a ser verificado é o tamanho do quadro interno da caixa do painel, esse quadro em sua grande maioria é na coloração alaranjada e serve para proteção geral do painel e distribuição dos componentes, por isso sempre tenha certeza de que o quadro irá atender as suas necessidades técnicas, design e segurança acima de tudo, esses quadros são fixados por parafusos e devem possuir uma pequena distância do fundo e lateral do painel.


Canaletas, feitas em material plásticos essas possuem uma função única de organizar os condutores que forem utilizados no painel, dessa forma a instalação da mesma deve ser muito estratégica e precisa, mantenha todas encaixadas uniformemente a ponto de não ficarem buracos. Além disso, coloquem sempre em volta dos componentes para que o cabeamento exposto seja somente os que forem fazer conexão com cada componente do painel.


Lembre-se de instalar as canaletas pensando em limpezas e manutenções futuras, elas devem facilitar e não atrapalhar.


Terminais e ilhós, esses devem ser rigorosamente escolhidos de acordo com cada bitola de cabo e tipo de conexão, além disso, ter um climpador em condições de uso fará toda diferença na hora de executar a fixação dos conectores aos condutores.

Lembre-se que você deve climpar o cabo e não esmaga-lo, somente assim terá um painel eficiente e seguro.


Os condutores além de estarem dimensionados de forma correta para cada função a ser exercida no painel, devem estar devidamente identificados com anilhas, conforme ABNT, cada cabo com sua numeração e identificação, cabos de força RST e GND, e os cabos de comando.

Além de estarem anilhados devem ainda estar o mais organizado possível na canaleta, facilitando assim investigações futuras.


Por fim, lembre-se todo painel deve ter seu desenho de controle, só assim a manutenção poderá ser executada com perfeição e sem que o projetista do painel leve broncas é claro.




#WebAutomaçãoIndustrial
#Assistênciatécnica
#AutomaçãoIndustrial
#GrupoWeb




Conheça Nossos Serviços - Assistência técnica.


Central de atendimento-(11)2823.7000










Problemas e Soluções no Processo de Injeção.






Quem trabalha com plásticos já está careca de saber que “problema” é quase um sinônimo de “processamento”, e o que faz um
técnico ou operador de injetora ser realmente bom é sua capacidade de lidar com esses problemas.


Os defeitos que aparecem em uma peça injetada podem ter origem em três fatores: máquina, molde ou material. E cada fator
pode ter dezenas de causadores de defeitos, ou ainda, pode ocorrer uma soma de causas de fatores diferentes!



Colocando a culpa em alguém

Na prática, quando a produção para por causa de problemas durante o processamento o pessoal costuma colocar a culpa na
resina (principalmente se for reciclada), porque ninguém quer acreditar que um molde que custou tão caro esteja enroscando a
peça durante a ejeção ou que sua injetora a pistão não sirva para injetar determinada peça com fibra de vidro.

A matériaprima

reciclada também é mais sensível que a resina virgem e necessita de uma regulagem mais fina da máquina, isso
faz com que aqueles mais acostumados com material vindo direto da petroquímica estranhem (e reclamem) por ter que trabalhar
com uma janela de processo mais apertada.
Ocorreu um problema: o que fazer e por onde começar?
A tabela abaixo ajuda a encontrar a solução para os principais problemas encontrados no processo de injeção e que estão
relacionados a parâmetros da máquina, matériaprima
e molde.


DICAS:

* Nunca altere vários parâmetros da injetora de uma única vez.
* Ao injetar materiais reciclados, comece com temperaturas mais baixas que aquelas usadas em materiais virgens. Ex.: 220°C
para ABS novo, 200°C para ABS reciclado.
OBS.: A numeração na tabela indica a prioridade na verificação/alteração de cada parâmetro, mas não é obrigatório que seja
seguida a risca.





#WebAutomaçãoIndustrial
#Assistênciatécnica
#AutomaçãoIndustrial
#GrupoWeb


Conheça Nossos Serviços - Assistência técnica.

