Como Converter 220 v em 127 v.




Como Converter 220 v em 127 v.
Muitas pessoas ao mudarem de residências entre municípios, cidades e até de estados sempre se deparam com um probleminha e preocupação que sempre foi unanime, a tensão fornecida pela rede local.
Isso ocorre por que no Brasil existem regiões que as concessionárias de energia operam com tensão entre fase e neutro 220 v e outras a tensão entre fase e neutro 127 v, ambas na frequência de 60hz.

Esse fato incomoda muitas pessoas quando trocam de residência e possuem aparelhos com tensões fixas, ou seja, mora em regiões 220 v e vão para regiões de tensões com 127 v.
E ai você começa pensar que vai ter que comprar vários transformadores e instalar pela casa toda, essa brincadeira com certeza vai sair bem cara, mas vamos nesse artigo te ajudar a verificar a possibilidade de transformar sua tomada 220 v em 127 v, ou se realmente será necessário adquirir transformadores ou até mesmo substituir os equipamentos.

Por que no Brasil existem lugares com 127 v e outros com 220 v?

Tudo começou quando a energia elétrica chegou ao Brasil no início do século 20 e junto delas algumas concessionárias de energia elétrica do mundo inteiro vieram juntos e ficaram sediadas em algumas regiões do país.
As decisões sobre qual seria a tensão ficou então por conta dessas concessionarias e de uma complexa analise de custo para instalação, onde observaram a quantidade por metro quadrado de futuros consumidores, quando era o budget reservado para instalação e quantos e quais materiais seriam necessários, ou seja, cabos, transformadores, etc.
Com isso por exemplo à empresa canadense Tramway light & Power instalou no Rio de Janeiro e em São Paulo o sistema 127 v para as residências, porém as primeiras concessionarias na região nordeste optaram pelo 220 v com neutro.


Também existem relatos que a industrialização da região interferiu na escolha do nível de tensão, já que a tensão de utilização de equipamentos americanos e canadense é aproximadamente 127 v o que consequentemente obrigou as concessionárias a optarem pelo sistema em questão.
Até hoje a divergência entre os níveis de tensão se matem, não posso afirmar que isso não irá se padronizar um dia, entretanto sabemos que o custo para optar por uma rede única sendo 220 v ou 127 v é muito alto.

Como converter uma tomada de 220 v para 127 v

Antes de sair tirando a tomada do local, cortando e emendando fio temos que prestar atenção no sistema de distribuição de energia elétrica, essa distribuição vai nos dizer antes de tudo se existe a possibilidade de transformar uma tomada 220 v em 127 v sem o uso de transformador.
Como já falamos o nível de tensão para cada região é diferente, então o primeiro passo é descobrir qual o nível de tensão da sua região. A ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) disponibilizou o nível de tensões nominais por cidade.
Basta acessar e verificar qual o nível de tensão da sua cidade, preparei dois exemplos de duas cidades no mesmo estado que trabalham em níveis de tensões diferentes:




Cuiabá – MT
Tensão de operação entre Fase – Neutro 127 v.
Com essa informação já podemos separar em duas situações.

1 ª Minha cidade está com tensão de operação entre Fase – Neutro 220 v.

Com essa informação temos que a opção mais viável de rebaixamento de tensão seja com a utilização do transformador.

Cabe alertar que se for optar pela utilização de transformadores os mesmos devem estar dimensionados de acordo com a potência do seu equipamento e lembrando que o mesmo sofre perdas de transformação que dependendo da característica de fabricação irá aumentar o consumo de energia e consequentemente o consumo, verifique se realmente não compensa trocar o equipamento. #fica a dica

2 ª Minha cidade está com tensão de operação entre Fase – Neutro 127 v mas ao testar a tomada foi medido 220 v.

Nesse caso podemos começar a trabalhar em nossa transformação da tomada, o primeiro passo para quem deseja transformar uma tomada 220 v para 127 v é verificar qual o tipo de unidade consumidora, que para consumidores residenciais existem 3 – Monofásica, Bifásica e Trifásica – Podemos olhar isso na fatura de energia que geralmente vem discriminado ou no quadro de Medição, se o caso a ligação seja monofásica se enquadra na 1ª situação.
Caso a ligação seja bifásica ou trifásica podemos alterar a ligação entre as fases.



