Os Inversores de Frequência.



Os inversores de frequência

A maioria dos motores encontrados nas aplicações industriais tem alimentação trifásica. O controle da velocidade e torque desses motores diretamente a partir da rede de energia exige recursos que a tecnologia atual pode oferecer com vantagens. Um desses recursos é o inversor de freqüência que, além de possibilitar um controle preciso do torque e velocidade, proporciona muitas outras vantagens como o melhor aproveitamento da energia e o maior nível de segurança. Neste artigo veremos o que são os inversores de freqüência e como funcionam.

O que é um Inversor de Freqüência
Uma forma de se controlar com precisão torque e velocidade de um motor trifásico quer seja a partir de uma entrada de alimentação monofásica, quer seja a partir de uma entrada de alimentação trifásica é através de um inversor de freqüência.
Os inversores de freqüência possuem uma entrada ligada à rede de energia comum de alimentação e uma saída que é aplicada ao dispositivo que deve ser alimentado, no caso um motor trifásico, conforme mostra a figura 1.





Como o controle se faz variando a freqüência e a tensão circuitos com características especiais devem ser usados. Esses circuitos se baseiam em configurações complexas formadas por dispositivos semicondutores de potência, dispositivos lógicos de controle, sistemas de proteção e de monitoramento do funcionamento.
Para entendermos melhor como funciona um inversor típico será interessante partir de sua configuração básica, dada pelo diagrama de blocos da figura 2.




Os blocos básicos têm funções especificas e podem ter configurações levemente diferentes conforme as características elétricas finais desejadas e também a tecnologia usada pelo fabricante.

a) Retificador
Este bloco retifica a energia trifásica (alternada) disponível na entrada para a alimentação do inversor. A configuração mais comum é a de uma ponte de diodos em onda completa conforme mostra a figura 3.




Na saída temos um capacitor para realizar a filtragem da tensão contínua obtida.

b) Inversor de potência
Aqui é gerada a tensão trifásica de alimentação do motor usando a tensão contínua do bloco anterior. Conforme mostra o circuito simplificado da figura 4, são usados transistores (IGBTs) que chaveiam a tensão a partir dos sinais de gerador PWM (Modulação por Largura de Pulso).




Os sinais gerados são trens de pulsos, mas ao serem aplicados numa carga indutiva como um motor, o resultado é uma forma de onda aproximadamente senoidal.
As características do próprio enrolamento do motor se encarregam de fazer uma suavização da forma de onda que se torna quase que senoidal.

c) Controle
O bloco de controle gera os pulsos que atuam sobre os transistores de chaveamento. As formas de onda e freqüência do sinal gerado por este circuito vão determinar a velocidade e potência aplicada ao motor. Na figura 5 temos mostramos as formas de onda que encontramos neste circuito. Veja que sua aplicação numa carga indutiva resulta numa forma de onda aproximadamente senoidal.



d) Proteção contra Surtos
Sabemos que a tensão da rede de energia pode conter surtos e transientes. Para a proteção desses dispositivos e do próprio circuito são usados elementos como varistores, TVS e outros componentes do mesmo tipo.

e) Proteção Interna
Este bloco monitora as tensões presentes na saída do retificador. Diante de uma variação perigosa o circuito sinaliza o bloco de controle de modo que ele possa fazer a proteção, por exemplo, desligando a alimentação.

f) Driver
Este bloco gera os sinais que excitam os transistores de potência de saída.

g) Auto-Boost
Este bloco é monitora as condições de carga do motor determinando o nível de tensão que deve ser aplicado para se gerar o torque necessário à aplicação.

h) Programação
Trata-se de um painel que apresentam informações gerais como avisos de erro e onde é feita a programação do modo de funcionamento do motor.

i) Interface (I/O)
Através deste bloco o inversor se comunica com dispositivos externos, por exemplo, um computador ou ainda microprocessadores ligados à sensores.

j) Controle
Neste bloco são tomadas as decisões em função da programação, de sinais externos e de sinais internos como os de proteção.

Chaveamento
Para analisar como o circuito gera uma tensão senoidal trifásica a partir de sinais PWM tomemos como ponto de partida o circuito simplificado da figura 6.




