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Fonte: Autoral
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Segurança na Automação Industrial !  #grupoweb


Seja para obter informações dos indicadores de produção industrial ou para suportar o processo de cobrança para o consumidor final dos serviços prestados e produtos fornecidos, por exemplo.

O principal receio dos administradores de ambientes de automação industrial, cujas redes de TA e TI precisam ser interligadas, é a ameaça de indisponibilidade do seu parque industrial, com um potencial acesso indevido ou a proliferação de vírus. Porém, não se deve deixar de incluir como preocupação no ambiente de automação industrial, o acesso indevido proveniente de outras origens à rede de TA, como a Internet e demais redes de automação interligadas.

Casos recentes divulgados mostram que os ciberataques estão cada vez mais sofisticados e utilizam ciberarmas poderosas que afetam as redes industriais e sistemas de controle SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition).

Vulnerável a vários tipos de ataques, o sistema SCADA gerencia grande parte das infraestruturas críticas do mundo. Pouca atenção foi dada à segurança cibernética contra estes sistemas, uma vez que se acreditava que estas redes eram praticamente imunes a ciberataques.



Como aumentar o nível de segurança em redes de automação industrial?

Para aumentar o nível de segurança em redes de automação industrial é necessário implementar um Programa abrangente e cíclico de ações e projetos que englobem todos os tipos de ativos (tecnologias, processos, ambientes físicos, pessoas) que suportam diretamente ou indiretamente tais ambientes.

Conhecido todo o ambiente, chega o momento de se Analisar detalhadamente os ativos que compõem a automação industrial, baseada em Melhores Práticas em um conjunto de normas legais (leis, normas, decretos etc.) para Conformidade do ambiente.
Uma das atividades de análise comumente praticada pelas empresas é o Teste de Invasão, projeto que simula um ataque externo (oriunda da Internet) ou interno (pela rede interna Corporativa ou de Automação da empresa) ao ambiente tecnológico da planta industrial evidencia, caso haja sucesso na “invasão”, as fragilidades e vulnerabilidades do ambiente alvo do teste, recomendando medidas de segurança mitigatórias.

Com a análise realizada, uma ação de Avaliação de Riscos precisa ser realizada a fim de priorizar o conjunto de projetos a serem desenvolvidos e implementados em um Plano de Tratamento dos Riscos, ou mesmo identificar quais os riscos serão aceitos e/ou transferidos.

O Plano de Tratamento dos Riscos envolve vários projetos e ações mitigatórias classificadas como, por exemplo:

Técnicas (implantação de ferramentas, customizações, correções no ambiente etc.);
Mudança Comportamental (Treinamento técnico e para usuários, Campanhas de Divulgação etc.);
Normativa (Elaboração de Diretrizes, Normas, Procedimentos Operacionais e Instruções de Trabalho);
Continuidade de Negócio (Análise de impacto no negócio, Planos de Contingência e de Negócio etc.).
Independente do tamanho das unidades industriais é necessário monitorar constantemente (24 horas x 7 dias) o ambiente, dando respostas rápidas aos alertas, eventos e incidentes que afetam a automação industrial que podem impactar o negócio, transformando em desastre ou catástrofe, se nada for realizado. Portanto, um Centro Integrado de Comando e Controle deve ser implementado com pessoas capacitadas, sistemas integrados de detecção e alertas, infraestrutura adequada com recursos visualização para tomada de decisão e controle.

Assim, o ambiente de TA, tão crítico para as plantas industriais, estará pronto para enfrentar os difíceis desafios e riscos inerentes à automação industrial



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Fonte:Desconhecida 
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O que é um indutor?

A indução eletromagnética é um fenômeno causado por um campo magnético e gera corrente elétrica. Uma área delimitada por um determinado condutor sofre variação no de fluxo de indução magnética é criado entre seus terminais uma força eletromotriz (fem) ou tensão. Caso seus terminais estiverem ligados a um aparelho elétrico irá gerar corrente, chamada corrente induzida. A indutância é a grandeza física relacionada aos indutores, representada pela letra L e medida em Henry (H). É um parâmetro que relaciona a tensão induzida no campo magnético e a corrente responsável pelo surgimento deste campo. A tensão nos terminais do indutor é proporcional a corrente que nele passa.
O indutor, também chamado de solenoide ou bobina, é um dispositivo elétrico passivo, capaz de armazenar energia criada em um campo magnético formado por uma corrente alternada(CA). Este componente é usado em circuitos elétricos, eletrônicos e digitais, para armazenar energia através de um campo magnético. Indutores são usados para impedir variações de corrente elétrica, para formar um transformador e também em filtros que excluem sinais em alta frequência, os filtros do tipo passa baixa.
Ao ler estas definições, concluímos que os indutores e os capacitores tem por comum a capacidade de armazenar energia. Assim como os capacitores, os indutores se opõem a corrente alternada. Também em comparação aos capacitores, dizemos que:
1.       Quanto mais rápida a variação da corrente em um espaço de tempo, mais a quantidade de tensão nos terminais do indutor;
2.       Não é aceito variações bruscas de corrente;