Central de atendimento-(11)2823.7000

http://webdrives.com.br


http://webautomacaoindustrial.com.br



Convergência da Automação Industrial
Estamos em um momento onde há grandes discussões a respeito da Indústria 4.0, é natural, pois existe uma expectativa de uma grande mudança na forma de como vamos lidar com a produção no futuro, todavia ainda existem questões básicas, uma vez que a base da Indústria 4.0 é unir as informações, pessoas e máquinas em um único ambiente (cibernético) e com isso nos perguntamos: Como unir física e logicamente todas as informações de um ambiente empresarial para pavimentar esta Quarta Revolução?



Para delimitar nosso texto, vamos escrever sobre três questões de muita relevância neste momento de transição, que é a convergência das informações:
·         O que é unir informações da TA (Tecnologia da Automação)TI (Tecnologia da Informação) e IIoT (Internet Industrial das Coisas);
·         Como montar uma infraestrutura de Convergência de TI, TA e IIoT;
·         Como gerar Valor na produção industrial com a Convergência das informações.
Estes itens darão um formato para as respostas que, hoje precisam ser respondidas e aplicadas para que haja sucesso na evolução desta transição para Indústria 4.0.
Para um bom entendimento do que vamos escrever aqui, relacionamos abaixo os principais termos usados no texto, de forma sucinta e direta, não esgotam o assunto pois o objetivo é dar uma ideia e desde já, sugerimos uma pesquisa mais aprofundada em cada item:
·         TI – Tecnologia da Informação – todo o conjunto de Hardware e Software para gestão da unidade empresarial;
·         TA – Tecnologia da Automação – todo o conjunto de Hardware e Software responsável pela medição, controle, automação e segurança da planta / máquina na unidade produtiva;
·         IIoT – (Industrial Internet of Things) – Rede de comunicação que produz e consome informações da unidade industrial através das pessoas, máquinas, equipamentos e dispositivos;
·         Cloud – Conceito de disponibilizar as informações na “Nuvem” (Internet), como principal objetivo de centralizar, proteger e distribuir informações;
·         Big Data – Banco de dados com características de (Volume, Velocidade e Variedade) onde se centraliza, grava e analisa todas as informações da unidade empresarial.
Dado o entendimento do tema e sua importância, vamos imaginar um cenário, que é muito real no dia a dia das industrias:
·         O departamento de TI faz gestão de dados off-line (planilhas) do setor de produção;
·         A operação (automação) somente foca comando e controle, mas não “enxerga” a produção;
·         As tomadas de decisões de produção são reativas (lentas) e não são alinhadas ao negócio de forma estratégica.
Cenários como os descritos acima são comuns e serão nossos direcionares para entender a importância da convergência das informações da empresa no âmbito de TI, TA e IIoT.
Como toda tecnologia o conhecimento de sua evolução nos mostra os impactos que provocam em seu ambiente de aplicação, em nosso caso, entendendo que TI e TA se convergiram ao longo do tempo, em seu início não houveram nenhuma relação entre as duas, porém hoje pensamos praticamente em um único ambiente, unindo as informações de forma transparente e inter-relacionada.
O entendimento de unir as informações, através das redes, da TI e TA é de fácil entendimento no tocante a coletar dados, porém quando pensamos nos desafios técnicos, é importante saber que estes mesmos desafios são diferentes entre estas duas áreas, com isso é importante dar a devida atenção na solução de cada uma, uma vez que o resultado final é atender os dois ambientes de forma a ser uma única rede de informações, então segue abaixo os desafios da TI e TA:
Prioridade da TI: Proteger Dados
1.     Confidencialidade
2.     Integridade
3.     Disponibilidade
Prioridade da TA: Proteger o Processo
1.     Integridade
2.     Disponibilidade
3.     Confidencialidade
Entendendo a Convergência da Automação Industrial
Com o entendimento acima, podemos agora então conceituar o que é convergência:
