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E/S FLEX 5000.




E/S FLEX 5000.

A conectividade de maior velocidade e a largura de banda expandida da plataforma entregam maiores quantidades de dados de volta ao controlador. Isso ajuda sistemas de controle à prova de futuro para uma empresa conectada.


Ele é construído em uma arquitetura 1 Gigabit com comunicações que suportam DLR (anel de nível de dispositivo), topologias lineares e em estrela. Uma versão futura suportará o PRP (Parallel Redundancy Protocol) para uma topologia de rede redundante.


Tanto os OEMs quanto as operações de processo também podem usar os novos módulos de E / S FLEX 5000 para melhorar a produtividade. O tempo de engenharia é reduzido com fiação e design simplificados. A instalação é facilitada com uma arquitetura flexível que inclui opções de montagem vertical e horizontal e de mídia de cobre e fibra.


Os requisitos de hardware podem ser minimizados durante a instalação porque os módulos são projetados para operar em ambientes extremos - de campos de petróleo no frio do Ártico a minas no calor sufocante (temperaturas de operação -40 C a 70 C).


Durante a produção, os módulos também podem reduzir o tempo de inatividade dispendioso e não planejado, especialmente em aplicações de controle de processo contínuo. A remoção e inserção sob alimentação (RIUP) permite que os técnicos substituam a E / S existente e um recurso de alteração on-line permite a configuração de novas E / Ss, enquanto o sistema continua em execução. Além disso, a flexibilidade de configurar alarmes, eventos e diagnósticos no nível do canal ajuda a impulsionar a eficiência da manutenção.


Uma ampla variedade de módulos de segurança estará disponível para a plataforma FLEX 5000 I / O em uma versão futura. Os usuários poderão atender às suas necessidades específicas de segurança com módulos certificados pela TÜV para uso em aplicações de segurança até SIL 3 e PLe, Cat. 4.


A família de E / S FLEX 5000 foi projetada para segurança para ajudar as empresas a proteger seus ativos e sua marca. A plataforma ajuda a permitir a convergência segura de sistemas industriais e corporativos ao usar uma rede Ethernet aberta, padrão e amigável a TI. Isso é resultado da implantação de uma estratégia de segurança de defesa profunda com criptografia de firmware, certidões de nascimento e funcionalidade de inicialização segura.





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Substituir o trabalho do homem por máquinas, veja aqui as vantagens!

Desde a revolução industrial o medo de perder postos de trabalho para máquinas vem assombrando o homem em relação ao desemprego. Claro que, com o desenvolvimento exponencial da tecnologia, este medo torna-se cada vez mais justificável. Mas será que este medo procede? É bom as máquinas substituírem o trabalho do homem?







Principais aplicações:
Bombas centrífugas, alternativas (saneamento, irrigação e petróleo), ventiladores, exaustores, sopradores, compressores de ar, refrigeração (parafuso e pistão), misturadores, aeradores, centrífugas, britadores, moedores, picadores de madeira, refinadores de papel, fornos rotativos, serras e plainas (madeiras), moinhos (bolas e martelos) e transportadores de carga.



Para responder esta pergunta, separamos 5 razões pelas quais o homem deve agradecer este avanço.

1.A resposta já existe há 2 décadas
2.Trabalho braçal x Capital intelectual
3.Substituição de postos de trabalho
4.Redução no trabalho
5.Padronização

Razão 1 – A resposta já existe há 2 décadas


Segundo o historiador Jacob Gorender, da USP de São Paulo, em um artigo publicado em 1996, intitulado Globalização, tecnologia e relações de trabalho, a revolução tecnológica foi retratada como grande responsável pelas baixas taxas de desemprego no Japão de 40 anos pra cá, como exemplificado no trecho a seguir:
“Se relacionarmos a revolução tecnológica informacional e a organização japonesa do trabalho à deflagração do desemprego estrutural a partir da década de 70, somos obrigados a constatar que precisamente o Japão pôde registrar taxas muito baixas de desemprego nos últimos 20 anos.”
Ou seja, a revolução tecnológica pode ser um agente inversor do desemprego ao invés de uma ameaça aos postos de trabalho, como muitos pensam.

Razão 2 – Trabalho braçal x Capital intelectual


Com a disponibilidade de máquinas trabalhando em tempo integral, substituindo o trabalho braçal do homem, o trabalhador mundial passa a ser considerado como um “capital intelectual”, valorizado e que transmite e aprimora seus conhecimentos, habilidades e atitudes em prol do aumento no faturamento e desenvolvimento de uma organização.
Esta valorização da tríade conhecimento, habilidades e atitude só vêm a contribuir com a identidade do trabalhador, assim como com a qualidade de vida do mesmo.
Razão 3 – Substituição dos postos de trabalho
Segundo este mesmo artigo citado na Razão 1, cerca de 70% dos postos de trabalho que existiam há quatro décadas, não existe mais. Mas isso não é desesperador não, muito pelo contrário.
Os postos as quais a automação industrial e a revolução tecnológica substituíram são exatamente aqueles que não necessitam do desenvolvimento intelectual do homem.

Razão 4 – Redução no trabalho

Este aumento do faturamento graças à automação industrial e a revolução tecnológica fez, inclusive, reduzir a jornada do trabalho, uma vez em que as demandas são atingidas em menos tempo, em maior quantidade e com maior eficiência.
Máquinas são vem como um auxílio prático ao intelecto do homem, liberando o mesmo para desenvolver capacidades inerentes à sua capacidade de raciocínio.
Razão 5 – Padronização
Com a padronização de processos, o homem passa a ter um maior controle sobre a produção e logo uma redução significativa nos custos provenientes à utilização de matéria-prima, retrabalho e desperdício.
O ser humano, a partir dessa revolução, passa a ser melhor remunerado por hora de trabalho e possui condição mais satisfatória de crescimento e qualidade de vida.
Conclusão
A revolução tecnológica e a automação industrial contribuíram para o desenvolvimento do homem e a redução nas taxas de desemprego a nível mundial.
O medo de perder emprego para uma máquina assola aqueles que preferem utilizar o braço ao cérebro na hora de trabalhar, pois a tendência mundial é que estes postos de trabalho exclusivamente dependente de esforço físico sejam extintos, dando lugar a postos onde o conhecimento é o recurso principal.
Por fim…
Obviamente, essa revolução tecnológica também tem seu lado negativo. Trazendo para a realidade brasileira e de outros países emergentes, a falta de investimento do governo na educação dificulta a profissionalização da grande parte da população, dificultando o ingresso ao mercado de trabalho.
Comente abaixo se você acha que a substituição da mão-de-obra humana por máquinas é boa ou ruim e vamos ampliar essa discussão.


Crédito de matéria: Blog Automação Industrial.

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