Temos então 6 transistores funcionam como chaves numa configuração em ponte.
Na operação, os 6 transistores devem ser ligados 3 a 3 de tal forma a se obter 8 combinações que resultam em três formas de onda senoidais defasadas de 120 graus. Dessas 9 combinações existem três que são proibidas pois levam o circuito a uma condição de curto. São aquelas em que transistores que estão em série conduzem ao mesmo tempo.
Na figura 7 temos então os pontos de chaveamento e as formas de onda correspondentes.




Colocando isso numa tabela temos:
Tempo
V1
V2
V3
Transistores
1
0
+V
- V
T1, T2, T3
2
-V
+V
0
T2, T3, T4
3
-V
0
+V
T3, T4, T5
4
0
-V
+V
T4, T5, T6
5
+V
-V
0
T5, T6., T1
6
+V
0
-V
T6,  T1, T2

Observe que, se o chaveamento for feito da forma indicada serão gerados sinais defasados de 120 graus.

Controlando a Velocidade
Um inversor de freqüência possibilita o controle da velocidade de um motor trifásico através da freqüência da tensão gerada. A freqüência de operação de um inversor normalmente está entre 0,5 Hz e 400 Hz, dependendo do modelo e da marca.
Deve-se, entretanto notar que quando a velocidade de um motor é alterada pela variação da freqüência, seu torque também é modificado.
Para se manter o torque constante basta fazer com que a relação tensão/freqüência ou V/F seja constante.

V/F = constante.

Por exemplo, se a tensão aplicada num motor for de 200 V quando a freqüência for 100 Hz (V/F = 3), alterando a freqüência para 250 Hz, a tensão aplicada deve ser 400 V.
Na figura 8 temos a curva V/F de um inversor de freqüência comum.



A faixa de valores de tensão e freqüência em que deve operar um motor é programada no bloco de controle. Programar um inversor é dito "parametrizar" o inversor.

Inversores Escalares e Vetoriais
Conforme vimos, para manter o torque quando a velocidade varia basta ter a relação V/F constante. Os inversores que seguem este padrão de funcionamento são ditos escalares.
Entretanto, em aplicações AC de freqüência muito baixa não é possível manter o torque constante em rotações muito baixas, dada a própria curva de rendimento do motor.
Para estes motores é preciso haver uma compensação mais complexa da relação tensão/freqüência, que leve em conta outros fatores como a carga do motor. Para esta finalidade são preferidos os inversores que variam tanto a tensão como a freqüência mas segundo uma curva que leva em conta o rendimento do motor, principalmente nas baixas rotações. Estes inversores usam tacômetros ou encoders para sensoriar a velocidade do motor, obtendo assim uma informação adicional que é processada para se gerar as tensões e freqüências de controle.

Instalação de Inversores
Existem variações como o modo como cada inversor é instalado, mas a configuração geral é a mesma. A figura 9 mostra um exemplo prático.




Os principais cuidados na instalação são:
a) Sempre observar a ordem das ligações. Trocas de fios podem causar a queima do inversor.
b) Se existir uma interface de comunicação Rs232 ou RS485 o cabo de conexão de sinais deve ser o mais curto possível.
c) O aterramento do inversor deve ser feito com extremo cuidado. A resistência de aterramento deve ser menor do que 5 ? (norma IEC536).
d) A ventilação do inversor seja excelente.
e) Cabos de alimentação e interface devem passar por dutos separados.
f) A qualidade da energia fornecida ao circuito deve ser observada.
g) Se dispositivos de controle como PCs, PLCs ou CNCs forem usados, devem ter terra comum com o inversor de freqüência.
h) Se cargas fortemente indutivas fizerem parte da instalação, devem ser previstos supressores de transientes e surtos.

Parametrização
"Parametrizar" um inversor é programá-lo para uma determinada modalidade de operação.
O número de parâmetros a serem programados depende da marca e tipo, sendo os mais comuns em nosso mercado os da Siemens, ABB, WEG, Yaskawa, Allen Bradley, Metaltex, etc.
Para a programação normalmente fazemos o acionamento de um certo número de teclas numa seqüência que é determinada pelo fabricante. Damos a seguir um exemplo típico:
Primeiro parâmetro - acionar tecla para ativar a entrada do parâmetro. Usamos teclas de seta para localizar o valor do parâmetro o qual é mostrado no painel. Quando o valor é encontrado, pressionando-se a tecla de entrada o valor se fixa.
Segundo parâmetro - com um novo toque na tecla, habilita-se a entrada de novo parâmetro. Depois disso, novamente com as setas, localizamos seu valor e o fixamos.

