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Adaptador de Motor.




Adaptador de Motor.

Graças aos vários adaptadores de flanges, a gama de redutores MAS pode ser conectada com diferentes tipos de motores. Os adaptadores estão disponíveis para servomotores (com ou sem chaveta), motores NEMA (fixação padrão por flange Tipo C) e motores IEC (forma construtiva B5, de acordo com a norma DIN 42677).

Os redutores de alto desempenho são construídos para suportar as aplicações industriais mais difíceis.
As caixas de engrenagens são usinadas em todos os lados e permitem diversas posições de montagem e aplicações, tornando-as muito procuradas na indústria. Como resultado, nossos moto-redutores são muitas vezes encontrados como parte de nossas próprias máquinas.

O funcionamento suave dos redutores e a excelente capacidade de carga dos dentes WATT são obtidos com o projeto 3D suportado (Método dos Elementos Finitos). Esta geometria do dente garante ótimo contato de rolagem sob carga.

O design especial da raiz do dente em combinação com o ângulo da hélice do dente, a profundidade do dente, os materiais utilizados e o acabamento superficial maximizam a capacidade de carga.

Essa alta capacidade de engrenamento permite que rodas menores sejam usadas para o mesmo torque, e engrenagens menores com densidade de potência excepcional também aumentam a confiabilidade. Motoredutores são, consequentemente, poupadores de espaço incríveis.

A engrenagem fabricada com tal precisão micro-geométrica permite que a folga de engrenagens necessária para o contato de rolamento sem problemas seja substancialmente reduzida e, portanto, que a folga da engrenagem seja minimizada.

Vedações de eixo de câmara dupla desenvolvidas são usadas como padrão em engrenagens helicoidais de eixo paralelo, montadas em eixo e helicoidais para um alto nível de estanqueidade.

A tecnologia de engrenagem modular atende aos requisitos dos sistemas de acionamento avançados:

Excelente densidade de potência
Mínimo folga
Execução suave
Diversas opções de montagem
Máxima confiabilidade
Alta variabilidade



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Há mais de 20 anos o Grupo Web oferece soluções inteligentes em
produtos e serviços para automação industrial.

Somos especialistas em reparar Inversores de Frequência, Chaves de Partida, CLP e Servo-Conversores Multimarcas.


Central de atendimento-(11)2823.7000


Servomotor SWA.




Servomotor SWA.

Força contra-eletromotriz senoidal, rotação suave e uniforme em todas as velocidades, baixo nível de ruído e vibração, ampla faixa de rotação com torque constante, baixa manutenção (servomotores sem escovas), elevada capacidade de sobrecarga, média inércia e resposta dinâmica rápida.

Principais características

Força contra-eletromotriz senoidal;
Rotação suave e uniforme em todas as velocidades;
Baixo nível de ruído e vibração;
Ampla faixa de rotação com torque constante;
Baixa manutenção (servomotores sem escovas);
Elevada capacidade de sobrecarga;
Média inércia;
Resposta dinâmica rápida.

Especificações técnicas

Grau de proteção IP65;
Isolamento classe F;
Realimentação por resolver;
Formas construtivas B5 (sem pés, fixado pela flange), V1 (sem pés, fixado pela flange para baixo) e V3 (sem pés, fixado pela flange para cima);
Protetor térmico (PTC) / 155º interno;
Ponta de eixo com chaveta NBR 6375;
Material eixo: AÇO SAE 1045;
Ímãs de terras raras (neodímio-ferro-boro);
Rolamento com lubrificação permanente;
Retentor para vedação do eixo;
Temperatura máxima de operação em regime permanente: ΔT = 100 °C.


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Servo Drive SCA06




Servo Drive SCA06

Produto de alto desempenho que permite controle de velocidade, torque e posição de servomotores trifásicos, apresentando excelente custo benefício com função PLC, blocos de posicionamento e CANopen inclusos no produto padrão.

Tecnologia
Os servo-conversores SCA06 possuem interface de operação com display LED de 6 dígitos para controlar, configurar e visualizar todos os parâmetros. Além disso, oferecem excelente custo-benefício, com função SoftPLC, blocos de posicionamento, software de programação livre e comunicação CANopen, incluídos na versão padrão, sendo adequados para diversas aplicações.