Constituição

Os indutores são, geralmente, construídos como uma bobina de um material condutor, como o cobre. Um núcleo ferromagnético, que aumenta a indutância concentrando as linhas e orça do campo magnético que fluem pelo interior das espiras condutoras.
Com as possibilidades de aplicação, os indutores podem ser construídos para uma situação especifica como, por exemplo, em circuitos integrados. Neste caso o material condutor geralmente é o alumínio.
Pequenos indutores feitos para serem usados em frequências altas podem ser feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite.

Tipos de indutores

Os indutores podem se diferenciar nas características construtivas de cada modelo. Veja abaixo os principais tipos de indutores:



·         Núcleo de ar:
Nos indutores de núcleo de ar não se usa material ferromagnético no núcleo, como citado anteriormente. Este possui perdas baixas, o que resulta em uma alta frequência. De baixa indutância e usado para altas frequências.
·         Núcleo ferromagnético:
Nestes modelos, o núcleo é feito de um material ferromagnético, o que resulta em uma indutância muito maior, porém, também ocasiona em perdas. A indutância maior é graças ao material, pois ele é capaz de concentrar melhor o campo magnético.
·         Núcleo laminado:
Usados em indutores de baixa frequência e transformadores. O núcleo é feito por laminas de material aço-silício, envolvi as por verniz isolante. Estes compostos não são escolhidos a toa. O verniz previne perdas por corrente parasita, e o silício adicionado ao aço faz com que a histerese no material seja reduzida.
·         Núcleo de ferrite:
Estes indutores são feitos de um tipo de cerâmica ferromagnética, que tem um melhor desempenho em altas frequências, onde são mais empregadas. Não apresentam correntes parasitas além de baixa histerese.
·         Bobinas toroidais:
O núcleo toroidal geralmente é feito de ferrite, e tem um formato de rosca. Graças a este formato, é criado um caminho pelo qual o campo magnético circula. Este tipo de núcleo é usado em bobinas que tem formato de bastão. Neste caso o campo magnético sofre perdas à circular de uma extremidade a outra, pelo contato com o ar. Por isso este núcleo foi projetado para fazer um caminho para este campo, evitando o número de perdas.
A energia armazenada no indutor (medida em joules) é igual a quantidade de trabalho necessária para estabelecer o fluxo no indutor, ou seja, o campo magnético.

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Você sabe o que é uma fonte chaveada? #grupoweb

Uma fonte chaveada ou comutada (em língua inglesa switched-mode power supply (SMPS)), é uma unidade de fonte de alimentação eletrônica que incorpora um regulador chaveado, ou seja, um circuito controlador interno que chaveia (comuta) a corrente, ligando e desligando rapidamente, de forma a manter uma tensão de saída estabilizada. Reguladores chaveados são utilizados para substituição de reguladores lineares mais simples, quando uma eficiência maior, menor tamanho e maior leveza é requerida. Eles, entretanto, são mais complexos e mais caros, e o chaveamento da corrente pode causar problemas de ruído (tanto eletromagnético quanto sonoro) se não forem cuidadosamente suprimidos, e projetos simples podem ter baixo fator de potência.
As fontes chaveadas podem ser classificadas de acordo com a forma de onda da tensão de entrada e de saída conforme segue:
·Entrada CA, saída CC: retificador;
·Entrada CC, saída CC: conversor de tensão, ou conversor decorrente ou conversor CC/CC;
· Entrada CA, saída CA: Conversor de freqüência, cicloconversor;
·Entrada CC, saída CA: inversor;
Sendo que CA e CC correspondem, respectivamente, às abreviações de corrente alternada e corrente contínua.


Vista interna de uma Fonte Chaveada ATX comum em computadores. A - retificador em ponte. B - capacitores de filtro de entrada C - transformador D - indutores de filtro de saída E - capacitores de filtro de saída.


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