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O que é um dínamo e como funciona?

Recebe o nome de dínamo (da palavra grega dynamis, que significa força) um gerador de eletricidade, destinado a transformar energia mecânica em energia elétrica.
Este equipamento consiste basicamente de um ímã fixo em um eixo móvel, sendo que ao redor deste há uma bobina (um extenso fio enrolado em espiras e feito de material condutor elétrico, geralmente cobre), sem que haja contato físico entre a bobina e o ímã.



Dois tipos de dínamo são utilizados:
  • dínamo em corrente contínua, no qual seu conjunto fornece corrente contínua, ou seja, corrente que circula num só sentido apenas.
  • o alternador, ou dínamo de corrente alternada, fornecedor de corrente alternada, corrente que circula em um e outro sentido alternadamente. Há certa confusão entre estas denominações, e algumas fontes costumam-se referir a este conjunto especificamente como alternador, apenas. Assim, dínamo seria somente o gerador de corrente contínua.
O princípio de funcionamento de um dínamo está ligado ao fenômeno da indução eletromagnética num quadro plano que gira em campo magnético unifome. Tal fenômeno pode ser explicado pela Lei de Lenz, que estabelece que o sentido da corrente induzida é oposto da variação do campo magnético que a gera. Assim, a variação de um campo eletromagnético gera corrente elétrica. Tanto no dínamo de corrente alternada como no de corrente contínua o quadro é percorrido por corrente alternada. A diferença entre eles está na maneira de colher essa corrente para fora do quadro. Essa captação da corrente para fora do quadro é feita por um dispositivo chamado coletor.
O desenvolvimento do dínamo inicia-se com as pesquisas de Hans Orsted, que, ao observar que a agulha de uma bússola oscilava quando aproximada a um fio condutor percorrido por corrente elétrica. Posteriormente, Michel Faraday se interessou pelo fenômeno e após alguns experimentos, observou que quando um imã se move próximo de um circuito elétrico ativo, a corrente elétrica do circuito é alterada.
Os principais componentes de um dínamo são:
  • campo eletromagnético -  Eletroímã fixo constituído por uma barra de ferro e bobinas; quando exposta a uma corrente carregada eletricamente, cria-se um campo magnético.
  • comutador - Placas condutoras que são isoladas umas das outras e ligadas à bobina do campo, recebendo e retificando a corrente alternada induzida.
  • eixo - Parte cilíndrica que transmite um movimento de rotação a armadura do Dínamo.
  • quadro - Caixa metálica que abriga o campo magnético.
  • ventoinha - Dispositivo com pás que permite a circulação do ar de modo a resfriar o dínamo.
  • armadura - Parte móvel do dínamo que é constituída por uma bobina, que produz uma corrente eléctrica à medida que gira dentro do campo.
  • bobina - Fio condutor que é enrolado em torno do cilindro da armadura, que gira no campo magnético produzido pelo indutor para criar uma corrente eléctrica.
  • escova - Condutor que é friccionado contra as placas do comutador e transmite a corrente contínua produzida pelo dínamo a um circuito exterior.

Segue abaixo exemplo de dínamo:



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Fonte: Info Escola.

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Veja aqui como funcionam os capacitores!





De forma simplificada os capacitores, são componentes que armazenam cargas elétricas num campo elétrico, eles servem para estabilizar e reduzir o ripple(uma perda, leva de queda de tensão).
Componente eletrônico capaz de armazenar carga elétrica ou até mesmo ser ligado há uma fonte de tensão, possui dois terminais para sua polarização (Maior, que é o positivo e menor que é negativo). Na parte interna do capacitor os terminais são conectados por placas metálicas, geralmente alumínio, separados por um material dielétrico, que são materiais isolantes (cerâmica, teflon, mica, porcelana, celulose, milar e até mesmo ar).