Convergência é a tecnologia e a técnica de interligar as redes de informação de toda a cadeia produtiva industrial, com objetivo de formar dados inteligentes para tomada de decisões. A convergência das informações, no ambiente industrial, traz benefícios para a produção e a empresa como negócio e seu conjunto empresarial, relacionamos abaixo alguns dos principais:
·         Decisões Estratégicas
·         Regras de Negócio
·         Menor Tempo de Colocação Produto no Mercado
·         Flexibilidade na Produção
·         Padronização da Operação
·         Manutenção Inteligente
·         Menor Custo de Propriedade
·         Redução de Custos
·         Economia de Energia
·         Aumento da Segurança
·         Eliminação de Erros
·         Melhoria do uso do Ativo
·         Redução do Desperdício
·         Transparência nos Negócios
·         Gerenciamento do Risco do Negócio
A infraestrutura que permite todas estas conexões se dá por 3 redes básicas, como vimos, da TI, TA e IIoT, cada uma destas redes funcionam de forma independente dentro de seu ambiente, porém é importante entender que elas serão unidas dentro do Big Data e poderão ficar disponíveis através do Cloud, tudo isso com estrutura de segurança de dados, lembrando que o resultado final é um ambiente cibernético, onde as informações, as pessoas e as máquinas (equipamentos) trocaram informações entre si, de forma segura, consistente e com objetivos definidos.
De tudo que falamos, entendemos que com todo este ambiente interligado, naturalmente tenho uma quantidade de informações que antes não era possível, sem esta interconexão, um operador se limita a apenas ligar ou desligar um motor, por exemplo, mas em um ambiente interconectado, as informações que chegam ao operador fazem com que haja interação com a manutenção, produção e custos, tudo isso em tempo real e com tomada de decisões precisas.
Com todas as informações trafegando pela rede, passamos a operar plantas com informações On-Line, isto é, exatamente no momento que está acontecendo eu tenho a informação e de diversas formas, tanto na tela do computador, com em um Tablet ou celular, tanto no ambiente local, quanto remoto, em formatos de gráficos, e-mail, SMS e tantos mais meios eletrônicos e amigáveis que existirem.
Com este novo ambiente eu customizo minha gestão, isto é, eu crio um ambiente onde podemos dirigir a produção com indicadores que impactam na eficiência produtiva, no custo e na segurança, por exemplo, com isso a energia de operação fica em indicadores focados com metas e estes estão relacionados no grande ambiente de negócios, onde tudo se impacta na alteração destes indicadores.
Quando falamos em decisões estratégicas, devemos pensar no impacto de qualquer variável no processo que cause um efeito na ponta do negócio, com a convergência é possível, por exemplo, entender que quando um equipamento oscila na produção o mesmo pode ocasionar variabilidade no processo, elevando custos energéticos e de manutenção, elevando o custo total do produto, alterando o custo especifico e impactando na ponta a satisfação do cliente.
Esta nova forma de analisar, não tem novidade, uma vez que os sistemas de gestão podem fazer isso já há algum tempo, todavia quanto trazemos as melhores práticas de gestão e colocamos as informações em tempo real de todos os processos e relacionamos todas as variáveis, analisamos com antecedência todo e qualquer variação no negócio como um todo, isso é gestão estratégica.
Como vimos, a convergência é a união, física e lógica das redes, mas como funciona toda esta troca de informações neste ambiente cibernético?
Primeiro temos que entender a tecnologia, vou falar sobre um dos modelos mais utilizados, da mesma forma não esgota o assunto, pois há muita tecnologia envolvida, mas vamos passar como é uma estrutura básica.
Quando pensamos em potencializar as informações de todas as redes, precisamos entender um conceito básico que é produzir a informação e outro que é consumir esta informação, para isso todo o conjunto de redes deve estar preparado para isso, hoje temos os WebService que é uma tecnologia de troca de informações, onde programamos blocos que vão gerar e consumir dados, através de um padrão e um objetivo específico.
Nas redes industriais hoje temos o OPC-UA, que é o padrão de comunicação industrial com Arquitetura Unificada, que permite usar linguagem para WebService, pois utiliza a o XML, que é um padrão de linguagem que permite todas as trocas de informações entre todas as redes.