Função Plug & Play
Através do conceito Plug & Play tem 3 slots para acessórios, o que permite uma fácil e rápida instalação.

Características
Fonte de alimentação 220-230 V ac / 380-480 V ac
Alta performance
Precisão do controle de movimento
Operação em circuito fechado
Posicionar feedback por resolver
Controle independente e fornecimento de energia
Flexibilidade e integração para dirigir
Operação fácil
IHM com display LED de seis dígitos
porta USB
Padrão CANopen
Software de programação livre WLP
Filtro RFI (opcional)
Aplicações
Máquina de embalagem, dispensadores de dosagem, empacotadores, solda de plástico e máquinas de corte
Gira-discos, alimentadores de prensa, bobinadores
Sistemas de posicionamento e robôs

Funções especiais
Controlador Lógico Programável - PLC, embutido no produto padrão (linguagem de programação ladder - SoftPLC)
Blocos de posicionamento, construídos no produto padrão
Parada de segurança (opcional), categoria 4
Função TRACE (osciloscópio digital) incorporada no produto padrão


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Você sabe como funciona motor de indução? #grupoweb

Uma característica não muito desejável em motores elétricos é a presença de escovas que comutam as bobinas. Essas escovas, ao comutarem, geram transientes e outras perturbações que podem afetar o próprio circuito onde o motor funciona e até circuitos próximos de outros aparelhos na forma de EMI ou Interferência Eletromagnética.
Os motores de indução, entretanto, não utilizam escovas e por esse motivo podem tornar-se uma solução bastante interessante para alguns projetos. É claro que eles, como qualquer outro tipo de motor têm suas vantagens e desvantagens, as quais ficarão claras no decorrer deste artigo.
Encontramos esses motores no acionamento de toca-discos antigos, ventiladores, ventoinhas de chuveiros pressurizados, bombas d’água de aquários e muitos outros aparelhos eletrodomésticos, e mesmo em alguns equipamentos eletrônicos que possuam um sistema de ventilação ligado à rede de energia, visto que os motores de indução operam exclusivamente com corrente alternada.

 COMO FUNCIONA
A ausência de escovas comutadoras e existência de apenas uma bobina fixa facilita bastante simples entender o princípio de funcionamento do motor de indução. Um motor indução típico possui um rotor em curto-circuito com desfasamento indutivo de campo e uma estrutura básica conforme a mostrada na figura 1.

Fonte Mecatrônica Atual
Temos, então, um eletroímã em forma de “U” formado por diversas placas de ferro doce semelhante às usadas nos transformadores comuns. A finalidade de empregar-se um núcleo laminado é evitar as correntes de turbilhão induzidas num condutor sólido, as quais causariam seu aquecimento excessivo, veja a figura 2.
Fonte Mecatrônica Atual
Entre os pólos do ímã, denominado estator, é colocado um rotor cilíndrico que também é feito de chapas e tem a finalidade de fechar o percurso das linhas do campo magnético criado pelo eletroímã em forma de “U”. A eficiência deste tipo de motor depende da fenda ou espaço que existe entre o eletroímã e o rotor.

 Quanto menor o espaço entre os dois, menor será a corrente necessária para a magnetização do conjunto. Observamos nesta construção que em pontos opostos das peças que denominamos estator, que formam o eletroímã, há duas fendas nas quais são colocados dois anéis de cobre, observe a figura 3.

Fonte Mecatrônica Atual
A finalidade desses anéis é formar uma espira de “curto-circuito”, e sua ação no sistema é justamente a de retardar a formação do campo magnético em relação ao restante do eletroímã. Conforme ilustra a figura 4, se representarmos o campo na bobina e o campo na espira através de um gráfico, observamos que há uma defasagem entre os dois, com o campo na espira se atrasando em relação ao primeiro.