Como funciona o capacitor
O principal funcionamento dos capacitores é o acúmulo de cargas opostas, em duas placas, separadas pelos dielétricos (isolante), essas placas ficam as mais próximas possíveis. Como são cargas opostas, elas se atraem, ficando portando, armazenadas nas superfícies das placas e mais próximas do isolante.
Essas placas ficam muito próximas uma das outras. Como são cargas opostas elas se atraem, ficando armazenadas na superfície das placas mais próximas do isolante dielétrico. Devido a essa atração, é criado um campo elétrico entre as placas, através do material dielétrico do capacitor. A energia que o capacitor armazena advém do campo elétrico criado entre as placas. É, portanto, uma energia de campo eletrostático.
Quando o capacitor está carregando ou descarregando existe um valor variável de corrente elétrica. Mas, como entre as placas do capacitor existe um material dielétrico, essa energia não passa de um aplaca para outra, ficando assim, armazenada.
Quando o capacitor está totalmente carregado (alcançou o regime estacionário), ou totalmente descarregado (está aberto) não existe esse fluxo de energia, pois as cargas não estão em movimento, uma vez que para ser corrente elétrica as cargas precisam estar em movimento.

Algumas aplicações dos capacitores:

- Sensores;
- Osciladores;
- Filtros de ruídos em sinais de energia;
- Absorver picos e preencher vales em sinais elétricos;
- Divisor de frequência em sistemas de áudio;
- Armazenamento de carga e sistemas de flash em câmeras fotográficas;
- Em conjuntos de transistores em memórias DRAM;
- Como baterias temporárias e som automotivo (mega capacitor);
- Laser de alta potencia (banco de capacitores);




É interessante salientar a diferente entre capacitor e a bateria. O capacitor armazena a energia, enquanto a bateria produz energia através de processos químicos e também armazena. O Capacitor é muito mais rápido no processo de descarga da energia acumulada, em comparação com baterias, além de serem aplicados em ocasiões onde a bateria não tem aplicação, como, por exemplo, dividir frequências e suavizar sinais elétricos.

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Como funcionam os Disjuntores?

Conhecidos também como “Chaves” para ligar ou desligar o padrão de energia, ou até mesmo as chaves de segurança dentro dos painéis e quadros de distribuição de eletricidade.  Sua principal função é a proteção, mas devido sua composição física (mecânica) proporciona o seccionamento de circuitos, sendo utilizado também como elemento para ligar e desligar circuitos e cargas.



Agregando as duas funções acima citadas, os disjuntores são substitutos naturais para os fusíveis que tem função parecida de proteção dos circuitos, mas nem sempre proporcionam o seccionamento de carga. Outra grande diferença entre os dois é que os fusíveis podem queimar e devem ser descartados e substituídos, já os disjuntores só precisam ser rearmados e reutilizados muitas e muitas vezes até que apresentem algum tipo de problema.
Os disjuntores funcionam como um interruptor de desarme automático quando estiver sobrecarregado ou em curto circuito. Projetado para suportar uma determinada corrente elétrica, caso ocorra um pico de corrente ou mesmo um curto circuito que eleve consideravelmente a corrente acima dos limites suportados, o mesmo interrompe o circuito, protendo toda instalação elétrica.


Tipo de Disjuntores




- Disjuntores Térmicos
Funcionam através da deformação de uma lâmina bimetálica, quando ocorre uma sobre carga e a corrente elétrica neste disjuntor é maior que a aceitável, a lâmina se aquece por efeito joule e começa a se deformar, abrindo o contato seccionado protegendo o circuito.

- Disjuntores Magnéticos
O disjuntor Magnético segue praticamente a lei do Eletromagnetismo, onde uma corrente elétrica percorre um condutor, gera um campo magnético que nos permite dimensionar uma bobina que quando atingida por uma forte corrente elétrica desloca um contato seccionando assim um circuito. A vantagem do Disjuntor Magnético é a velocidade e precisão da interrupção, protegendo contra curtos circuitos. O seu valor do disjuntor no mercado é mais elevado e em caso de desarme pode-se fazer necessário à substituição do fusível.


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Otimização da produção trás economia de 60 mil reais!