Os principais parâmetros que encontramos nos inversores são:
* Parâmetro P009
Ajuste 0 - somente os parâmetros P001 a P009 podem ser alterados
Ajuste 1 - os parâmetros de P001 a P009 podem ser alterados e os demais podem ser somente lidos
Ajuste 2 - todos os parâmetros podem ser alterados exceto P009 que resseta ao ser desligado
Ajuste 3 - todos os parâmetros podem ser alterados

* Parâmetro P084
Programa-se a tensão nominal do motor.

* Parâmetro P083
Programa-se a corrente nominal do motor. Esse valor será usado pelo sistema de proteção contra sobrecarga.

* Parâmetro P003
Programa a freqüência mínima de saída, variando tipicamente entre 0 e 650 Hz.

* Parâmetro P013
Programa a freqüência máxima de saída. Pode variar entre 0 e 650 Hz.

* Parâmetro P031
Programa-se a freqüência do JOG. O JOG ou impulso é um recurso usado para fazer uma máquina funcionar em velocidades muito baixas, facilitando o posicionamento de peças antes de entrar em funcionamento normal. Um exemplo disso é a fixação de um rolo de papel na máquina antes dele fio começar a ser utilizado no processo.

* Parâmetro P002
Programa a rampa de aceleração, ou seja, o tempo que o motor leva para atingir a velocidade máxima, conforme mostra a figura 10. Pode variar entre 0 e 650 segundos.



 Parâmetro P003
Programa o tempo de parada.

* Parâmetro P076
Programa a freqüência do circuito PWM. Esta freqüência pode variar em alguns tipos de 2 em 2 kHz. Deve ser escolhido deve o menor valor possível para que seja evitada EMI. No entanto, o uso de freqüências muito baixas pode fazer com que ruídos audíveis sejam produzidos no circuito

Conclusão
O uso de inversores de freqüência torna-se cada vez mais comum, inclusive em aplicações que fogem à indústria como o controle de sistemas de ar condicionado, etc. Com eles, além do controle preciso dos motores temos um aproveitamento melhor da energia e muito mais segurança.


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Motores de alta eficiência são grandes redutores de custos.



Motores de alta eficiência são grandes redutores de custos.

Modernos motores de alta eficiência estão ajudando minas africanas a cortar custos de energia e manutenção.

À medida que as minas africanas se esforçam para reduzir custos e extrair mais valor dos seus ativos, motores modernos e de alta eficiência da WEG estão ajudado a cortar custos com energia elétrica e manutenção.
Quase dois terços da energia consumida pelo setor de mineração estão associados à motores elétricos, portanto é muito importante que as mineradoras observem esses equipamentos quando precisam economizar, segundo o executivo de desenvolvimento para a África da Zest WEG Group, Edson Cristofolini.


Onde há um motor de 55 kW antigo em operação 24 horas por dia, 7 dias por semana, nós estimamos que a mineradora possa economizar mais de 20MW por ano só trocando esse motor por um motor WEG Premium IE3 de alta eficiência”, diz Cristofolini.
Essa economia pode ser ainda maior considerando a quantidade de motores em operação em uma mina de grande porte, ele diz. Além de reduzir o consumo, os motores WEG de rendimento IE3 também contribuem com a rentabilidade da mina através da sua longa vida, baixa manutenção e sua confiabilidade.
Em minas que ficam em locais remotos, os reparos e substituições de motores são bem custosos e demandam muito tempo para serem realizados, então esses motores são desenvolvidos para operar com confiabilidade mesmo em condições severas”, ele diz. “Um aspecto importante do projeto dos motores WEG Premium IE3, por exemplo, é a sua classe de isolação H com classe térmica B”.
Isso proporciona uma folga de 60°C entre a temperatura média de operação do estator e a efetiva capacidade de isolamento do motor, protegendo o motor tanto de variações de tensão quanto de altas temperaturas ambiente.
Esse projeto robusto também possui um fator de serviço de 1.15, permitindo que o motor trabalhe com sobrecarga de até 15% continuamente sem comprometer a confiabilidade. Com as menores perdas e a temperatura de operação reduzida desses motores, a temperatura dos rolamentos também é menor.
Temperaturas menores nos rolamentos significam que menos graxa precisa ser utilizada e que os intervalos de lubrificação dos rolamentos é maior”, explica Cristofolini.
Contaminação por água e poeira são prevenidas graças ao exclusivo sistema de vedação WEG W3 Seal com classe de proteção IP66, o nível mais alto de proteção antes da categoria de motores submersíveis.
Levando em consideração que muitas minas não tem oficinas de manutenção extensiva, os motores são projetados para proporcionar fácil instalação e manutenção, com pés sólidos e caixas de ligação maiores que facilitam o trabalho de conexão”, diz Cristofolini.
Ele reforça que é importante para as mineradoras priorizar o custo total de aquisição com motores de alta performance e projetos de alta qualidade durante o seu processo de escolha de motores uma vez que, com reduzidos custos de manutenção e operação, o custo de aquisição representa só 2% do custo de operação do mesmo em 10 anos. Segundo Edson, os motores WEG Premium IE3 tem o menor Custo Total de Aquisição do setor de mineração em toda a África.