Supondo que você seja abastecido dessa maneira veja os passos a serem executados:
·         Verificar com aparelho multímetro quem são as fases e quem é o neutro: Para essa verificação basta você testar no modo tensão alternada entre dois cabos e com isso você deverá encontrar um cabo comum que qualquer um dos outros dois o valor será 127 v (Ver desenho acima);
·         Neutro identificado: Após identificar o cabo neutro você deverá então levar o mesmo até a (s) tomada (s) que deseja converter a tensão;
·         Alterando a tomada: Com o cabo no ponto em que deseja fazer a conversão você irá desligar a energia da rede para que possa mexer no cabeamento sem riscos, e então nos bornes da (s) tomada (s) você deverá ligar uma fase e o neutro que acabou de levar, feche a tomada e ligue o circuito.

Lembre-se: Antes de ligar o equipamento verifique a tensão novamente na tomada.


Observações importantes:


É possível que a instalação em edificações comerciais tenham níveis de tensão diferentes da estabelecida pela concessionaria nas edificações residenciais. Shopping Centers é um exemplo aonde geralmente não seguem o nível de tensão usual.
Esse artigo não se aplica a edificações Rurais, pois o sistema MRT (Monofásico com retorno pelo Terra) possui níveis de tensões diferentes do exemplificado.
A norma NR10 (Segurança em instalações e serviços elétricos) estabelece que todo o serviço em eletricidade deve ser feito por profissional habilitado.
Eletricidade é perigoso e causa acidentes que geralmente leva a morte.
É necessário que todos os circuitos estejam equilibrados.


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O que são sensores e quais as suas aplicações?




O que são sensores e quais as suas aplicações?

Os sensores são usados em vários tipos de aplicações nas indústrias, comércios e até mesmo na sua residência. Neste artigo vamos falar quais os tipos de sensores que existem e explicar a utilização de cada um, vamos lá pessoal!

Sensor: O que é?

O sensor basicamente é um dispositivo que tem a função de detectar e responder com eficiência algum estímulo. Existem vários tipos de sensores que respondem à estímulos diferentes como por exemplo: calor, pressão, movimento, luz e outros. Depois que o sensor recebe o estímulo, a sua função é emitir um sinal que seja capaz de ser convertido e interpretado pelos outros dispositivos.

Sensor: Quais as aplicações?

A escolha do sensor depende exclusivamente do objetivo da sua instalação. Portanto, é preciso avaliar as condições do ambiente e optar pelo sensor mais adequado para aquela atividade. Na sequência vamos mostrar os tipos de sensores e dar exemplos de utilização para cada um!

Tipos de sensores: Sensor acústico




Este tipo de sensor utiliza o retorno do eco que se propaga na velocidade do som, sendo um dos tipos de sensores usados para captar distâncias. O sensor acústico foi usado nas câmeras polaroides e é usado em muitos estudos que trabalham com sistema sonar. Outra utilização do sensor acústico é no sistema de estacionamento dos carros mais modernos.

Tipos de sensores: Sensor elétrico




Os sensores elétricos detectam variações em grandezas elétricas como por exemplo, um aumento de correte elétrica ou mesmo a variação da tensão elétrica. Estas mudanças provocam algum tipo de sinal para mudar o status de um circuito específico, comutar um relé. O uso deste tipo de sensor é muito comum em circuitos de detecção de tensão, relés de proteção contra sobrecorrente ou sobretensão.

Tipos de sensores: Sensor magnético



Os sensores deste tipo são usados para detectar a abertura de portas ou janelas. O sensor magnético é composto por uma pequena caixa plástica que tem em seu interior duas lâminas metálicas milimetricamente afastadas. A ação do campo magnético é justamente nestas lâminas que quando se fecham, permitem a circulação de corrente. Este campo magnético é obtido através de um ímã!

O sensor é colocado em um ponto fixo na janela ou na porta. Quando o a porta ou janela está fechada, o ímã permanece com o contato fechado, e quando a porta ou janela está aberta, o contato se abre e informa a central que dispara o alarme. Portanto, este tipo de sensor é bastante usado para informar arrombamento de portas ou janelas.

Sensores indutivos também são sensores magnéticos, estes sensores criam um pequeno campo magnético em sua ponta e quando um metal passa próximo a ele perturbando o campo magnético, o sensor consegue captar essa perturbação e envia um sinal que pode ser interpretado por algum circuito ligado ao sensor, como um microprocessador por exemplo.

Tipos de sensores: Sensor mecânico



Estes sensores são os que possuem capacidade para detectar as posições, movimentos ou presença por meio de recursos mecânicos. Entre as principais aplicações, podemos citar a presença de objetos em um determinado lugar, a detecção de fechamentos ou aberturas de portas, sendo que o sensor de fim de curso é um dos mais conhecidos.
O sensor de fim de curso tem como objetivo evitar que um motor continue funcionando mesmo após a peça de movimentação chegar ao ponto máximo. Caso o fim de curso não seja instalado corretamente, certamente resultará em sobrecarga podendo causar um circuito de acionamento.