A substituição de motores em grandes empresas pode trazer economia de 60 mil reais em manutenções além da diminuição do consumo de energia. A nossa parceira Weg, divulgou uma matéria que mostra de perto a redução de gastos da Companhia alimentícia BRF, segue abaixo matéria.

Motor W22 Wash



Zerar as paradas inesperadas de linha e economizar R$ 60 mil em manutenção, de um ano para o outro. Foi o resultado que a BRF, companhia de produtos alimentícios e proteínas animais, alcançou no setor de aves da sua unidade no interior de Goiás, graças à instalação de motores WEG da linha de alta eficiência W22 Wash.

Com conhecimento profundo das exigências de um setor industrial complexo como o alimentício, a WEG desenvolveu a linha de motores W22 Wash, resistentes à água, para garantir um alto desempenho em ambientes com presença de vapores e necessidade de higienização constante dos equipamentos. A solução ideal para que a BRF pudesse melhorar as condições de operação da sua depenadeira, isto é, o equipamento responsável pela retirada das penas das aves.

Demácio Santana Santos, engenheiro de Manutenção e Confiabilidade da BRF, explica: “Em 2013, tivemos na depenadeira pelo menos dez queimas de motores por mês, 40% delas sendo relacionadas à umidade. Isso causou um custo de manutenção superior a R$ 60 mil e paradas excessivas na linha, com consequente perda na produção”. O excesso de rebobinamento nos motores também levou à perda de eficiência e diminuição progressiva da vida útil dos equipamentos.

Após assessoria dos engenheiros da WEG, a BRF optou por substituir 43 dos 72 motores da depenadeira. O projeto foi desenvolvido em conjunto pelas duas equipes técnicas, com ótimos resultados.

“Com os motores W22 Wash, zeramos as paradas e até hoje não tivemos necessidade de intervenção. Também houve redução do consumo de energia elétrica, pois estamos trabalhando com motores de alta eficiência. Mais uma vez a parceria com a WEG deu certo” destaca Demácio.




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Informações: Weg SA


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A importância do Aterramento Elétrico

Nas instalações elétricas de modo em geral, estamos frequentemente preocupados em garantir a segurança na utilização dos nossos equipamentos. Componentes de circuitos como relés, fusíveis ou disjuntores exercem a função de prevenir a degradação de nossos bens. O sistema mais eficaz na proteção contra correntes de fuga é o aterramento.



O que é aterramento?

Definimos aterramento como um sistema utilizado para evitar desequilíbrios na tensão elétrica de uma instalação qualquer, eliminar fugas de energia desbalanceadas as fases na rede externa (fornecimento) e prevenir contra choque elétrico através do contato humano com a carcaça (parte metálica) de equipamentos com falha no isolamento. O condutor de proteção é identificado pelas cores verde e amarela ou simplesmente verde, segundo padrão especificado na NBR 5410 (norma técnica da ABNT).
Atualmente as tomadas de força, que são aquelas nas quais podemos plugar nossos eletrodomésticos, possuem uma terceira entrada que corresponde ao condutor de proteção cujo potencial é zero absoluto (0 Volts). É importante não confundir o terra (PE) com o neutro (N), sendo dois conceitos essencialmente distintos.
Terra – Uma espécie de condutor baseado em haste metálica pelo qual não circula corrente em condições normais de funcionamento da instalação.
Neutro – Fornecido pela concessionária junto com o condutor fase serve como retorno para a corrente que percorre a instalação, aonde nem sempre o potencial verificado equivale à zero (a menos que ocorra equilíbrio entre as fases da rede elétrica).
Existem basicamente 3 tipos de sistemas de aterramento previstos pela norma técnica NBR 5410 da ABNT (que trata de instalações elétricas em baixa tensão) em suas subseções 6.3.3.1.1, 6.3.3.1.2 e 6.3.3.1.3. 

Matérias necessários:
- Haste de aterramento;
- Malha de aterramento;
- Estrutura metálica;

Todas as informações contidas nesse post são apenas informativas, consulte sempre a norma técnica ABNT NBR 5410 para garantir que o serviço praticado cumpra as normas e especificações de segurança apropriada.


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