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WEG apresenta nova geração de Inversores de Frequência de Média Tensão.



WEG apresenta nova geração de Inversores de Frequência de Média Tensão.
O lançamento complementa a linha de inversores de média tensão, passando a atender também motores com tensão de até 13,8 kV.


Com o intuito de promover eficiência e segurança para a proteção de motores, a WEG apresenta ao mercado o novo Inversor de Frequência de Média Tensão MVW3000. O lançamento complementa a linha de inversores de média tensão, que já conta com o modelo MVW01, passando a atender também motores com tensão de até 13,8 kV.
Além da confiabilidade da marca WEG, gigante catarinense que conta com mais de 30 anos de experiência em inversores de frequência, a novidade se destaca pela versatilidade de utilização em diversos segmentos da indústria. Isso porque, ao contemplar uma programação similar à aplicada na linha de inversores de baixa tensão, o MVW3000 contempla uma ampla gama de processos produtivos. Em comum, eles necessitam de variação de velocidade, como compressores, bombas, ventiladores, correias transportadoras e até mesmo moinhos.
O produto também pode ser utilizado em novas instalações ou reformas, pois além de controlar a velocidade para a otimização dos processos, ele possibilita a economia de energia e a diminuição dos custos de manutenção. Assim, torna-se uma alternativa para a modernização e atualização dos parques fabris.
O MVW3000 permite o acionamento de motores com isolação standard, configurando-se, portanto, como a solução ideal para um projeto de eficiência energética, já que não há a necessidade de rebobinar ou trocar o motor existente. O produto utiliza a tecnologia multiníveis de inversores de tensão imposta através da topologia Cascaded H-bridge (CHB). Isso significa que as formas de onda de saída produzidas pelo drive permitem a aplicação em motores de indução ou síncronos novos ou existentes, sem necessidade de isolação especial.
Outro diferencial está na utilização de capacitores de filme plástico, que garantem longa vida útil ao equipamento. Além disso, ele possui by-pass automático de células, que possibilita a operação contínua, mesmo em evento inesperado de falha, possibilidade de coluna de entrada com seccionadora e transformador defasador multipulsos incorporados, sendo uma solução totalmente integrada, ou seja: todas as partes do sistema de média tensão estão em um único painel.




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O que é controle PID (Proporcional Integral Derivativo)?






O que é controle PID (Proporcional Integral Derivativo)?

O Controle PID é um algoritmo utilizado em controle de processos, de forma a deixar o mesmo muito mais preciso.  Unindo as ações proporcional (minimiza o erro), integral (zera o erro), derivativo (antecipa o erro), controlando uma variável de processo.




Os modos P, I e D do controle PID podem ser utilizados em combinações diferentes, conforme abaixo:

P – Utilizado com frequência;
PI – O mais utilizado na indústria e em diversas aplicações;
PID – Utilizado com menor frequência;
PD – Pouco utilizado, mas útil no controle de servomecanismos.


Agora que apresentamos o que é cada uma das ações de controle, suas combinações e alguns exemplos, vamos compreender como determinar os parâmetros do PID.


Como determinar os parâmetros do PID?