Tudo isso conectado numa arquitetura física e lógica, utiliza-se um protocolo chamado de SOAP (Protocolo Simples de Acesso a Objetos), que permite esta produção e consumo de informações dentro de um ambiente definido, de conexão via Internet.
Todo este conjunto de hardware, softwares e linguagem de troca de informações, chamamos de arquitetura em SOA, Arquitetura Orientada a Serviços, onde independente dos equipamentos, utilizamos padrões de informações e troca de dados.
Para dar um exemplo de fácil entendimento, os sistemas de pagamento de cartões de crédito, onde se conecta a parte fiscal, ao banco e a administradora do cartão, com diversos tipos de hardware que produzem e consomem informações referentes a compra, ao cliente, ao fornecedor, ao fisco, ao comércio, tudo num único ambiente de internet, é o mesmo conceito tecnológico de nossa convergência.
Uma vez que agora temos um ambiente de informações, conectados de forma interna e externa, as ameaças se segurança, que antes eram de preocupação exclusive da TI, passam para este ambiente, onde inclui-se a TA e o IIoT.
Todo este ambiente deve ser protegido de acessos não autorizados, ameaças lógicas, intrusos, definições de políticas de acesso, não só no ambiente corporativo, mas também no industrial, uma vez que temos informações de máquinas e processo no mesmo ambiente de rede.
Não é objeto de nossa apresentação falar de Cibersegurança, trataremos este tema numa outra oportunidade, todavia é importante colocar este item como parte fundamental do projeto de convergência.
Pontos a serem observados
Para implantar o projeto de convergência, relacionamos abaixo alguns itens fundamentais que devem ser observados, também não é um roteiro fixo e nem pronto, é necessário um projeto multidisciplinar com a TI e TA, mas apontamos alguns itens a observar:
·         Desenhe todos os fluxos de negócios e suas inter-relações com todas as redes (Workflow com proposição de Valor);
·         Prepare todas as redes de forma a serem produtoras e consumidoras de informações (padrão);
·         Faça um projeto de conexão física, lógica, de segurança e de interligação das redes;
·         Programe os Webservices de acordo com as regras de negócio;
·         Treine as pessoas para o uso do Valor do conhecimento da planta que está no Big Data, trazendo os benefícios para o Negócio.
Como estamos em uma transição, a Cultura é uma questão importante para entender tanto o impacto no uso, como nas barreiras a sua implantação:
·         Vivemos a transição do dado físico para o virtual, a capacidade de absorção está no profissional;
·         A mudança dos índices de produtividade no Brasil passará necessariamente pelo investimento na educação profissional e inovação tecnológica;
·         A nova geração habituada as redes sociais, informação onipresente e decisões instantâneas, serão os novos operadores da Fábrica Inteligente.
As novas tecnologias e a convergência mudarão alguns formatos tecnológicos que temos em nossas plantas, descrevemos abaixo algumas tendências que entendemos que, terão grande impacto num futuro próximo:
·         Assim como a convergência das informações, há tendência da convergência dos sistemas de gestão, não haverá diferença entre ERP, MES, BI, CRM e tudo mais;
·         A gestão de Operação e Manutenção caminha para Decisões baseada em Eventos, os procedimentos e ações serão automatizados, dando cognição a cada ação tomada;
·         As infraestruturas de TA caminham para serem administradas igual a TI – SaaS – Software as a Service (Software como Serviço), IaaS – Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço); PaaS – Platform as a Service (Plataforma como Serviço).
Conclusão
Concluímos que, quando pensamos em convergência, temos que pensar em simplificação e potencialização, em nosso caso juntar TI e TA é aumentar o valor destes ativos de forma a obter ganhos de produtividade na indústria nunca antes vistos.
#WebAutomaçãoIndustrial
#Assistênciatécnica
#AutomaçãoIndustrial
#GrupoWebConheça Nossos Serviços - Assistência técnica.
Central de atendimento-(11)2823.7000
http://webdrives.com.br

http://webautomacaoindustrial.com.br