Tipos de sensores: Sensor óptico




Estes sensores também são conhecidos como fotoelétricos e usa a propagação da luz para seu funcionamento. O sensor óptico é utilizado para indexar objetos e também pode ser usado para medir a distância em que este objeto se encontra em relação ao sensor.
Este tipo de sensor é usado em vários lugares que muitos de vocês tem convívio diário. Em portas de elevador, em mouse de computador, leitor de código de barra, em sistemas de ré dos veículos mais modernos e muitos outros.

Tipos de sensores: Sensor térmico




Este tipo de sensor fornece uma determinada resposta quando é submetido à uma mudança de temperatura. Existem vários tipos de sensores térmicos e são diversas as aplicações!


O sensor térmico mais conhecido é o termômetro que quase todo mundo tem casa. Ele é usado para medir a temperatura corporal. Este tipo de sensor de temperatura é muito utilizado em ambientes onde é necessário manter uma determinada temperatura, como por exemplo as câmaras frias. Neste caso, o sensor envia uma resposta quando percebe que a temperatura está fora do ideal, e de acordo com esta resposta a refrigeração é desligada ou acionada.


É importante informar que existem sensores específicos que se encaixam dentro destes grupos citados que são os mais comuns. Espero que tenha ficado bem claro que não são os sensores que acendem a lâmpada, fecham a porta e etc., eles apenas enviam sinais para outros componentes que desempenham esta função, por isso a elétrica e eletrônica são tão fascinantes.


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Como funciona a tabela de eficiência energética do INMETRO?



Como funciona a tabela de eficiência energética do INMETRO?

Sabe-se que um dos fatos mais citados nos dias de hoje é a conscientização sobre a economia no consumo de energia elétrica e a preservação do meio ambiente, assim é importante saber o quanto de energia um equipamento solicita da rede para entrar em funcionamento e qual a eficiência que esse produto possui. 

A eficiência é importante, pois no mercado há equipamentos com classificações baixas que necessitam de muita energia, e outros equipamentos com classificações altas que requerem pouca energia para fazer o mesmo trabalho que um equipamento com baixa eficiência faz.

A tabela de eficiência energética do INMETRO disponibiliza quanto cada equipamento consome de energia, sendo tabelas de eficiência de veículos, ar condicionados, lâmpadas e outros equipamentos.

A eficiência energética é um dos termos mais abordados atualmente, tema que enfatiza a redução na utilização dos recursos energéticos, e um uso consciente do mesmo.

Voltado para a eletricidade esse tema é focado nos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e também do consumo de energia de aparelhos elétricos.

Para a regulamentação da eficiência de cada aparelho foi criado o PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem) que regulariza a eficiência de cada aparelho fornecido para os consumidores. Esse programa é coordenado pelo INMETRO com parceria do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica).

As etiquetas fornecidas pelo PBE possuem uma classificação que podem ir da letra A sendo a mais eficiente, até a letra G sendo a menos eficiente.



Agora siga um exemplo de aplicação a ser utilizada na hora da compra de um equipamento.

Exemplo: Chegando a uma loja para comprar uma lâmpada, são fornecidos ao cliente dois tipos de lâmpadas, uma incandescente e uma fluorescente. A mais usual ainda é a incandescente, mas se formos olhar as especificações de cada uma, e utilizar o critério de quão eficiente elas são, será possível ver qual é a melhor opção para ser comprada.

Lâmpada incandescente da PHILIPS:
Potência: 40 W
Fluxo luminoso: 516 lm
Eficiência luminosa: 12,9 lm/W
Vida útil: 750 horas
Classe de eficiência: G
Lâmpada Fluorescente da GE:
Potência: 15 W
Fluxo luminoso: 800 lm
Eficiência luminosa: 56,33 lm/W
Vida útil: 6.000 horas
Classe de eficiência: A


Depois de olhado cada lâmpada pode-se concluir que a incandescente além de consumir uma potencia maior e ter uma eficiência de nível G que é muito ruim, ainda disponibiliza especificações bem menores que a lâmpada fluorescente que consome menos potência e tem uma eficiência de nível A. Ou seja, a melhor opção de compra é a lâmpada fluorescente.

Esse tipo de analise é importante, pois um equipamento que necessita de menos energia para fornecer a mesma quantidade de trabalho é a melhor opção para se escolher, pois irá ocorrer uma diminuição na conta de energia, além de necessitar de menos energia da rede, implicando em mais energia disponível no sistema elétrico e garantindo um menor impacto ambiental para a produção de mais energia elétrica.


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Parabéns para todos os trabalhadores do Brasil.





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