Ajustar os parâmetros do controlador PID não é uma tarefa tão complexa, como podemos imaginar, existem algumas técnicas para determinação desses valores. Entretanto, no ambiente prático e industrial,os valores são definidos por tentativa e erro. Claro, que isso depende de algumas coisas como, o quão crítico é o processo, o conhecimento do Engenheiro ou Técnico que realizará o ajuste.


Os principais métodos utilizados para sintonizar o PID são:


Método Ziegler- Nichols: O mais utilizado e famoso, por conta de sua simplicidade de aplicação;
Método CHR: Método com regras de ajustes diferenciados, tanto para a mudança do valor de setpoint, quanto características regulatórias;
Método Cohen-Coon: Elaborado para processos com tempos mortos mais elevados;
Método ITAE: Um dos melhores para sintonia dos parâmetros dos controladores;
Método IMC: Determina-se os valores a partir do modelo de processo a afim de obter o controlador mais adequado;


Para ajustar a sintonia, a partir de um dos métodos citados acima, as principais formas são: a partir da sensibilidade limite, curva de reação.


Conhecendo os principais métodos e a as formas de ajuste desses parâmetros, pode-se notar que esse algoritmo é aplicado, em larga escala, na indústria para controle de processos. O nosso objetivo, aqui, não é trazer toda carga e definição matemática dos controladores, pois fugirá ao escopo do artigo, onde queremos mostrar pra você, leitor, que isso realmente é usado …
Os controladores existentes…


O controle PID é um algoritmo, que pode ser utilizado por diversos equipamentos, não sendo limitado a um equipamento/controlador específico, isto é, aplica-se em tecnologias distintas.




Controlador PID
Suas vantagens são os inúmeros esquemas de controles existentes, as diversas bibliotecas cedidas pelos fabricantes, facilitando assim sua implantação. Além de ser robusto e confiável para o ambiente industrial, que é bastante hostil.



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Parametrização de Inversor de Frequência


Parametrização:

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Para a programação normalmente fazemos o acionamento de um certo número de teclas numa sequência que é determinada pelo fabricante. Damos a seguir um exemplo típico:
Primeiro parâmetro - acionar tecla para ativar a entrada do parâmetro. Usamos teclas de seta para localizar o valor do parâmetro o qual é mostrado no painel. Quando o valor é encontrado, pressionando-se a tecla de entrada o valor se fixa.
Segundo parâmetro - com um novo toque na tecla, habilita-se a entrada de novo parâmetro. Depois disso, novamente com as setas, localizamos seu valor e o fixamos.

Os principais parâmetros que encontramos nos inversores são:


* Parâmetro P009
Ajuste 0 - somente os parâmetros P001 a P009 podem ser alterados
Ajuste 1 - os parâmetros de P001 a P009 podem ser alterados e os demais podem ser somente lidos
Ajuste 2 - todos os parâmetros podem ser alterados exceto P009 que reseta ao ser desligado
Ajuste 3 - todos os parâmetros podem ser alterados.

* Parâmetro P084
Programa-se a tensão nominal do motor.

* Parâmetro P083
Programa-se a corrente nominal do motor. Esse valor será usado pelo sistema de proteção contra sobrecarga.

* Parâmetro P003
Programa a frequência mínima de saída, variando tipicamente entre 0 e 650 Hz.


* Parâmetro P013
Programa a frequência máxima de saída. Pode variar entre 0 e 650 Hz.


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Programa a rampa de aceleração, ou seja, o tempo que o motor leva para atingir a velocidade máxima, conforme mostra a figura 10. Pode variar entre 0 e 650 segundos.

Rampa de aceleração




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Instalação e Manutenção do s7 400 Siemens