Fonte Mecatrônica Atual
O retardo obtido com esta configuração é de 1⁄4 do ciclo da alimentação alternada. O efeito desse retardo é como se houvesse na peça polar um campo magnético rotativo entre os pólos, com uma velocidade que corresponde justamente ao tempo de um ciclo por volta. Isso significa que o campo entre as peças polares dá 60 voltas por segundo, já que nossa rede de energia é de 60 Hz, ou 3 600 voltas por minuto, que será traduzido em 3 600 rpm para o motor (rotações por minuto). Para que o rotor possa responder a esse campo rotativo, ele precisa ter uma construção especial que é exibida na figura 5.

Fonte Mecatrônica Atual
Esse rotor possui sulcos ou canaletas no sentido axial, nos quais são embutidos fios de cobre, tendo todas as suas extremidades interligadas de modo a formar espiras em curto. Ao cortar os condutores, o campo magnético rotativo induz uma corrente. Como esses condutores estão em curto, a corrente induzida é muito alta criando um campo magnético no próprio rotor. Esse campo interage com o campo da peça polar ou estator, aparecendo uma força de atração tal que um tende a seguir o outro. Visto que os condutores estão fixos, o rotor vai girar no mesmo sentido do campo magnético criado pelo estator.
Na prática, o rotor não consegue acompanhar o campo exatamente na mesma velocidade, pois se isso acontecesse a indução cessaria, de modo que o motor gira um pouco mais devagar que os 3 600 rpm teóricos. A velocidade desses motores é da ordem de 95% a 98% da velocidade teórica, que corresponde a algo entre 3400 e 3560 rpm. Uma variação do motor que descrevemos, é o motor de indução de 4 pólos mostrado na figura 6.

Fonte Mecatrônica Atual
 O princípio de funcionamento desse motor é o mesmo, mas o campo dará uma volta completa a cada dois ciclos da corrente alternada. Assim sendo, a velocidade teórica máxima desse tipo de motor é de 1800 rpm. Podemos também encontrar tipos com maior número de pólos, que terão uma velocidade que será dada por:

 Onde n é o número de bobinas.
 Um motor de 4 bobinas ou 8 pólos girará a 900 rpm (valor teórico). Observe também que, na rede de 50 Hz, esses motores giram mais devagar.
 TIPOS
A NEMA (National Electrical Manufacturers Association) classifica os motores de indução em 4 categorias conforme o torque, corrente e outras características importantes para os projetos. Essas categorias são designadas pelas letras A, B, C e D. Analisemos as características dos motores das diversas categorias:
 Tipo A
Apresenta um torque normal na partida (150 a 170% da potência nominal) e uma corrente de partida relativamente alta. Pode manusear cargas mais pesadas. Na indústria, são usados em máquinas injetoras.
 Tipo B
É o tipo mais comum. Seu torque de partida é semelhante ao do tipo A, mas tem uma corrente inicial menor. A eficiência e o fator de carga são relativamente altos. Aplicações típicas incluem sistemas de ventilação, ferramentas, bombas, etc.
 Tipo C
Tem um torque de partida elevado (maior do que o dos tipos anteriores, com aproximadamente 200% da potência nominal) sendo, por isso, indicado para o acionamento de cargas maiores.
 Tipo D
Possui o maior de todos os torques de partida e a velocidade final é menor. Trata-se de tipo ideal para aplicações onde ocorram grandes variações de velocidade.
 PROJETO
Na figura 7 mostramos um simples ventilador feito com um motor de indução “de sucata”, que serve justamente para experimentos de bancada envolvendo vento tais como:
- Usina eólica experimental
- Túnel de vento
- Acionamento de um anemômetro
- Acionamento de um catavento.

Fonte Mecatrônica Atual
CONCLUSÃO
Motores de indução de baixa potência (na faixa de 5 a 50 W) podem ser retirados de velhos toca-discos, chuveiros pressurizados fora de uso, bombas de aquário e outros eletrodomésticos. Ligados na rede de energia, eles podem movimentar diversos tipos de projetos mecatrônicos que não exijam torques elevados. Trata-se de uma boa (e barata) opção para se obter movimento sem ruídos (o motor de indução não tem escovas), velocidade com pequena variação (dependendo da carga) e boa eficiência.


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Lembrando que todas as informações contidas neste blog são apenas de caráter informativo. Procure sempre um profissional qualificado, sigas as normas e utilize os equipamentos de proteção adequados, evite acidentes!


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