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Como funcionam os Disjuntores?

Conhecidos também como “Chaves” para ligar ou desligar o padrão de energia, ou até mesmo as chaves de segurança dentro dos painéis e quadros de distribuição de eletricidade.  Sua principal função é a proteção, mas devido sua composição física (mecânica) proporciona o seccionamento de circuitos, sendo utilizado também como elemento para ligar e desligar circuitos e cargas.



Agregando as duas funções acima citadas, os disjuntores são substitutos naturais para os fusíveis que tem função parecida de proteção dos circuitos, mas nem sempre proporcionam o seccionamento de carga. Outra grande diferença entre os dois é que os fusíveis podem queimar e devem ser descartados e substituídos, já os disjuntores só precisam ser rearmados e reutilizados muitas e muitas vezes até que apresentem algum tipo de problema.
Os disjuntores funcionam como um interruptor de desarme automático quando estiver sobrecarregado ou em curto circuito. Projetado para suportar uma determinada corrente elétrica, caso ocorra um pico de corrente ou mesmo um curto circuito que eleve consideravelmente a corrente acima dos limites suportados, o mesmo interrompe o circuito, protendo toda instalação elétrica.


Tipo de Disjuntores




- Disjuntores Térmicos
Funcionam através da deformação de uma lâmina bimetálica, quando ocorre uma sobre carga e a corrente elétrica neste disjuntor é maior que a aceitável, a lâmina se aquece por efeito joule e começa a se deformar, abrindo o contato seccionado protegendo o circuito.

- Disjuntores Magnéticos
O disjuntor Magnético segue praticamente a lei do Eletromagnetismo, onde uma corrente elétrica percorre um condutor, gera um campo magnético que nos permite dimensionar uma bobina que quando atingida por uma forte corrente elétrica desloca um contato seccionando assim um circuito. A vantagem do Disjuntor Magnético é a velocidade e precisão da interrupção, protegendo contra curtos circuitos. O seu valor do disjuntor no mercado é mais elevado e em caso de desarme pode-se fazer necessário à substituição do fusível.


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Substituir o trabalho do homem por máquinas, veja aqui as vantagens!

Desde a revolução industrial o medo de perder postos de trabalho para máquinas vem assombrando o homem em relação ao desemprego. Claro que, com o desenvolvimento exponencial da tecnologia, este medo torna-se cada vez mais justificável. Mas será que este medo procede? É bom as máquinas substituírem o trabalho do homem?







Principais aplicações:
Bombas centrífugas, alternativas (saneamento, irrigação e petróleo), ventiladores, exaustores, sopradores, compressores de ar, refrigeração (parafuso e pistão), misturadores, aeradores, centrífugas, britadores, moedores, picadores de madeira, refinadores de papel, fornos rotativos, serras e plainas (madeiras), moinhos (bolas e martelos) e transportadores de carga.



Para responder esta pergunta, separamos 5 razões pelas quais o homem deve agradecer este avanço.

1.A resposta já existe há 2 décadas
2.Trabalho braçal x Capital intelectual
3.Substituição de postos de trabalho
4.Redução no trabalho
5.Padronização

Razão 1 – A resposta já existe há 2 décadas


Segundo o historiador Jacob Gorender, da USP de São Paulo, em um artigo publicado em 1996, intitulado Globalização, tecnologia e relações de trabalho, a revolução tecnológica foi retratada como grande responsável pelas baixas taxas de desemprego no Japão de 40 anos pra cá, como exemplificado no trecho a seguir:
“Se relacionarmos a revolução tecnológica informacional e a organização japonesa do trabalho à deflagração do desemprego estrutural a partir da década de 70, somos obrigados a constatar que precisamente o Japão pôde registrar taxas muito baixas de desemprego nos últimos 20 anos.”
Ou seja, a revolução tecnológica pode ser um agente inversor do desemprego ao invés de uma ameaça aos postos de trabalho, como muitos pensam.