1. Instalação / Manutenção do Controlador Lógico Programável S7- 400™ SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 2. Componentes para Configuração no S7-400™ Componentes Função Rack recebe e estabelece uma conexão elétrica com os módulos Fonte de alimentação (PS) converte a tensão de alimentação para 5 VDC e 24 VDC, para alimentação dos módulos Unidade Central de Processamento (CPU) executa o programa do usuário acessórios: Cartão de Memória (Memory Card) Módulos de Sinal (SM) (Digital/Analógico) faz a leitura dos sinais de processo para o S7-400 acessórios: conector frontal Módulos de Interface (IM) Interliga os racks um com o outro. acessórios: cabos com conector, terminações Módulos de função (FM) efetua funções de posicionamento e de controle de malha fechada. Processadores de Comunicação (CP) efetua comunicação entre controladores lógicos programáveis acessórios: cabos, software, módulos de interface SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 3. Racks e conexões possíveis utilizável como Tipo de rack rack de expansão sim UR1 / UR2 (Universal Rack) rack central sim P bus K bus CR2 / CR3 (Central Rack) P bus, Segment 1 P bus, Segment 2 sim não K bus ER1 / ER2 (Expansion Rack) SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. P bus não Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 4. Regras de instalação Devem ser mantidas as seguintes distâncias mínimas: 20 mm à direita e à esquerda do rack 40 mm acima e 22 mm abaixo do rack 110 mm entre dois racks A fonte de alimentação deve ser inserida na extrema esquerda (slot 1) e o IM receptor deve estar inserido na extrema direita. Assegure-se de que há uma baixa resistência de contato entre o rack e a estrutura de fixação, bem como entre as superfícies metálicas do contato. Ligue o rack ao terra com, no mínimo, cabo de 10 mm2. Remova a cobertura dos slots antes de instalar os módulos SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 5. Checklist da instalação • Todos os componentes estão disponíveis? (ver lista de peças) • Instale o rack • Instale a fonte de alimentação • Remova a cobertura dos slots e instale os módulos • Ligue o conector frontal e insira as etiquetas destacáveis • Efetue a fiação dos módulos (fonte de alimentação e módulos de I/O) SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 6. Instalando Racks Aparafuse o rack ao bastidor (parafusos M6). Ligue o rack ao terra, através do parafuso situado no lado esquerdo na parte inferior. A seção mínima do cabo deve ser de 10 mm2. Instale os racks adicionais, com distância mínima de 110 mm . SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 7. Instalando os Módulos Remova a cobertura do slot. Segure a cobertura no local indicado e puxe-a para frente, a fim de removê-la. Fixe primeiro o módulo na parte superior e gire-o para baixo. Aparafuse o módulo em cima e em baixo. Módulos que ocupam três slots e a fonte de alimentação possuem dois parafusos na parte superior e inferior. Instale os outros módulos da mesma forma que os anteriores. SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 8. Efetuando a fiação da fonte de alimentação Abra a tampa da fonte de alimentação. Ajuste a chave seletora de tensão na correta tensão de alimentação (somente modelos PS407). Utilize uma chave de fenda como alavanca para retirar o plug de alimentação.  Retire o plug de alimentação. Descasque em 10 mm os condutores com fase e o fio neutro (não o terra). Retire a isolação do cabo no comprimento de 7 mm. Abra o plug de alimentação (tampa parafusada) e retire a braçadeira de fixação. Ligue os fios e aperte firmemente a braçadeira de fixação. Feche a tampa do plug de alimentação. Empurre o plug de alimentação até seu encaixe final, através da guia na fonte de alimentação. SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 9. Efetuando a fiação do conector frontal Utilize o movimento de alavanca na parte mais baixa na cobertura do conector frontal, soltando-o. Abra a cobertura e puxe-a para cima para removê-la. Desfaça a isolação dos fios. Ligue os fios Instale a braçadeira na parte mais baixa do conector frontal. Preencha a etiqueta destacável e insira-a no conector frontal. Coloque a cobertura no conector frontal. Trave o conector frontal com a chave de codificação do módulo. Movimente o conector frontal para cima. Aparafuse o conector frontal no local. SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. 10. Preparando para operação Instale o seletor de modo na CPU; Instale a bateria de backup (ou baterias); Ajuste o seletor BATT INDIC para monitorar a bateria na fonte de alimentação; Instale o cartão de memória na CPU; Ligue os racks (central e expansões) utilizando os cabos de conexão corretos; Estabeleça a numeração de cada rack (1 a 21) no seletor de cada receptor IM; Ligue terminador para o último receptor IM de cada ramo de expansão; Faça um reset de memória na CPU; Conecte o terminal de programação (PG / PC). SIMATIC S7 Siemens Serviços Técnicos 2004. Todos os direitos reservados. Data: Arquivo: 09/03/14 S7-Service. #webautomaçãoinsdustrial #TROCAINVERSOR #AutomaçãoIndustrial #WebDrives Assistência técnica Multimarcas Central de atendimento-(11)2823.7000 http://webdrives.com.br http://trocainversor.com.br

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REPARO CFW 09 Frenagem



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