Razão 2 – Trabalho braçal x Capital intelectual


Com a disponibilidade de máquinas trabalhando em tempo integral, substituindo o trabalho braçal do homem, o trabalhador mundial passa a ser considerado como um “capital intelectual”, valorizado e que transmite e aprimora seus conhecimentos, habilidades e atitudes em prol do aumento no faturamento e desenvolvimento de uma organização.
Esta valorização da tríade conhecimento, habilidades e atitude só vêm a contribuir com a identidade do trabalhador, assim como com a qualidade de vida do mesmo.
Razão 3 – Substituição dos postos de trabalho
Segundo este mesmo artigo citado na Razão 1, cerca de 70% dos postos de trabalho que existiam há quatro décadas, não existe mais. Mas isso não é desesperador não, muito pelo contrário.
Os postos as quais a automação industrial e a revolução tecnológica substituíram são exatamente aqueles que não necessitam do desenvolvimento intelectual do homem.

Razão 4 – Redução no trabalho

Este aumento do faturamento graças à automação industrial e a revolução tecnológica fez, inclusive, reduzir a jornada do trabalho, uma vez em que as demandas são atingidas em menos tempo, em maior quantidade e com maior eficiência.
Máquinas são vem como um auxílio prático ao intelecto do homem, liberando o mesmo para desenvolver capacidades inerentes à sua capacidade de raciocínio.
Razão 5 – Padronização
Com a padronização de processos, o homem passa a ter um maior controle sobre a produção e logo uma redução significativa nos custos provenientes à utilização de matéria-prima, retrabalho e desperdício.
O ser humano, a partir dessa revolução, passa a ser melhor remunerado por hora de trabalho e possui condição mais satisfatória de crescimento e qualidade de vida.
Conclusão
A revolução tecnológica e a automação industrial contribuíram para o desenvolvimento do homem e a redução nas taxas de desemprego a nível mundial.
O medo de perder emprego para uma máquina assola aqueles que preferem utilizar o braço ao cérebro na hora de trabalhar, pois a tendência mundial é que estes postos de trabalho exclusivamente dependente de esforço físico sejam extintos, dando lugar a postos onde o conhecimento é o recurso principal.
Por fim…
Obviamente, essa revolução tecnológica também tem seu lado negativo. Trazendo para a realidade brasileira e de outros países emergentes, a falta de investimento do governo na educação dificulta a profissionalização da grande parte da população, dificultando o ingresso ao mercado de trabalho.
Comente abaixo se você acha que a substituição da mão-de-obra humana por máquinas é boa ou ruim e vamos ampliar essa discussão.


Crédito de matéria: Blog Automação Industrial.

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Otimização da produção trás economia de 60 mil reais!

A substituição de motores em grandes empresas pode trazer economia de 60 mil reais em manutenções além da diminuição do consumo de energia. A nossa parceira Weg, divulgou uma matéria que mostra de perto a redução de gastos da Companhia alimentícia BRF, segue abaixo matéria.

Motor W22 Wash



Zerar as paradas inesperadas de linha e economizar R$ 60 mil em manutenção, de um ano para o outro. Foi o resultado que a BRF, companhia de produtos alimentícios e proteínas animais, alcançou no setor de aves da sua unidade no interior de Goiás, graças à instalação de motores WEG da linha de alta eficiência W22 Wash.

Com conhecimento profundo das exigências de um setor industrial complexo como o alimentício, a WEG desenvolveu a linha de motores W22 Wash, resistentes à água, para garantir um alto desempenho em ambientes com presença de vapores e necessidade de higienização constante dos equipamentos. A solução ideal para que a BRF pudesse melhorar as condições de operação da sua depenadeira, isto é, o equipamento responsável pela retirada das penas das aves.

Demácio Santana Santos, engenheiro de Manutenção e Confiabilidade da BRF, explica: “Em 2013, tivemos na depenadeira pelo menos dez queimas de motores por mês, 40% delas sendo relacionadas à umidade. Isso causou um custo de manutenção superior a R$ 60 mil e paradas excessivas na linha, com consequente perda na produção”. O excesso de rebobinamento nos motores também levou à perda de eficiência e diminuição progressiva da vida útil dos equipamentos.

Após assessoria dos engenheiros da WEG, a BRF optou por substituir 43 dos 72 motores da depenadeira. O projeto foi desenvolvido em conjunto pelas duas equipes técnicas, com ótimos resultados.

“Com os motores W22 Wash, zeramos as paradas e até hoje não tivemos necessidade de intervenção. Também houve redução do consumo de energia elétrica, pois estamos trabalhando com motores de alta eficiência. Mais uma vez a parceria com a WEG deu certo” destaca Demácio.




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Informações: Weg SA


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